Revista Proposta


Edição 128, abril / 2018

A edição n° 128 da Revista Proposta centraliza o tema da luta pelos direitos dos povos indígenas e comunidades tradicionais. O Brasil é signatário na Convenção nº 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que assegura o direito à consulta prévia dos povos atingidos por projetos públicos e privados. A FASE é historicamente engajada a esforços junto aos povos, e por meio de seu programa na Amazônia e da união com outros parceiros de luta busca contribuir no processo de debate e elaboração dos Protocolos de Consulta organizados com povos como os Munduruku e os beiradeiros de Montanha e Mangabal. Nesta edição, ressaltamos que é preciso incluir todos os mecanismos de lutas à disposição, principalmente na atual conjuntura de profundos retrocessos por que passa nosso país e deseja proporcionar aos leitores uma rica troca de experiências afim de instigar outros grupos a incluir tal estratégia em seu campo de lutas.

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Edição 46, agosto / 1990

Esta edição aponta que o tema das barragens colocou no palco da história brasileira atores que, lutando contra a expropriação da terra, trazem à tona novos elementos para que a sociedade amplie a sua compreensão sobre o campo. Populações atingidas por barragens trouxeram no processo de construção de suas identidades questionamentos do modelo autoritário de planejamento do Estado, em particular, da política energética. Passaram em muitos casos a se antecipar à construção de barragens hidrelétricas, questionando e impedindo as construções que desalojariam milhares de camponeses e destruiriam todo um modo de vida. Esses movimentos estão inseridos na luta pela cidadania e colocam questões novas para a educação popular.

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Edição 44, maio / 1990

A política agrícola, como questão que aflora nas lutas dos movimentos sociais no campo, aqui e lá, às vezes de forma parcial e descontínua, mas como um grande nó condensador de contradições, está se tornando um setor estratégico para quem atua em educação popular em áreas rurais. Para os movimentos de trabalhadores rurais brasileiros, está ficando cada vez mais claro o papel central da política agrícola. A edição “Trabalhadores rurais – Fazer nossa política agrícola” aponta que a política agrícola, concebida e conduzida dissociada da reforma agrária, voltada a “liberar” as chamadas leis do mercado favoráveis aos grandes negócios agrícolas, colide com a necessidade e as aspirações de democratização das relações sociais no campo brasileiro.

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