Cerveja feita por mulheres carrega tradição ancestral em Mato Grosso

Bebida artesanal aumentou a renda e deu novo significado ao processo produtivo do local através do empoderamento e da sororidade.

Avaliação dos Impactos da FASE – 10 anos (2011 a 2020)

O documento traz reflexões e dados de estudo sobre o impacto do trabalho da FASE nos territórios de atuação da organização entre os anos de 2011 e 2020.

Artigo: Até que todas as mulheres sejam livres, continuaremos em marcha!

Maria das Graças Figueiredo Costa, Sara da Costa Pereira e Simy de Almeida Correa* Acordar, respirar, trabalhar, cuidar, protestar, defender, proteger, movimentar, insistir, resistir, reagir, chorar,…

Editorial – 8M: Ecoar protestos e lutas das mulheres

Nesses anos de um governo de extrema direita, os impactos negativos na economia, na política, na saúde e no trabalho apresentam-se ainda mais severos, em…

Mulheres, resistências e o marco da violência institucional

Esta publicação foi a concebida e desenvolvida pelas Articuladas, coletivo formado por diversas organizações, dentre elas a FASE, com a colaboração de suas parceiras estratégicas, que assumem a centralidade tanto da produção editorial quanto do contexto das narrativas. Nela, é possível encontrar artigos, entrevistas, relatos de experiência e uma linha do tempo da violência institucional nos marcos de 2020 – que nos convida a refletir criticamente sobre o tema da violência institucional enquanto enuncia estratégias de resistência. A produção do Bem Viver e a defesa dos direitos humanos das mulheres, que garantem uma existência com dignidade, juntas, misturadas, estão presentes nas reflexões.

RJ: “Julho das Pretas” debate resistências e violência institucional

A atividade faz parte da 9ª edição do Julho das Pretas e Rachel Barros, educadora do programa da FASE no Rio de Janeiro, apresentou o debate

“Por que transformam a imagem de um homem numa mulher envelhecida para xingá-la?”

Sara Pereira¹ Às vezes, calamos não porque concordamos com o que está sendo dito, mas porque não temos energia para discutir tamanho absurdo. É exatamente…

Respeito

O que você deseja para as mulheres? Nós desejamos respeito!

Eleições: Representatividade importa!

Outdoors em Santarém (PA) destacam importância do voto feminino. Hellen Joplin, colaboradora da FASE na Amazônia, destaca que eleger mulheres significa passar a ter um olhar de gênero sobre todas as pautas

Who takes care of the caretakers?

In this article, FASE educators discuss the impacts of the pandemic on women’s daily lives

Quem cuida de quem cuida?

Em artigo, educadoras da FASE refletem sobre as consequências da pandemia na vida cotidiana das mulheres

A força das mulheres do Cerrado: Raizeiras e Quebradeiras

Artigo escrito por sete mulheres, visibiliza as quebradeiras de coco-babaçu e as raizeiras do Cerrado

Feminismo e Agroecologia no enfrentamento a pandemia

O Movimento de Mulheres Camponesas (MMC) reuniu Silvia Camurça; Isabel Silva de Freitas, Maria Emília Pacheco e Justina Cima para debater o tema em live

Pela vida das mulheres resistiremos com segurança alimentar e nutricional

Neste 8 de Março nos reunimos para o BANQUETAÇO! Nesta grande mesa partilharmos agroecologia e cultura alimentar somos esse movimento de luta pela garantia do Direito Humano à Alimentação. Lutamos também pela vida das mulheres, que são mortas pelo machismo em suas casas.

Dia Internacional da Mulher Trabalhadora Rural

O Mecanismo de Facilitação da Participação da Sociedade Civil no Conselho Regional de Segurança Alimentar e Nutricional da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (MSC-CONSAN) e a Rede das Margaridas da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) reivindicam a concretização do compromisso político por parte dos Chefes de Estado e de Governo da CPLP de reconhecer e fortalecer o papel central das mulheres rurais para a concretização do direito humano à alimentação e nutrição no espaço lusófono.

Cadernetas agroecológicas na Amazônia

O vídeo, produzido pelo programa da FASE na Amazônia e pela Rede de Mulheres Empreendedoras Rurais da Amazônia (REMERA), mostra a importância da Caderneta Agroecológica para mulheres agricultoras da Amazônia.

Mulheres Guerreiras da Palha do Arroz

Desde 2016, 20 mulheres estão diretamente envolvidas na realização de ações de agricultura urbana na comunidade de Palha do Arroz, no Recife (PE). No vídeo” Mulheres Guerreiras da Palha do Arroz”, elas mesmas contam como começou a ação na comunidade, uma realização do Centro Sabiá, com apoio da CESE e parceria com o programa da FASE em Pernambuco e a Marcha Mundial das Mulheres (MMM).

Carta do I Conversatório de Mulheres do Oeste do Pará

No I Conversatório de Mulheres do Oeste do Pará, participantes se reuniram para debater sobre suas vidas e terras, que encontram-se ameaçadas pela expansão de projetos desenvolvimentistas em sua região. Esses empreendimentos têm expropriado e violado territórios e direitos. Estiveram presentes agricultoras familiares, agroextrativistas, ribeirinhas, indígenas, pescadoras, quilombolas e trabalhadoras urbanas, que são organizadas e articuladas em associações, redes e fóruns, desde o nível local até o internacional. Elas firmaram o compromisso de seguir na luta convocando mulheres do Pará, da Pan-Amazônia, do Brasil e do mundo inteiro a estabelecer uma profunda e radical aliança em prol do Bem Viver, da liberdade dos seus corpos e dos territórios.

Mães de Maio: “Por memória, verdade e justiça”

Maio, mês que coincide com a comemoração do mês das mães, também se tornou o ícone das lutas pela memória, verdade e justiça dos assassinatos cometidos pelo Estado na democracia. Em 2018, a Semana na Memória das Vítimas da Violência de Estado foi realizada entre 12 e 19 de maio. Sendo uma iniciativa legalmente conquistada pelo movimento das mães, o evento mais importante ocorreu na cidade de Salvador (BA): “III Encontro Internacional de Mães vítimas da Violência do Estado: por Justiça, Reparações e Revolução”, com a presença de mães, familiares e militantes, tanto do Brasil como de outros países. A partir desse contexto, Franciele Campos, integrante do coletivo Fórum Social de Manguinhos e do Cartel Adélias, e a argentina Valentina Carranza Weihmüller, comunicadora, educadora, pesquisadora sobre juventudes, educação e cultura (NUTES, UFRJ), escreveram artigo sobre esses temas.

8 de Março: É pela vida das mulheres

Neste dia 8 de Março, as mulheres em luta permanente ocuparão novamente as ruas erguendo suas vozes contra os retrocessos, o conservadorismo e a perda de direitos, em defesa da democracia, de suas vidas e de muitas outras mulheres pelo mundo