Porto Central: falta informação e sobra violação de direitos

Campanha Nem um Poço a Mais reúne organizações, movimentos e atingidos pela expansão petroleira em seminário nacional

A resistência das mulheres quilombolas contra os eucaliptais

Em artigo, Daniela Meirelles, educadora da FASE no Espírito Santo, relata como as mulheres são as que mais sente os impactos do monocultivo de eucalipto no norte do estado

O vírus, o fascismo e o desenvolvimento

Em artigo, Marcelo Calazans, coordenador da FASE no Espírito Santo, critica a convivência harmoniosa das megaempresas com o governo Bolsonaro e ressalta a importância das ações de solidariedade que nasce da sociedade

Coragem, seu nome é Sapê do Norte

Só o amor pelo território explica a coragem para enfrentar os próprios algozes em meio ao deserto verde

O Deus desenvolvimento e a petroDependência

Marcelo Calazans, da FASE Espírito Santo e da Campanha Nem Um Poço a Mais!, faz uma análise sobre a petrodependência a partir da crise do diesel

Nem um poço a mais e nem uma mulher a menos!

Daniela Meirelles, do programa da FASE no Espírito Santo, fala sobre como a exploração do petróleo é violenta contra as mulheres

Vídeo “Nem Um Poço a Mais”

No vídeo “Campanha Nem Um Poço A Mais”, pescadores e pescadoras, marisqueiros e marisqueiras, comunidades quilombolas, indígenas e urbanas do Espírito Santo relatam as violações de direitos e a contaminação de seus territórios cometidas por indústrias de petróleo e gás. Eles e elas ainda alertam para a degradação da terra e da subsistência. Essa é uma produção do programa da FASE no Espírito Santo e contou com apoio da União Europeia e da Fundação Rosa Luxemburgo.

As Sementes de Angelim

“As Sementes de Angelim” conta a experiência de retomada de terras por quilombolas, após 30 anos de monocultura de eucalipto, o chamado “deserto verde”. O território ancestral, retomado há 5 anos, hoje gera alimentos saudáveis. Com imagens e edição de Fabíola Melca e realização da FASE no Espírito Santo, a produção conta com o apoio da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR).

Cruzando o Deserto Verde (parte 1)

Este documentário denuncia o processo de implantação das fábricas de celulose que invadiram o norte do Espírito Santo e o Sul da Bahia que não respeitou nem a cultura nem o território de tribos indígenas, quilombos, pescadores e produtos rurais, desarticulando seu modo de vida e provocando a destruição de rios e da Mata Atlântica, restando apenas um grande deserto verde. Realização:Movimento Alerta Contra o Deserto Verde – Apoio: Fase/Comin-Igreja Luterana – Texto e Direção: Ricardo Sá

H2O para Celulose X Água para todas as línguas

Realizada pelo programa da FASE no Espírito Santo, com apoio da NCA – Nordic Church Aid, este estudo reúne contribuições de diferentes pessoas, entidades e redes as sociedade civil brasileira, sento fruto de um trabalho em parceiria com a Rede Deserto Verde, a Rede Brasileira de Justiça Ambiental e a FioCruz. O caderno identifica disputas por água no entorno do complexo agroindustrial da Aracrz Celulose (atual Fibria) e trabalha com casos concretos de conflitos associados ao alto consumo nas fábricas de celulose. Traz ainda dados recolhidos a partir da escuta direta de atores afetados como quilombolas, indígenas e camponeses.

Vazamento de petróleo atinge Lagoa Parda, em Linhares (ES)

Campanha Nem Um Poço a Mais denuncia mais um vazamento de óleo no Espírito Santo. O volume estimado pela IMETAME Energia é de 7 mil litros

“Compensar queima de petróleo com eucalipto é vergonhoso”

Membro da delegação quilombola na COP26, Katia Penha alerta que negociações devem considerar as pessoas e a biodiversidade

“Todo capixaba minimamente informado sabe diferenciar deserto verde de floresta”

Coordenador do programa da FASE no Espírito Santo, Marcelo Calazans, situa o estado na luta latino-americana e mundial contra monocultivos de árvores

As reservas do Pré-sal no Brasil: a nova fronteira da Shell

O texto, assinado pela equipe do programa da FASE no Espírito Santo, faz parte de uma coleção de artigos sobre a atuação da Shell na América Latina, organizados pela Oilwatch Sudamerica e MillieuDefensie. O documento faz uma cronologia da atuação da empresa no Brasil, o interesse no pré-sal, as relações estreitas com “representantes do povo” e, a partir de relatos de lideranças comunitárias onde há exploração de petróleo, a reprodução de um similar modus operandi das empresas e dos governos em diferentes países, o que possibilita também a construção de estratégias conjuntas.

Inscrições abertas para formação de Agentes Comunitários de Cultura no Espírito Santo

Até o dia 30 de abril, estão abertas 330 vagas para seis curso de formação de Agentes Comunitários de Cultura promovidos pelo programa da FASE no…

Carta das Mulheres Quilombolas do Espírito Santo

Mulheres quilombolas do Espírito Santo, reunidas nos dias 13 e 14 de outubro de 2017 no “Seminário de mulheres quilombolas: a história que queremos contar- territórios livres de petróleo”, se manifestam contra a votação do Supremo Tribunal Federal (STF) da Ação Direta de Inconstitucionalidade movida pelo PFL/DEM, em 2004, onde o julgamento questiona seus direitos primordiais territoriais e de auto-identificação. Também chamam atenção para o alarmante índice de violência contra quilombolas: “A violência vem desde fazendeiros confrontantes com nossos territórios, até o próprio governo que não nos defende e se omite diante destes conflitos, passando também pelos grandes projetos industriais que invadem nossos territórios quilombolas”.

FASE e Ruca se unem para apoiar hortas comunitárias no Espírito Santo

Edital tem objetivo de apoiar projeto de horta comunitária em funcionamento na periferia da Grande Vitória. Inscrições até 15/02

Produção de energia alternativa é tema de curso da FASE no Espírito Santo

Tecnologias com biodigestor, fogão solar e bicimáquinas serão introduzidas e implementadas em comunidades capixabas. A iniciativa é da Campanha Nem Um Poço a Mais, da qual a FASE é parte

Documento pede fim da expansão petroleira

Declaração publicada em dezembro de 2016, após o seminário da Campanha “Nem Um Poço A Mais”, reúne mais de 60 assinaturas de organizações, movimentos sociais, fóruns, redes e coletivos com objetivo de barrar a expansão petroleira.