SAIU NA MÍDIA: Diretora Executiva da FASE participa da estreia do Podcast “Mulheres do Cerrado: diálogos sobre clima e sistemas alimentares”

No dia 11 de setembro, Dia Nacional do Cerrado, foi lançada a série “Mulheres do Cerrado: diálogos sobre clima e sistemas alimentares”, realizada pelo podcast…

A Geopolítica de Infraestrutura da China na América do Sul

O livro “A Geopolítica de Infraestrutura da China na América do Sul” trata do papel e lugar dos investimentos chineses nos processos por meio dos quais a globalização se materializa territorialmente no Brasil, em especial os megaprojetos de infraestrutura logística – as veias que rasgam o espaço planetário para canalizar os fluxos de mercadorias – no afã de garantir o controle capitalista e geopolítico de vias de escoamento de commodities agrícolas, minerais e energéticas e de proteína animal. Tendo em vista que a produção brasileira de commodities essenciais para a estabilidade da economia mundial tem importância estratégica, a publicação problematiza como a dimensão geopolítica incide sobre a formatação de agendas, programas e planos multilaterais e governamentais de infraestrutura, enfatizando em especial a ascensão da China e do Pacífico como eixos dinâmicos da economia mundial e o apetite crescente de capitais por oportunidades rentáveis de investimento. A partir do caso do Tapajós, o estudo debate como estes investimentos provocam conflitos territoriais com os grupos sociais estabelecidos, que são alienados dos debates sobre os megaprojetos, reagindo, em contrapartida, e desestabilizando o mais cartesiano dos planos governamentais, multilaterais ou capitalistas.

FASE RJ promove formação sobre os impactos das mudanças climáticas e a desigualdade no acesso à água na metrópole fluminense

Curso de extensão promovido pela FASE RJ, UERJ e Rede de Vigilância Popular em Saneamento e Saúde promove, com base na educação popular, reflexões sobre justiça socioambiental e os efeitos da crise climática nas favelas e periferias do Rio de Janeiro

SAIU NA MÍDIA: FASE participa de podcast internacional sobre justiça climática e expectativas para COP30

O evento destacou a denúncia de falsas soluções climáticas, como o mercado de carbono, e lançou o Mapa de Falsas Soluções Climáticas. Também foram discutidos os preparativos para a Cúpula dos Povos, que ocorrerá em paralelo à COP30

Visões alternativas ao Pagamento por Serviços Ambientais – Caderno 2

Este caderno tem como material de referência os debates da segunda oficina “Visões alternativas ao Pagamento por Serviços Ambientais (PSA)”, realizada pela FASE e pelo Grupo Carta de Belém. Em diferentes perspectivas, a publicação apresenta críticas ao crescente processo de mercantilização da natureza, expressas em falsas soluções propostas para os atuais problemas socioambientais.

Dois casos sérios em Mato Grosso: a soja e a cana-de-açúcar

O livro traz informações e gráficos, sobre a soja em Lucas do Rio Verde e a cana em Barra do Bugres, ambos municípios produtores de Mato Grosso. O livro é uma publicação do Formad, com coordenação do projeto pela FASE Mato Grosso.

Novo marco legal da mineração no Brasil: para quê? Para quem?

A pesquisa “Novo marco legal da mineração no Brasil: para quê? Para quem?”, indica algumas encruzilhadas diante do novo processo de regulamentação da atividade mineradora no país. O tema é relevante: o Plano Nacional de Mineração prevê investimentos de R$ 350 bi para o setor até 2030. A nova lei, ao que tudo indica, aumenta a participação do Estado nos resultados econômicos, mas não muda a tradição de distribuição excludente dos lucros e dos impactos negativos da atividade nos territórios. O estudo foi organizado por Julianna Malerba, da FASE, com artigos de Bruno Milanez, professor da UFJF e membro da Rede Brasileira de Justiça Ambiental e Luiz Jardim Moraes Wanderley, mestre em Geografia pela UFRJ.

Mulheres em Ação nas Cidades Periurbanas

Produzido no final de 2011, o material traz uma abordagem didática para explicar o que são as cidades periurbanas – no conceito político que vem sendo desenvolvido pela FASE. A cartilha ainda inclui a temática de gênero nos debates para garantir cidades realmente justas e sustentáveis.

Quem ganha e quem perde com o REDD e Pagamento por Serviços Ambientais?

Documento de Sistematização das Convergências do Grupo Carta de Belém extraídas do seminário sobre REDD+ e Pagamento por Serviços Ambinetais X Bens Comuns. O Grupo Carta de Belém é formado por Amigos da Terra Brasil, CUT, FASE, FETRAF, FAOR, Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Social, INESC, Jubileu Sul Brasil, Rede Brasil sobre Instituições Financeiras Multilaterais, Terra de Direitos e Via Campesina Brasil.

FASE encerra 2024 relembrando lutas e celebrando conquistas

O ano de 2024 foi marcado pela incidência política da FASE, tanto nacional quanto internacionalmente, que se consolida como importante organização de combate a violações de direitos humanos e socioambientais

Reforma da Previdência: risco para gerações

“Ao promover o desmonte da previdência e acabar com o conceito deseguridade social, o governo compromete presente e futuro de gerações de brasileiros e brasileiras”, alerta Coalizão Antiausteridade, da qual a FASE é parte. Em nota, destaca que a a Reforma da Previdência é mais uma etapa deste ajuste e que se insere no pacote das chamadas políticas de austeridade. E, ao contrário do que se dissemina aos quatro cantos do país, essa reforma não prevê mudança para aprimoramento ou conservação do sistema previdenciário e, sim, busca desmontá-lo para ser substituído por um novo regime: o de capitalização privada.

Campanha Direitos Valem Mais nas Eleições 2018

O Brasil está à beira de um colapso. A Coalizão Antiausteridade e pela Revogação da Emenda Constitucional 95/2016, articulação de movimentos sociais, conselhos de direitos, organizações, plataformas e redes da sociedade civil e associações acadêmicas, vem a público manifestar à sociedade brasileira e às candidatas e aos candidatos que participam do processo eleitoral 2018 a urgência da mudança do rumo da economia no país. Responsável pela Campanha Direitos Valem Mais, Não aos Cortes Sociais, a Coalizão destaca a importância fundamental de que as eleitoras e os eleitores de todo o país somente votem em candidaturas que se comprometam explicitamente com a revogação da Emenda Constitucional 95 e com o fim da chamada política econômica de austeridade.

Carta Política: “Nem neoliberalismo, nem desenvolvimentismo”

Esta carta, que chega em um momento marcado por rupturas institucionais no Brasil pós-golpe parlamentar-jurídico-midiático-empresarial, é um convite para recuperarmos, coletivamente, nossa capacidade de não tolerar injustiças, dispositivos e ações de discriminação sexistas, racistas e classistas. Diante das profundas mudanças por que passou a sociedade brasileira nas últimas décadas, após períodos de predomínio do neoliberalismo e ciclos desenvolvimentistas, a FASE vem atualizar e renovar os seus compromissos com as classes populares, povos e populações das cidades, do campo e das florestas e por densas transformações da sociedade. Entendemos que a construção de um Brasil democrático, sem desigualdades e com justiça ambiental passa pela crítica à ideologia do progresso e à ilusão do desenvolvimento.

FASE convida a refletir sobre as eleições municipais de 2024

A FASE divulgará reflexões e provocações sobre as eleições de 2024, em artigos e publicações nas redes sociais a partir de suas atuações e das vozes dos territórios e pautas de luta, com o selo “FASE nas Eleições”

Revista Poli – A volta da fome?

Maria Emília Pacheco, do Grupo Nacional de Assessoria (GNA) da FASE, foi uma das entrevistadas nas matérias “A gente não quer só comida” e “Farinata Pouca”, publicadas na Revista Poli nº55, editada pela Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (FioCruz). A edição debate a possibilidade da fome voltar com força ao país. Fazendo uma correlação entre pobreza e fome, as informações servem de alerta: dados do IBGE de 2015 mostram que voltou a crescer o número de famílias com rendimento per capita inferior a 25% do salário mínimo, a chamada pobreza extrema, e dados da Pnad Contínua, divulgados em 2017, indicam que metade dos trabalhadores brasileiros têm renda mensal inferior a um salário mínimo.

Mineração e biodiversidade: fronteiras entre destruir e conservar são retóricas

Artigo de Julianna Malerba, do Grupo Nacional de Assessoria (GNA) da FASE, critica as estratégias das grandes mineradoras para ampliar a fronteira de expansão de suas atividades no Brasil: flexibilizar a proteção constitucional ao meio ambiente e os direitos territoriais; desregular estruturas que limitam o acesso a áreas de interesse mineral; e criar mecanismos compensatórios que alterem a imagem negativa do setor extrativo. Entre outras questões, ela chama atenção para o leilão de fronteiras, reservas e terras de populações tradicionais ao grande capital. O texto também destaca como a questão era abordada antes a após o golpe que levou Michel Temer ao poder. Por meio de três medidas provisórias (MP 789, 790 e 791), novas propostas de mudanças ao Código Mineral vão ao encontro das demandas liberalizantes da bancada mineral.

Perfil Jean Pierre Leroy na Revista Trincheiras

Julianna Malerba, do Grupo Nacional (GNA) da FASE e membro da Rede Brasileira de Justiça Ambiental (RBJA), participa a 6ª edição da Revista Trincheiras, do Ibase, escrevendo um perfil do filósofo, socioambientalista e educador popular Jean Pierre Leroy. Com o títilo “Uma vida dedicada aos territórios do futuro”, o texto destaca a inspiração e o legado político por meio de palavras como alteridade, solidariedade e desejo de futuro. Jean Pierre Leroy, que integrou a FASE por 40 anos, faleceu em 10 de novembro de 2016.

Informativo Na Raça – 1ª edição

Mulheres de várias favelas e comunidades do Rio de Janeiro estiveram presentes na atividade Na Raça, que aconteceu em novembro de 2016, no campo do Society, em Manguinhos. Este ano, o Na Raça fez parte da programação do II Encontro da Rede Nacional de Mães e Familiares de Vítimas do Terrorismo do Estado. Maio, mês das mães, simboliza a luta de tantas mulheres no Brasil e mundo afora, em memória de seus filhos e na busca por justiça e responsabilização do Estado pela política de genocídio que vitimiza jovens negros, pobres e favelados. Diversas organizações de mães e dos movimentos sociais estiveram nas ruas mais uma vez bradando: “Os nossos mortos tem voz. Os nossos mortos tem mãe”.

FASE faz nova rodada de debate sobre cuidados digitais no Rio

Segurança na internet, utilização de senhas e privacidade na rede foram alguns dos assuntos abordados na oficina