Revista Proposta


Edição 128, abril / 2018

A edição n° 128 da Revista Proposta centraliza o tema da luta pelos direitos dos povos indígenas e comunidades tradicionais. O Brasil é signatário na Convenção nº 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que assegura o direito à consulta prévia dos povos atingidos por projetos públicos e privados. A FASE é historicamente engajada a esforços junto aos povos, e por meio de seu programa na Amazônia e da união com outros parceiros de luta busca contribuir no processo de debate e elaboração dos Protocolos de Consulta organizados com povos como os Munduruku e os beiradeiros de Montanha e Mangabal. Nesta edição, ressaltamos que é preciso incluir todos os mecanismos de lutas à disposição, principalmente na atual conjuntura de profundos retrocessos por que passa nosso país e deseja proporcionar aos leitores uma rica troca de experiências afim de instigar outros grupos a incluir tal estratégia em seu campo de lutas.

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Edição 127, janeiro / 2014

A edição 127 da Revista Proposta coloca em debate as muitas faces da juventude brasileira. Em foco, esses jovens que, em junho de 2013, apresentaram sua rica pluralidade e surpreenderam positivamente o país por sua força. Os textos dialogam com temas como feminismo, identidade, comunicação, solidariedade internacional e os desafios no campo. A edição traz ainda uma novidade: pela primeira vez inclui um ensaio fotográfico. Realizado pelo Coletivo Fotografia Expandida, o trabalho recebeu o título “Fotos para jogar luz na cidade”.

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Edição 46, agosto / 1990

Esta edição aponta que o tema das barragens colocou no palco da história brasileira atores que, lutando contra a expropriação da terra, trazem à tona novos elementos para que a sociedade amplie a sua compreensão sobre o campo. Populações atingidas por barragens trouxeram no processo de construção de suas identidades questionamentos do modelo autoritário de planejamento do Estado, em particular, da política energética. Passaram em muitos casos a se antecipar à construção de barragens hidrelétricas, questionando e impedindo as construções que desalojariam milhares de camponeses e destruiriam todo um modo de vida. Esses movimentos estão inseridos na luta pela cidadania e colocam questões novas para a educação popular.

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