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01/04/2021MulheresPará

Tipiti pra ouvir V

No mês da mulher, o programa Tipiti falou sobre feminicídio, crime que crescendo consideravelmente com a chegada a pandemia e os impactos de megaempreendimentos nas suas vidas


No mês da mulher, o programa de rádio Tipiti tratou da importância delas para o agroextrativismo comunitário, atuando em diversos setores como a pesca, a colheita de alimentos e na comercialização de itens da agricultura familiar. Também debatemos sobre o feminicídio e como a quantidade de casos aumentou consideravelmente com a chegada da pandemia de covid-19 ao Brasil. 

Assim, no dia 06 a temática da vez foi sobre “Mega projetos de desenvolvimento e os impactos na vida das mulheres”. As entrevistadas foram Alessandra Korap, liderança indígena do povo Munduruku, no Oeste do Pará; Daniela Araújo, da Comunidade Agroextrativista Pirocaba e  Layana Azevedo dos Santos, assistente social e ribeirinha da ilha do Capim. 

Dessa forma, como não tivemos programas nos dias 13 e 20, no dia 27 a discussão foi sobre “Mulheres contra o feminícidio”, lembrando que agressão à mulher é crime e levantando a hastag #NemPenseemNosMatar. A entrevistada foi a ativista feminista Nilde Sousa, do Fórum de Mulheres da Amazônia Paraense (FMAP) e da Articulação de Mulheres Brasileiras (AMB). Tudo isso, claro, com muita simpatia e o bom humor, trazendo poesias, músicas e notícias sobre os povos tradicionais com com o momento “nem que conto!”.

O programa Tipiti é uma iniciativa da FASE produzida por uma equipe formada por três jovens de Belém militantes da comunicação popular. Ele vai ao ar sempre aos sábados, às 7h30, pela Rádio Conceição, vinculada a Diocese do Munícipio de Abaetetuba, Pará.

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