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14/11/2019Rio de Janeiro

Diálogos 2019: Pesquisa Militante, Educação Popular e Lutas na América Latina

Seminário acontecerá nos dias 25 e 26 de novembro, na cidade do Rio de Janeiro. As inscrições estão abertas


O seminário Diálogos: Pesquisa Militante, Educação Popular e Lutas na América Latina acontecerá nos dias 25 e 26 de novembro, na cidade do Rio de Janeiro (Brasil), no auditório do Sindicato dos Bancários. O encontro é uma iniciativa da FASE – Solidariedade e Educação, do Grupo de Trabalho da CLACSO – Investigación Militante: Teoría, Práctica y Método, do Instituto PACS – Políticas Alternativas para o Cone Sul e do Núcleo de Estudos de Teoria Social e América Latina – NETSAL (IESP-UERJ), com apoio de diferentes instituições, coletivos, movimentos sociais e militantes.

O encontro pretende discutir experiências e práticas de pesquisa militante em sua diversidade de contextos territoriais; metodologias e sistematizações de experiências; produção de conhecimentos transformadores a partir de diferentes lugares e lógicas. O evento contará com momentos de formação, com espaços de troca de conhecimentos e experiências, bem como pretende contribuir para a articulação latino-americana de experiências de pesquisa militante. Foram convidados coletivos, organizações, movimentos sociais e pesquisadoras e pesquisadores do Rio de Janeiro e de diferentes partes da América Latina. Consideramos que sua presença é muito importante. Para participar da atividade², faça sua inscrição: https://bit.ly/2OfX80X.

Durante as atividades, serão aprofundados diálogos com base em 10 eixos temáticos. Estão entre eles:

– extensão crítica (experiências que se situam nas relações entre a universidade, os movimentos sociais e as resistências, contemplando iniciativas de extensão e de assessoria popular);

– movimentos socioterritoriais (experiências e conhecimentos que se aprofundam no processo das lutas pelo acesso e pelo direito a viver dignamente nos territórios, tanto urbanos como rurais);

– lutas feministas (experiências que foquem nas múltiplas práticas de enfrentamentos ao patriarcado e suas diferentes formas de opressão); 

– lutas étnico-raciais (conhecimentos forjados no enfrentamento ao racismo estrutural e suas várias formas de opressão na vida cotidiana de povos negros, indígenas e tradicionais);

– educação popular e pedagogias críticas (experiências que envolvem processos formativos e educacionais, metodologias populares, bem como sistematizações de experiências voltadas para o campo da educação popular);

– a violência de Estado e militarização da vida (iniciativas de questionamento e resistência aos processos de violação de direitos movidos pelo Estado e pelo dinâmica de militarização da vida social);

– lutas socioambientais e agroecologia (experiências de luta contra a mineração, o agronegócio e outras formas de exploração socioambientais, bem como iniciativas de agroecologia e diferentes práticas em defesa da soberania popular e de territórios saudáveis, sustentáveis e socialmente justos);

– pensamento crítico (trabalhos que buscam a produção teórica aliada à práxis dos movimentos sociais e atores coletivos, buscando parâmetros epistemológicos e teórico-metodológicos comprometidos com a transformação social);

– trabalho, economia solidária e tecnologias sociais (experiências nos campos econômico-produtivo e tecnológico associadas à geração de renda, à produção de conhecimentos e práticas comprometidas com a emancipação social);

– e comunicação (iniciativas movidas em defesa do Direito à Comunicação, somadas a diferentes experiências de comunicação e mídias alternativas, independentes e críticas). 

[1] O seminário Diálogos 2019: Pesquisa Militante, Educação Popular e Lutas na América Latina recebe o apoio da Fundação Rosa Luxemburgo.

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