Revista Proposta


Edição 97, agosto / 2003

Esta edição traz notas relacionados à Economia Solidária, com textos de Paul Singer, Cunca Bocayuva, Maria Emília Peixoto, dentre outros. A edição aborda questões como: a realidade do trabalho no Brasil; o papel da economia solidária e de suas cooperativas dentro de um processo de transformação de baixo para cima e de radicalização da democracia; políticas de agricultura familiar e meio ambiente, dentre outros. A revista inclui conteúdos sobre “autogestão” e “desenvolvimento”. Destaca ainda a construção de novas práticas que garantam direitos humanos, econômicos, sociais e culturais.

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Edição 50, setembro / 1991

Criada em 1983, sob o influxo da poderosa mobilização dos trabalhadores que contribuiu para pôr fim às regras autoritárias do regime militar, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) realiza em setembro de 1991 o seu IV Congresso. A capacidade de mobilização e o seu forte espírito de autonomia, que chamaram a atenção de sindicalistas de várias partes do mundo, recebe atenção desta edição da Proposta. Esta edição contribui para esse grande debate discutindo, dentre outros temas, as relações entre a organização de base; e a reestruturação industrial no Brasil, com destaque para a introdução de novas tecnologias e novos processos de trabalho.

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Edição 47, novembro / 1990

A questão da participação popular e das formas alternativas de organização da população urbana suscita uma reflexão específica no que se refere à educação popular. A experiência concreta de participação popular em um projeto econômico encaminhado pelo próprio movimento organizado traz no seu bojo importantes questões referentes à problemática urbana, como pode mostrar esta edição de proposta. Também são temas: a questão da moradia e do saneamento básico; a ampliação dos direitos sociais e o exercício pleno da cidadania; a participação popular e a sua capacitação para o desenvolvimento autônomo de projetos econômicos; a questão organizativa, a solidariedade e a experiência de mutirões.

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Edição 46, agosto / 1990

Esta edição aponta que o tema das barragens colocou no palco da história brasileira atores que, lutando contra a expropriação da terra, trazem à tona novos elementos para que a sociedade amplie a sua compreensão sobre o campo. Populações atingidas por barragens trouxeram no processo de construção de suas identidades questionamentos do modelo autoritário de planejamento do Estado, em particular, da política energética. Passaram em muitos casos a se antecipar à construção de barragens hidrelétricas, questionando e impedindo as construções que desalojariam milhares de camponeses e destruiriam todo um modo de vida. Esses movimentos estão inseridos na luta pela cidadania e colocam questões novas para a educação popular.

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Edição 45, agosto / 1990

“Um projeto de educação popular só é legítimo quando supõe a soberania popular como princípio, meio e fim de qualquer processo social concreto. Sem esta condição não é possível qualificar os experimentos político-educativos como populares ou libertadores. A democratização da sociedade não é um simples artifício operacional ou tático. Entendida como um processo permanente de ampliação da soberania popular, constitui condição indispensável para a transformação histórica a ser empreendida pelas classes populares. Representa, também, uma conquista que transcende interesses particulares e se universaliza”, destaca o editorial desta edição da Proposta. Com base nessas premissas, a revista dá início a uma reflexão sobre o valor democrático das lutas populares.

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Edição 44, maio / 1990

A política agrícola, como questão que aflora nas lutas dos movimentos sociais no campo, aqui e lá, às vezes de forma parcial e descontínua, mas como um grande nó condensador de contradições, está se tornando um setor estratégico para quem atua em educação popular em áreas rurais. Para os movimentos de trabalhadores rurais brasileiros, está ficando cada vez mais claro o papel central da política agrícola. A edição “Trabalhadores rurais – Fazer nossa política agrícola” aponta que a política agrícola, concebida e conduzida dissociada da reforma agrária, voltada a “liberar” as chamadas leis do mercado favoráveis aos grandes negócios agrícolas, colide com a necessidade e as aspirações de democratização das relações sociais no campo brasileiro.

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