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17/07/2017Justiça Ambiental Série Bens Comuns: Teca, do Águas do Gandarela (MG) Maria Teresa Corujo, mais conhecida como Teca, faz parte do movimento Águas do Gandarela. Ela e seus companheiros lutam em Minas Gerais contra a expansão da mineração e em defesa das águas. As entrevistas para essa série " Vozes pela Vida: a luta em defesa dos Bens Comuns" foram gravadas durante o Seminário Nacional "Bens Comuns: diálogos de práticas e saberes contra-hegemônicos", promovido em outubro de 2016 pelas seguintes organizações: FASE, RBJA, Núcleo Tramas, Movimento Águas da Gandarela, SOF e IFPR.
17/07/2017Justiça Ambiental Série Bens Comuns: Manoel Inácio, do CicloVida (CE) Manoel Inácio, do Ceará, integra iniciativas em defesa dos bens comuns: viagens de bicicleta pela América Latina para trocar sementes e fortalecer a diversidade alimentar da região; e mobilizações comunitárias a fim de rebrotar olhos d'água no semiárido. As entrevistas para essa série " Vozes pela Vida: a luta em defesa dos Bens Comuns" foram gravadas durante o Seminário Nacional "Bens Comuns: diálogos de práticas e saberes contra-hegemônicos", promovido em outubro de 2016 pelas seguintes organizações: FASE, RBJA, Núcleo Tramas, Movimento Águas do Gandarela, SOF e IFPR.
28/11/2016Justiça Ambiental Não foi acidente Quantas Marianas (MG) serão necessárias para que o Brasil reveja seu modelo de desenvolvimento? A partir dessa questão, a FASE, a Rede Brasileira de Justiça Ambiental (RBJA) e o Comitê Nacional em Defesa dos Territórios Frente à Mineração produziriam o vídeo “Não foi acidente”. Além de relembrar as irresponsabilidades da empresa, controlada pela Vale e pela BHP Billiton, a produção destaca que o crime ambiental está relacionado a uma lógica que se repete pelo país, ameaçando a biodiversidade, a economia local e os modos de vida de populações em diversos territórios.
25/10/2016Justiça Ambiental Bens Comuns: Práticas e Saberes Contra-hegemônicos Vídeo produzido pela Couro de Rato relata os objetivos e experiências do Seminário Bens Comuns: Diálogos de Práticas e Saberes Contra-Hegemônicos, realizado pela FASE, pela Rede Brasileira de Justiça Ambiental (RBJA), pelo Núcleo Tramas, pelo Movimento Águas da Gandarela, pela Sempreviva Organização Feminista (SOF) e pelo Grupo de Pesquisa Identidades Coletivas, Conflitos Territoriais e Educação Emancipatória (IFPR), com o apoio das Fundações Boll Brasil e Ford. O evento ocorreu no Rio de Janeiro, nos dias 4 e 5 de outubro. Leia a cobertura do evento: http://bit.ly/2dPPvNR.
11/07/2012Justiça Ambiental “Para falar de justiça ambiental, é importante falar de injustiça ambiental” “Para falar de justiça ambiental, é importante falar de injustiça ambiental. Tem a ver com o fato de que certas populações são afetadas pelo que o desenvolvimento econômico produz”, esclarece Marcelo Firpo, coordenador da pesquisa do Mapa, ao programa Globo Ecologia. No Brasil, a criação da Rede Brasileira de Justiça Ambiental (RBJA), em 2001, difundiu e consolidou a discussão sobre o conceito, caro à FASE, e influenciando movimentos sociais e organizações.
17/12/2010Justiça Ambiental Maranhão, seu contexto, seus conflitos Desde a implantação da Alumar na década de 80, os conflitos socioambientais têm se acirrado no Maranhão. Atualmente são previstos diversos grandes projetos para o litoral nordeste do estado. Entre os maiores atingidos, novamente, estão moradores de comunidades tradicionais como quilombolas, indígenas e extrativistas. Neste vídeo, representantes de movimentos sociais, associações de moradores e grupos populares do Maranhão identificam os conflitos e revelam sua inquietação na luta contra as ações de empresas mineradoras, siderúrgicas, monocultivos e até setores do governo.
09/01/2010Justiça Ambiental Cruzando o Deserto Verde (parte 2) Este documentário denuncia o processo de implantação das fábricas de celulose que invadiram o norte do Espírito Santo e o Sul da Bahia que não respeitou nem a cultura nem o território de tribos indígenas, quilombos, pescadores e produtos rurais, desarticulando seu modo de vida e provocando a destruição de rios e da Mata Atlântica, restando apenas um grande deserto verde. Realização:Movimento Alerta Contra o Deserto Verde - Apoio: Fase/Comin-Igreja Luterana - Texto e Direção: Ricardo Sá
09/01/2010Justiça Ambiental Cruzando o Deserto Verde (parte 3) Este documentário denuncia o processo de implantação das fábricas de celulose que invadiram o norte do Espírito Santo e o Sul da Bahia que não respeitou nem a cultura nem o território de tribos indígenas, quilombos, pescadores e produtos rurais, desarticulando seu modo de vida e provocando a destruição de rios e da Mata Atlântica, restando apenas um grande deserto verde. Realização:Movimento Alerta Contra o Deserto Verde - Apoio: Fase/Comin-Igreja Luterana - Texto e Direção: Ricardo Sá
09/01/2010Justiça Ambiental Cruzando o Deserto Verde (parte 4) Este documentário denuncia o processo de implantação das fábricas de celulose que invadiram o norte do Espírito Santo e o Sul da Bahia que não respeitou nem a cultura nem o território de tribos indígenas, quilombos, pescadores e produtos rurais, desarticulando seu modo de vida e provocando a destruição de rios e da Mata Atlântica, restando apenas um grande deserto verde. Realização:Movimento Alerta Contra o Deserto Verde - Apoio: Fase/Comin-Igreja Luterana - Texto e Direção: Ricardo Sá
09/01/2010Justiça Ambiental Cruzando o Deserto Verde (parte 5) Este documentário denuncia o processo de implantação das fábricas de celulose que invadiram o norte do Espírito Santo e o Sul da Bahia que não respeitou nem a cultura nem o território de tribos indígenas, quilombos, pescadores e produtos rurais, desarticulando seu modo de vida e provocando a destruição de rios e da Mata Atlântica, restando apenas um grande deserto verde. Realização:Movimento Alerta Contra o Deserto Verde - Apoio: Fase/Comin-Igreja Luterana - Texto e Direção: Ricardo Sá
09/01/2010Justiça Ambiental Cruzando o Deserto Verde (parte 6) Este documentário denuncia o processo de implantação das fábricas de celulose que invadiram o norte do Espírito Santo e o Sul da Bahia que não respeitou nem a cultura nem o território de tribos indígenas, quilombos, pescadores e produtos rurais, desarticulando seu modo de vida e provocando a destruição de rios e da Mata Atlântica, restando apenas um grande deserto verde. Realização:Movimento Alerta Contra o Deserto Verde - Apoio: Fase/Comin-Igreja Luterana - Texto e Direção: Ricardo Sá


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