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30/09/2017Justiça Ambiental Água é bem comum, território, alimento e vida Maiana Maia, da FASE, foi uma das convidadas do evento de lançamento internacional do Fórum Alternativo Mundial da Água (FAMA), realizado no dia 25 de setembro em São Paulo. Ela falou sobre a importância da água como bem comum e sobre a resistência dos povos frente sua privatização. O FAMA será promovido em 2018, em Brasília, e é formado por organizações da sociedade civil, sindicatos e movimentos populares e ambientais, nacionais e internacionais, que têm o objetivo de discutir a água como um direito, e não mercadoria.
17/07/2017Justiça Ambiental Série Bens Comuns: Teca, do Águas do Gandarela (MG) Maria Teresa Corujo, mais conhecida como Teca, faz parte do movimento Águas do Gandarela. Ela e seus companheiros lutam em Minas Gerais contra a expansão da mineração e em defesa das águas. As entrevistas para essa série " Vozes pela Vida: a luta em defesa dos Bens Comuns" foram gravadas durante o Seminário Nacional "Bens Comuns: diálogos de práticas e saberes contra-hegemônicos", promovido em outubro de 2016 pelas seguintes organizações: FASE, RBJA, Núcleo Tramas, Movimento Águas da Gandarela, SOF e IFPR.
17/07/2017Justiça Ambiental Série Bens Comuns: Manoel Inácio, do CicloVida (CE) Manoel Inácio, do Ceará, integra iniciativas em defesa dos bens comuns: viagens de bicicleta pela América Latina para trocar sementes e fortalecer a diversidade alimentar da região; e mobilizações comunitárias a fim de rebrotar olhos d'água no semiárido. As entrevistas para essa série " Vozes pela Vida: a luta em defesa dos Bens Comuns" foram gravadas durante o Seminário Nacional "Bens Comuns: diálogos de práticas e saberes contra-hegemônicos", promovido em outubro de 2016 pelas seguintes organizações: FASE, RBJA, Núcleo Tramas, Movimento Águas do Gandarela, SOF e IFPR.
28/11/2016Justiça Ambiental Não foi acidente Quantas Marianas (MG) serão necessárias para que o Brasil reveja seu modelo de desenvolvimento? A partir dessa questão, a FASE, a Rede Brasileira de Justiça Ambiental (RBJA) e o Comitê Nacional em Defesa dos Territórios Frente à Mineração produziriam o vídeo “Não foi acidente”. Além de relembrar as irresponsabilidades da empresa, controlada pela Vale e pela BHP Billiton, a produção destaca que o crime ambiental está relacionado a uma lógica que se repete pelo país, ameaçando a biodiversidade, a economia local e os modos de vida de populações em diversos territórios.
25/10/2016Justiça Ambiental Bens Comuns: Práticas e Saberes Contra-hegemônicos Vídeo produzido pela Couro de Rato relata os objetivos e experiências do Seminário Bens Comuns: Diálogos de Práticas e Saberes Contra-Hegemônicos, realizado pela FASE, pela Rede Brasileira de Justiça Ambiental (RBJA), pelo Núcleo Tramas, pelo Movimento Águas da Gandarela, pela Sempreviva Organização Feminista (SOF) e pelo Grupo de Pesquisa Identidades Coletivas, Conflitos Territoriais e Educação Emancipatória (IFPR), com o apoio das Fundações Boll Brasil e Ford. O evento ocorreu no Rio de Janeiro, nos dias 4 e 5 de outubro. Leia a cobertura do evento: http://bit.ly/2dPPvNR.
11/07/2012Justiça Ambiental “Para falar de justiça ambiental, é importante falar de injustiça ambiental” “Para falar de justiça ambiental, é importante falar de injustiça ambiental. Tem a ver com o fato de que certas populações são afetadas pelo que o desenvolvimento econômico produz”, esclarece Marcelo Firpo, coordenador da pesquisa do Mapa, ao programa Globo Ecologia. No Brasil, a criação da Rede Brasileira de Justiça Ambiental (RBJA), em 2001, difundiu e consolidou a discussão sobre o conceito, caro à FASE, e influenciando movimentos sociais e organizações.
17/12/2010Justiça Ambiental Maranhão, seu contexto, seus conflitos Desde a implantação da Alumar na década de 80, os conflitos socioambientais têm se acirrado no Maranhão. Atualmente são previstos diversos grandes projetos para o litoral nordeste do estado. Entre os maiores atingidos, novamente, estão moradores de comunidades tradicionais como quilombolas, indígenas e extrativistas. Neste vídeo, representantes de movimentos sociais, associações de moradores e grupos populares do Maranhão identificam os conflitos e revelam sua inquietação na luta contra as ações de empresas mineradoras, siderúrgicas, monocultivos e até setores do governo.
09/01/2010Justiça Ambiental Cruzando o Deserto Verde (parte 2) Este documentário denuncia o processo de implantação das fábricas de celulose que invadiram o norte do Espírito Santo e o Sul da Bahia que não respeitou nem a cultura nem o território de tribos indígenas, quilombos, pescadores e produtos rurais, desarticulando seu modo de vida e provocando a destruição de rios e da Mata Atlântica, restando apenas um grande deserto verde. Realização:Movimento Alerta Contra o Deserto Verde - Apoio: Fase/Comin-Igreja Luterana - Texto e Direção: Ricardo Sá
09/01/2010Justiça Ambiental Cruzando o Deserto Verde (parte 3) Este documentário denuncia o processo de implantação das fábricas de celulose que invadiram o norte do Espírito Santo e o Sul da Bahia que não respeitou nem a cultura nem o território de tribos indígenas, quilombos, pescadores e produtos rurais, desarticulando seu modo de vida e provocando a destruição de rios e da Mata Atlântica, restando apenas um grande deserto verde. Realização:Movimento Alerta Contra o Deserto Verde - Apoio: Fase/Comin-Igreja Luterana - Texto e Direção: Ricardo Sá
09/01/2010Justiça Ambiental Cruzando o Deserto Verde (parte 4) Este documentário denuncia o processo de implantação das fábricas de celulose que invadiram o norte do Espírito Santo e o Sul da Bahia que não respeitou nem a cultura nem o território de tribos indígenas, quilombos, pescadores e produtos rurais, desarticulando seu modo de vida e provocando a destruição de rios e da Mata Atlântica, restando apenas um grande deserto verde. Realização:Movimento Alerta Contra o Deserto Verde - Apoio: Fase/Comin-Igreja Luterana - Texto e Direção: Ricardo Sá
09/01/2010Justiça Ambiental Cruzando o Deserto Verde (parte 5) Este documentário denuncia o processo de implantação das fábricas de celulose que invadiram o norte do Espírito Santo e o Sul da Bahia que não respeitou nem a cultura nem o território de tribos indígenas, quilombos, pescadores e produtos rurais, desarticulando seu modo de vida e provocando a destruição de rios e da Mata Atlântica, restando apenas um grande deserto verde. Realização:Movimento Alerta Contra o Deserto Verde - Apoio: Fase/Comin-Igreja Luterana - Texto e Direção: Ricardo Sá


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