Revista Proposta


Edição 83, fevereiro / 2002

Resgatando nossa tradição de abordarmos os temas da educação, esta edição coloca em relevo a relação entre a educação e a emergência de novas práticas de atores sociais, como os jovens em situação de exclusão e os trabalhadores sem-terra. Nos espaços urbanos e no territórios rurais surgem experimentos formais e informais centrados em conflitos sociais e demandas por direitos de populações que buscam afirmar, de forma organizada, sua cidadania e suas demandas culturais e educativas, representando novas formas de construção de identidade coletiva e produção de saber com acesso ao conhecimento.

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Edição 80, maio / 1999

Esta edição busca contribuir para o aprofundamento do debate sobre os rumos do país, trazendo contribuições variadas em termos de perspectivas políticas, mas que têm em comum a preocupação com o quadro mais amplo da realidade nacional e da formulação de políticas de desenvolvimento de longo prazo. Nos artigos dessa edição, conhecemos o exercício de desenho de cenários para 2020 que setores do próprio governo federal vinham realizando; análise da conjuntura política; dimensões estratégicas do que vinha acontecendo no Brasil; balanço social do primeiro governo FHC; proposta de alternativas e uma entrevista abordando as transformações no mundo do trabalho e o papel dos sindicatos em relação à reforma da legislação trabalhista.

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Edição 79, fevereiro / 1999

Esta edição traz as perspectivas sobre a globalização, seus efeitos e possibilidades para a ação cidadã, com abordagens que combinam contribuições teórico-analíticas com experiências de organização da sociedade civil para fazer face aos seus impactos. Reconhecendo que o fenômeno da globalização tem como um de seus eixos centrais a dinâmica de total desregulação econômico-financeira, trazemos um artigo que analisa os fundamentos e impactos potenciais do Acordo Multilateral de Investimentos, e uma entrevista que oferece ao leitor uma análise da conjuntura nacional frente aos condicionamentos da política macroeconômica do governo e do FMI. O conjunto de contribuições aqui publicadas traz em comum a avaliação de que o fenômeno de globalização em curso é objeto de intensas disputas e resistências, e que tudo indica que o que se passa nos planos nacionais é, e continuará sendo, o centro das transformações políticas.

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Edição 78, novembro / 1998

Nesta edição, seguimos tratando da questão do Desenvolvimento Local e Sustentável.

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Edição 77, agosto / 1998

Esta edição explora a temática do Desenvolvimento Local Sustentável, buscando levantar questões, analisar exemplos bem sucedidos e discutir possíveis desdobramentos. Os autores discutem diversas temáticas como: a experiência da chamada Terceira Itália e em que medida esta prefiguraria novos parâmetros de desenvolvimento; a importância da implantação da Agenda XXI em nível local; os indicadores de desenvolvimento; a experiência dos Prezeis (Plano de Regulamentação das Zonas de Interesse Social) de Recife; discussão de como os assentamentos de trabalhadores rurais têm sido um fator impulsionador de desenvolvimento local.

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Edição 76, maio / 1998

Com o tema “Raça e Cultura” esta edição faz um mergulho na história de nossa escravidão a partir de perspectivas abertas pela moderna historiografia brasileira; a história do movimento negro dos últimos cinquenta anos; uma discussão a cerca dos fundamentos de uma política de ação afirmativa em relação às tradicionais políticas de corte universalista; os dilemas do processo de modernização nos novos países africanos, com foco para Moçambique; racismo, exclusão e modernidade e sua íntima relação com a formação nacional brasileira; a questão da mulher negra; as novas identidades em gestação numa renovação dos movimentos sociais, tradicionalmente ancorados no mundo do trabalho e a questão de raça e gênero na temática ambiental.

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Edição 75, fevereiro / 1998

Esta edição traz um artigo que, a partir da parceria entre a FASE e o PACS (Políticas Alternativas para o Cone Sul), trata a temática de emprego e renda discutindo a ideia de uma plataforma de economia popular e solidária, trazendo questões relativas às transformações financeiras, tecnológicas e gerenciais em curso na economia, da globalização e das novas faces do desenvolvimento econômico tendo como perspectiva as alternativas que se constroem de geração de trabalho e renda. Mais do que um rótulo, esta ideia visa indicar as potencialidades presentes nas iniciativas populares em termos de cooperativismo e de associativismo. Há indicações que estas iniciativas, mais que atos defensivos, possam estar gerando um campo que transcende o aspecto meramente produtivo e configura uma nova alternativa social do campo popular e democrático.

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Edição 74, novembro / 1997

Esta edição visa contribuir para a reflexão sobre a gestação de uma plataforma de economia solidária, tratando de questões relativas às transformações financeiras, tecnológicas e gerenciais em curso na economia, da globalização e das novas faces do desenvolvimento econômico, tendo como perspectiva as alternativas que se constroem de geração de trabalho e renda. Os artigos trazem análises das transformações econômicas e sociais; a disputa política e as iniciativas que se dão em torno do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador); uma experiência exitosa dos trabalhadores da Fábrica de Parafusos Águia; as perspectivas eventualmente distintas o que pode, o que se deve e o que se tem feito a respeito do mundo do trabalho atualmente e a questão da educação diante das transformações globalizantes.

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Edição 72, maio / 1997

Esta edição procura oferecer ao leitor um quadro de análises, opiniões e entrevistas que segue o rastro da parceria exitosa da Revista Proposta de número 63 sobre Trabalho e Renda, trazendo como temas o mercado de trabalho, particularizando as questões do trabalho feminino e da qualificação profissional num contexto de transição de paradigma empresarial e técnico-produtivo; as questões de capacitação, que se entrelaçam com problemas culturais de difusão e resposta aos desafios do caráter desigual da distribuição do potencial inovador das relações sociais de produção e das tecnologias de processo e produto em mercados segmentados pelo nosso desenvolvimento historicamente desigual. Chamamos atenção também para a presença de assuntos ligados à economia popular e às formas de solidariedade social entre os excluídos na construção de alternativas.

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Edição 71, fevereiro / 1997

Nesta edição, o legado de décadas de um Brasil desenvolvimentista é apresentado por Liszt Vieira e Maria Emília Melo ao radiografarem “A Fome no Brasil”. As perspectivas futuras para um desenvolvimento sustentável ou ecodesenvolvimento são tratadas por Philippe Pomier Layargues, que discute as diferenças entre estes dois conceitos. A noção de sustentabilidade é problematizada por Henri Acselrad através da crítica aos conceitos de eficácia, escala, equidade, auto-suficiência e ética e de sua relação com a afirmação da democracia. Numa perspectiva mais próxima das experiências particulares em curso atualmente, Thomas Fatheuer discute a possibilidade de uma “Alemanha Sustentável”. Jean-Pierre Leroy apresenta uma reflexão sobre as dinâmicas locais e regionais como espaços de criação e experimentação na busca do desenvolvimento sustentável. Maria Emília Lisboa Pacheco discute, na perspectiva de gênero, o sistema de pequena produção na agricultura familiar como uma alternativa para a construção de um novo modelo de desenvolvimento. Raimunda Monteiro aborda o mesmo tema da agricultura familiar com sua componente ambiental na região transamazônica. Finalmente, em entrevista, José Eduardo de Campos Siqueira, secretário Municipal do Meio Ambiente da cidade de Santos, relata a experiência de uma administração municipal que buscou enfrentar os problemas ambientais numa perspectiva de participação popular.

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Edição 70, setembro / 1996

Neste segundo número com o tema “Cenários do século XXI”, continuaremos tratando do quadro que se abre em termos de perspectivas de desenvolvimento econômico, social, político e cultural sobre um final de milênio curto de utopias e anunciador de incertezas, abordando os caminhos e as perspectivas de progresso e desenvolvimento no Brasil; uma contextualização da temática do desenvolvimento e da dependência; problematização dos pontos da reestruturação e globalização econômicas tendo em vista as diferentes culturas e conquistas realizadas pelos trabalhadores em seus distintos espaços nacionais; o problema da violência insidiosa que recobre os projetos econômicos e sociais; um balanço do que foi até agora a experiência de construção da União Européia, seus impasses e possíveis desenvolvimentos; novos espaços e iniciativas da sociedade civil para a construção de uma cidadania mais plena que vá além do mercado e do Estado; uma entrevista sobre o papel das ONGs, especialmente da FASE, e as possibilidades de desenvolvimento de novos paradigmas para a cooperação internacional e em artigo a perspectiva de gênero, as conquistas já realizadas pelas últimas décadas de fortes movimentos de mulheres.

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Edição 69, junho / 1996

Esta edição abre a discussão sobre as eleições de 1996 trazendo uma agenda temática que possibilite a realização de debates que ultrapassem a mera questão da capacidade dos candidatos de realizar um “bom governo” posta pelos meios de comunicação. O conjunto de artigos aqui reunidos tem um sentido comum: defender a necessidade de discutir os modos, os sentidos, os modelos e as ideologias presentes nas eleições de maneira velada, colocam em debate a própria agenda do “bom governo”. Com isto, afirmam que a política continua viva se constitui em uma dinâmica de conflito, que opõe a busca pela reprodução da dominação à transformação das atuais relações de poder. Neste sentido, a Revista aborda três temáticas: o significado e a importância das eleições municipais do ano de 1996, a discussão em tomo da proposta de renda minima aplicada aos municípios brasileiros e a avaliação de algumas experiências de políticas municipais.

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Edição 68, março / 1996

Nesta edição, consideramos alguns temas chaves que se conectam as transformações que colocaram abaixo a grande maioria das formas e de políticas que hegemonizaram os modelos de desenvolvimento no pós-45. Iniciamos tentando captar o sentido sempre renovado da limitação estratégica presente na matriz de desenvolvimento do capitalismo tardio e periférico no Brasil. Aqui são trazidos artigos que tentam compreender o fenômeno político da crise do Estado e as dificuldades de construção da representação nas condições de crise de legitimidade e de precariedade das formas e instituições políticas entre nós. As políticas públicas de educação e o lema das transformações e desregulamentação do trabalho são tratados de maneira mais propositiva, assim como ampliamos o ângulo de análise através dos temas da solidariedade individual e coletiva como base ético-normativa para a construção de uma esfera de mundo compartilhado.

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Edição 67, dezembro / 1995

Esta edição é a síntese de um projeto de estudo sobre os movimentos populares urbanos, e foi desenvolvido em cinco capitais – São Paulo, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Recife e Belém- através do levantamento de quatro projetos de articulação nacional de movimentos populares urbanos desencadeados nos últimos anos: o movimento de moradia, a Articulação Nacional de Movimentos Populares, o Fórum Nacional de Reforma Urbana e a Ação da Cidadania contra a Fome, a Miséria e pela Vida. Os textos aqui apresentados têm como meta sensibilizar e promover uma produção coletiva de conhecimento como parte da busca de soluções aos problemas enfrentados pelos movimentos populares urbanos. Em suas contribuições analíticas procuram trazer elementos para uma compreensão das fraquezas e potencialidades de cada um destes projetos.

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Edição 66, setembro / 1995

Esta edição é resultado de uma parceria entra a FASE e a Oficina de Ensino e Pesquisa em Ciências Sociais da UERJ e traz artigos e entrevistas que discutem as transformações materiais e simbólicas por que vem passando a sociedade brasileira. Frequentemente tomando o Rio de Janeiro como metáfora da Nação, procura analisar os processos de reestruturação, globalização e seus efeitos em termos de exclusão, fragmentação e apartação social, e examinar as representações e práticas que expressam e constituem os processos de desigualdade, discriminação e criminalização nas metrópoles brasileiras. A análise do medo e do mal-estar decorrentes da banalização da violência e da desvalorização da vida é outro ponto destacado que se articula à reflexão sobre a crise de identidade de indivíduos e grupos sociais e a desconstrução dos padrões tradicionais de sociabilidade.

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Edição 65, junho / 1995

Esta edição apresenta o histórico, o sentido e o nexo das conferências dos Projetos Estratégicos Alternativos para o Brasil e o papel da sua Agenda Preliminar que aqui editamos na íntegra.

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Edição 64, março / 1995

A edição “Globalizar ou integrar?” aborda, desde ângulos diferentes, questões referentes ao padrão de articulação das relações internacionais e do desenvolvimento com a produção e o aprofundamento de dualismos. Demonstra que a crítica à apartação social, tanto nos países centrais quanto nas periferias e todos os continentes, é a manifestação mais patente do fracasso social da ideologia e da prática do neoliberalismo. Abordando temáticas especificas como a revisão social da Cúpula Social em Copenhague ou a dos direitos dos trabalhadores no processo de integração regional do Cone Sul, traz indicações de possíveis perspectivas e visões para a construção de alternativas de desenvolvimento para disputar a orientação dos processos de internacionalização que, na sua forma tecnológica, empresarial, financeira e mesmo cultural, se denomina globalização.

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Edição 63, dezembro / 1994

Esta edição foi organizada em conjunto com a Associação Brasileira de Estudos do Trabalho (ABET), entidade de congrega profissionais de diferentes formações interessados na temática do trabalho. O objetivo desta edição é discutir os temas Pobreza, Trabalho e Renda em artigos divididos em quatro blocos, onde o primeiro trata da questão da pobreza, suas diferentes definições e a metodologia utilizada no Mapa da Fome do IPEA. O segundo trata do mercado de trabalho através de uma avaliação da questão do desemprego nos países ricos e suas implicações para o Brasil, da relação do setor formal da economia com o informal e da evolução da produtividade industrial. O terceiro analisa o mercado de trabalho do ponto de vista da reação sindical na área urbana e o quarto e último bloco traz algumas propostas e experiências de organizações não-governamentais, apresentando a experiência de um grupo de mulheres em Manaus e uma metodologia para capacitação de empreendedores difundida pelo Centro CAPE de Minas Gerais.

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Edição 62, setembro / 1994

Os artigos reunidos nesta edição tratam de um dos principais aspectos da crise brasileira na atualidade: a crise urbana. Os resultados do Censo mostram que somos hoje um país essencialmente urbano, pois mais de 70% da população é moradora de cidades. O conjunto das áreas periféricas das metrópoles brasileiras concentram hoje maior quantidade de pobres e miseráveis que a zona rural. Por outro lado, a urbanização brasileira deixou de representar o papel de integrador social no mercado de trabalho, nas relações de sociabilidade ou na cultura moderna e tomou-se um processo de consolidação da exclusão social e da afirmação de identidades fragmentadas. A noção de apartheid social descreve as novas tendências da estrutura social urbana.

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Edição 58, setembro / 1993

Esta edição traz como tema a “Democratização dos meios de comunicação”. O lento e gradual processo de democratização da sociedade brasileira alcança hoje o campo da comunicação. A importância deste processo é a possibilidade de resgatar, na população, a credibilidade do conceito de cidadania, desgastado num país onde o trato da coisa pública se esconde na ausência de transparência, reforçando a cultura da impunidade. O conjunto de questões, limites e desafios colocados para a conquista de uma comunicação democrática, está aqui retratado na análise de diversas experiências de rádio, TV e impressos.

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