Notícias

05/01/2017Internacional

Mapeamento: Articulando Resistências no Sul Global

Experiências de Movimentos Camponeses, Sindicatos Rurais e Organizações Não-Governamentais foram registradas em publicação elaborada pelo Observatório Brasil e o Sul. A FASE, assim como outras organizações, participaram da construção do estudo


Há pelo menos duas décadas movimentos camponeses, sindicatos rurais e organizações não governamentais do Brasil engajaram-se ativamente em atividades transnacionais com a sociedade civil de outros países do Sul global. Intercâmbio de conhecimento sobre a produção agroecológica, apoio na construção de bancos de sementes crioulas, participação em redes internacionais e envolvimento em projetos governamentais de cooperação técnica são alguns exemplos concretos destas relações.

articulando11O Movimento de Mulheres Camponesas (MMC), Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), a Confederação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar do Brasil (Fetraf), a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura  (Contag), a FASE , o INESC, o IBASE, a Rede Brasileira de Justiça Ambiental (RBJA), o Fórum Brasileiro de Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (FBSSAN), em parceria com o Observatório Brasil e o Sul e com o apoio da Oxfam Brasil, apresentam o estudo: “Articulando Resistências no Sul Global – Experiências de Movimentos Camponeses, Sindicatos Rurais e Organizações Não-Governamentais”¹.

Além de identificar e refletir sobre a atuação internacional de atores sociais brasileiros vinculados às questões agrária e agroalimentar, esta publicação registra em fichas suas diversas experiências transnacionais. Para dar visibilidade à riqueza e ao legado destes processos, o Observatório elaborou um material compacto, repleto de informações detalhadas, que inclui países e movimentos parceiros, estratégias de ação, objetivos, bem como atividades e resultados gerados por estas experiências. Os dados técnicos e as reflexões foram capturadas a partir de rodadas de entrevistas, oficina de diálogo, pesquisa documental e primária, com respaldo e apoio destes atores. Assim, espera-se contribuir com uma leitura mais rica e crítica sobre a realidade da cooperação Sul-Sul brasileira.

[1] Fonte: Observatório Brasil e o Sul. Baixe a publicação aqui.

Enviando sua mensagem