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2007

31/08/2007Mato Grosso Mato Grosso sem lei: a revogação da democracia São comuns nos rincões do Brasil, ainda e infelizmente, as violações a direitos fundamentais. O caso do Mato Grosso, contudo, está chegando a níveis mais que alarmantes. O episódio vivido por uma equipe do Greenpeace, Operação Amazônia Nativa (Opan) e dois jornalistas franceses, na semana passada, é um escândalo que ultrapassa todos os limites aceitáveis numa democracia. Presentes na cidade de Juína, noroeste do MT, para conhecer a situação do povo indígena Enauenê Nauê, os integrantes das organizações e os jornalistas foram ameaçados, intimidados, perseguidos e por fim expulsos
13/08/2007Bahia FASE Bahia participa de intercâmbio agroecológico Planejado e conduzido pela Comissão de Animação da Articulação em Agroecologia do Sul da Bahia (FASE, SASOP, Núcleo Agroecologia da CEPLAC, EACMA, IESB, Terra Viva), realizou-se em Teixeira de Freitas, o IV Intercâmbio de Experiências em Agroecologia, nos dias 10 a 12/07/07. Este evento se insere na série de encontros e intercâmbios iniciada na Sul da Bahia, em 2005, reunindo entidades que se identificam com os princípios e valores defendidos pela ANA (Articulação Nacional em Agroecologia)
20/07/2007Direitos HumanosMato Grosso Índios “genéricos” e a falácia do desenvolvimento Mato Grosso tem visto posicionamentos conservadores acerca de questões envolvendo os vários povos indígenas do estado. Certos setores da classe política e da imprensa recorrem à antiga cantilena de que “há muita terra para pouco índio”, afirmam que as terras indígenas são um obstáculo ao desenvolvimento econômico e chegam a afirmar que os indígenas ameaçam a ordem e a legalidade. Reivindicam o desprezo e o descumprimento dos preceitos constitucionais que asseguram aos índios “direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam”, conforme consta no artigo 231 da Constituição Federal
06/06/2007Mato Grosso Índios “genéricos” e a falácia do desenvolvimento Mato Grosso tem visto posicionamentos conservadores acerca de questões envolvendo os vários povos indígenas do estado. Certos setores da classe política e da imprensa recorrem à antiga cantilena de que “há muita terra para pouco índio”, afirmam que as terras indígenas são um obstáculo ao desenvolvimento econômico e chegam a afirmar que os indígenas ameaçam a ordem e a legalidade. Reivindicam o desprezo e o descumprimento dos preceitos constitucionais que asseguram aos índios “direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam”, conforme consta no artigo 231 da Constituição Federal.


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