Revista Proposta


Edição 129, dezembro / 2019

Esta edição chega em um momento de mudanças e de preocupações com os rumos que o país vem tomando. Estamos “assistido” muitas perversidades políticas levadas a cabo pelo atual governo, em consequência das escolhas feitas em 2018. Nesse contexto conservador e de desmonte das políticas públicas para as cidades, além de todos os retrocessos e descaminhos que estão sendo impostos à política e à economia do Brasil atual, vemos no horizonte a redução abrupta e diária da possibilidade de alcance de qualquer direito. Enquanto movimentos sociais e coalizões populares ligadas ao direito à cidade se recompõem desses retrocessos, emergem em territórios populares movimentações e iniciativas locais que procuram resistir no fato concreto, na ocupação, na comunidade ameaçada pela ação predatória do mercado imobiliário, na luta pela moradia, contra a violência e o preconceito. É com essa energia e entusiasmo coletivos por lideranças políticas e acadêmicas ou por organizações parceiras, que essa edição da Revista Proposta procura oferecer diferentes narrativas sociais coletivas.

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Edição 47, novembro / 1990

A questão da participação popular e das formas alternativas de organização da população urbana suscita uma reflexão específica no que se refere à educação popular. A experiência concreta de participação popular em um projeto econômico encaminhado pelo próprio movimento organizado traz no seu bojo importantes questões referentes à problemática urbana, como pode mostrar esta edição de proposta. Também são temas: a questão da moradia e do saneamento básico; a ampliação dos direitos sociais e o exercício pleno da cidadania; a participação popular e a sua capacitação para o desenvolvimento autônomo de projetos econômicos; a questão organizativa, a solidariedade e a experiência de mutirões.

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Edição 46, agosto / 1990

Esta edição aponta que o tema das barragens colocou no palco da história brasileira atores que, lutando contra a expropriação da terra, trazem à tona novos elementos para que a sociedade amplie a sua compreensão sobre o campo. Populações atingidas por barragens trouxeram no processo de construção de suas identidades questionamentos do modelo autoritário de planejamento do Estado, em particular, da política energética. Passaram em muitos casos a se antecipar à construção de barragens hidrelétricas, questionando e impedindo as construções que desalojariam milhares de camponeses e destruiriam todo um modo de vida. Esses movimentos estão inseridos na luta pela cidadania e colocam questões novas para a educação popular.

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