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23/06/2021Direito à cidadePernambuco

Audiência Pública debate estratégias de enfrentamento à pandemia com jovens de Pernambuco

No encontro realizado pela FASE e Comissão de Cidadania e Direitos Humanos participação popular (CCDHPP), foram colocados em debate propostas de políticas públicas para a juventude que reinvidicam trabalho, saúde e renda.


FASE e Comissão de Cidadania e Direitos Humanos participação popular (CCDHPP), presidida pela mandata coletiva das Juntas (PSOL/PE) na Assembleia Legislativa de Pernambuco (ALEPE), realizaram Audiência Pública com o movimentos de juventudes sobre a pandemia de Covid-19. Foram colocados em debate propostas de políticas públicas para a juventude que reivindicam trabalho, saúde e renda.

A Audiência teve como referência uma Carta de Incidência de grupos do Projeto Juventudes nas Cidades, direcionada ao Governo de Pernambuco, onde o movimento cobra alguns dos direitos garantidos à juventude por meio de diversas legislações, denunciando os descumprimentos que mais incidem nas diferentes realidades vividas nos municípios pernambucanos. No documento, entregue ao Governo, o movimento composto por 33 grupos e coletivos de diferentes territórios do Recife, do Fórum de Juventudes de Pernambuco (FOJUPE) e Feira das Pretas, destaca a importância do Estatuto da Juventude, que é um documento que fixa um compromisso entre o Governo e as juventudes do território brasileiro, bem como o Plano Estadual de Juventude, criado pelo Governo de Pernambuco como uma expressão do intuito do estado com suas responsabilidades.  

Além das codeputadas Jô Cavalcanti e Joelma Carla, participaram da audiência André Sobrinho (Fiocruz), Samara Santana dos Santos (FOJUPE), Nayara Fernandes Alves (Feira das Pretas), Adriana Marcolino (DIEESE) e Débora Aguiar (Projeto Juventudes nas Cidades). 

 

Veja a relatoria gráfica.

Juventudes nas Cidades

O Projeto Juventudes nas Cidades completa 4 anos e visa contribuir no processo de formação e auxílio aos jovens e às jovens no que diz respeito o direito de se expressar enquanto juventude periférica, sobre os diversos tipos de violências sofridas, sobretudo às fruto do racismo estrutural. Realizando formações, atividades autogestionadas nos territórios, fortalecendo a incidência política das juventudes, o Projeto fomentou, inclusive, que várias organizações de juventudes tivessem um papel fundamental na pandemia, com ações de solidariedade, de comunicação popular, etc.

 

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