FASE realiza oficina sobre mapeamento de riscos em Barcarena

O objetivo é iniciar a construção do mapa de riscos de desastres

Apenas 4% do esgoto de Santarém é coletado; debate reforça papel de empresa pública

FASE participou do I Seminário de Meio Ambiente e Saneamento no Baixo Amazonas, organizado pelo Conselho Municipal de Saneamento da cidade

Avaliação dos Impactos da FASE – 10 anos (2011 a 2020)

O documento traz reflexões e dados de estudo sobre o impacto do trabalho da FASE nos territórios de atuação da organização entre os anos de 2011 e 2020.

Amazônia Agroecológica / Nota técnica V – Alimentando a vida dos solos

Esta nota técnica visa criar espaço de troca de saberes e construção de conhecimentos sobre importância dos Sistemas Agroflorestais como alternativa de produção para a manutenção da floresta em pé, o uso sustentável do solo e a segurança alimentar de comunidades e povos tradicionais na Amazônia

Tragédia em Petrópolis: Será esse o futuro das metrópoles?

Aercio B. de Oliveira e Bruno França* Morro do Bumba, em Niterói, 2010; Região Serrana do Rio de Janeiro, 2011; Xerém, em Duque de Caxias,…

Dor, indignação e admiração presentes na Audiência das Águas

Tribunal dos Povos apresenta denúncias de apropriação privada e a contaminação das águas do Cerrado

Artigo: FASE – do local ao global, 60 anos se renovando

Fátima Mello No início dos anos 1990, um amplo conjunto de organizações e movimentos sociais brasileiros se preparava para receber parceiros do mundo todo no…

Acordo UE-Mercosul: Aumentando o Uso de Agrotóxicos e OGMs, e Enfraquecendo a Produção de Alimentos Saudáveis e as Normas

O tratado aumentará as exportações de agrotóxicos perigosos caso entre em vigor, promovendo um aumento de violações de direitos humanos

Direitos Humanos no Brasil 2021

O Relatório da Rede Social de Justiça e Direitos Humanos é um instrumento de denúncia de violações de direitos humanos, mas mostra também que existem muitas formas de organização e de solidariedade construídas por movimentos sociais. Diversos artigos mostram exemplos concretos da organização popular para defender os direitos humanos. Letícia Tura, diretora da FASE, escreve sobre os “Retrocessos ambientais e ataques a direitos”.

COP26: velhas estratégias, novas falsas soluções

“Haja luta para seguir denunciando as falsas soluções, indicando as soluções efetivas para a transformação em busca de um mundo melhor para todes, onde os bens comuns, o direito à terra, ao território e ao bem viver sejam o centro da ação climática”.

Partiu o trem (elétrico) de Glasgow

Camila Moreno¹ Com um dia de atraso e muita expectativa, chega ao fim a COP26 – 26ª Conferência das partes da Convenção Marco das Nações…

Clima S.A. – Soluções baseadas na natureza e emissões líquidas zero

A FASE lança hoje (10) o relatório “Clima S.A. – Soluções baseadas na natureza e emissões líquidas zero”, uma análise a partir do atual contexto do que vem sendo discutido na COP26, principalmente no Brasil, sobre a proposta de emissões líquidas zero e sua relação com as “Soluções Baseadas na Natureza” (NBS, na sigla em inglês) – ou, como muitas organizações vêm denominando, “Distrações Baseadas na Natureza” ou ainda “Espoliações Baseadas na Natureza” (Action Aid, 2020; WRN, 2021) – e as propostas de criação de um mercado de carbono doméstico.
O texto, elaborado pela pesquisadora Fabrina Furtado, busca ainda identificar os distintos agentes envolvidos no debate, caracterizando as principais construções argumentativas e medidas propostas, discutindo as implicações políticas, socioambientais e culturais dessas novas institucionalidades e práticas.

Dossiê Crítico da Logística da Soja

A destinação de extensões cada vez maiores de terra ao cultivo da soja, em especial na fronteira agrícola da transição Cerrado-Amazônia e no Cerrado do Matopiba, foi o fator determinante para o aumento espetacular da produção da commodity no Brasil nas últimas quatro décadas, causando devastação, grilagem de terras, violência no campo e insegurança alimentar.
O Dossiê expõe como a cadeia monocultural da soja é um instrumento político, uma cadeia que aprisiona nossa capacidade de pensar alternativas e de ter horizontes que nos apontem no sentido de outros caminhos. Analisa ainda como, associado a esse pensamento único, encontramos também um “consenso da logística”: uma ênfase em infraestruturas que viabilizem a extração e o escoamento de commodities (agrícolas e minerais), com a logística da soja estando no centro da agenda “pública” de infraestrutura brasileira nos últimos anos, em detrimento de alternativas de infraestrutura com potencial de dinamizar outras economias e formas de viver e produzir.

Vídeo mostra importância das consultas públicas para respeitar direitos de escolha das populações dos territórios

O vídeo retrata uma iniciativa que surgiu dentro dos movimentos de povos indígenas e outras comunidades tradicionais que tem como objetivo assegurar o direito a consulta e consentimento, livre, prévio e informado sobre políticas e projetos que afetam seus territórios e vidas

“No Pantanal ou na Amazônia, o que eu vejo é só fogo”

Fotógrafo conta sua experiência pessoal nas áreas do Pantanal atingidas por queimadas, fala sobre a saudade de casa e a indignação pelo que vê

A resistência das mulheres quilombolas contra os eucaliptais

Em artigo, Daniela Meirelles, educadora da FASE no Espírito Santo, relata como as mulheres são as que mais sente os impactos do monocultivo de eucalipto no norte do estado

Das nossas florestas só as cinzas restarão?

Este ano, até o dia 18 deste mês, segundo o INPE, na Amazônia, no Cerrado e no Pantanal já foram identificados mais de 125 mil focos de incêndio

O seguro defeso é um gasto ineficiente para quem?

Em artigo, Rafael Barsotti Torres, mestre em População, Território e Estatísticas Públicas pela Escola Nacional de Ciências Estatísticas (ENCE/IBGE), aponta que o seguro como “gasto ineficiente” não passa de uma tentativa de ocultar o principal objetivo do governo: transferir recursos públicos para o rentismo

As águas do Brasil na mão do cassino financeiro

Caso do RJ aponta: bancos sem nenhuma experiência em Saneamento preparam-se para assumir controle dos serviços, em operações obscuras e de rapina. Acesso dos mais pobres fica ainda mais distante. Tarifas subirão. Mananciais ameaçados