Reflexões sobre a (in)segurança pública carioca

Em artigo, Rachel Barros, educadora da FASE no RJ, diz que é preciso criar um discurso que não seja apenas combativo e de denúncia, mas que dispute a compreensão e a crença da população em relação a violência urbana instaurada na cidade

Paradoxos da política de saneamento básico no Brasil

O atual contexto político trouxe mais riscos a um processo político em defesa do saneamento básico. O desmonte dessa construção, porém, teve início com a aposta nas Parceirias Público Privadas (PPPs)

Animação: “Que FASE é essa?”

A animação “Que FASE é essa?” explica o trabalho da organização FASE – Solidariedade e Educação. O título é sugestivo, já que também brinca com a importância de organizações de luta por direitos e pela radicalização da democracia, como é o caso da nossa, em um contexto de crise democrática no Brasil. A produção foi elaborada em novembro de 2016, ano de golpe no país e mês em que a FASE completa 55 anos. Além de explicar quais são as atuais causas da organização, o vídeo destaca seu papel ao longo dos anos.

Habitat III: Nova Agenda Urbana baseada em antigos princípios neoliberais

A Conferência da ONU sobre Moradia e Desenvolvimento Urbano Sustentável (Habitat III) ocorreu no Equador. Organizações e movimentos sociais, inclusive a FASE, estiveram em Quito para defender uma lógica contrária à privatização de serviços urbanos

Território Ocupado

A fim de evidenciar os efeitos nocivos das recentes transformações urbanas no Rio de Janeiro, o documentário “Território Ocupado” registrou a sobreposição de intervenções em um espaço onde a vida permaneceu pela resistência: a zona portuária da cidade. O filme, uma realização do programa da FASE no Rio de Janeiro e do Laboratório de Imagem da Faculdade de Serviço Social (FSS/UERJ).
A partir de diferentes dimensões, moradores do Morro da Providência, considerada a primeira favela brasileira, e do bairro Caju, são destaque no documentário, que aborda os primeiros grandes aterros, a atividade portuária, o surgimento da capoeira, o cotidiano de pescadores da região, dentre outros pontos. A zona portuária carioca é o local onde foi construída a primeira estrada de ferro do Brasil, algo também comentado na produção. A herança ancestral africana está presente na fala das entrevistadas e entrevistados, que consideram extremamente violentas as recentes transformações do Rio de Janeiro em uma “cidade global”, tanto do ponto de vista material e como simbólico.

Juventudes e Direitos nas Cidades

Documentário com os jovens que participaram do programa Juventudes e Direitos nas Cidades, promovido com o apoio da Ajuda da Igreja da Noruega (AIN) .O vídeo tem como base o acúmulo de trabalho com jovens realizado por seis organizações: FASE, Diaconia, Koinonia, Viva Favela, Ibase e Ação Educativa no Brasil. As transformações na vida desses jovens entre 2011 e 2015 são abordadas nessa produção. No caso da FASE, foram entrevistados jovens de Pernambuco, Rio de Janeiro e Amazônia. O vídeo foi realizado graças a uma iniciativa de estudantes secundaristas: a campanha Operação Dia de trabalho (OD).

Porto Maravilha: as transformações urbanas na região portuária do Rio

Em artigo publicado no site da Fundação Heinrich Böll Brasil, Aercio de Oliveira fala sobre os rumos do projeto “Porto Maravilha” e das milhares de famílias que foram removidas para dar espaço ao capital

Impactos da militarização da cidade na vida das mulheres

A elitização dos espaços urbanos tornou-se uma prática do poder público, imposta pela violência e pelo racismo. A militarização dos espaços pobres e periféricos atinge especialmente as mulheres. No dia 9 de dezembro de 2015, um ato, realizado no Largo da Carioca, no Centro do RJ, foi o ponto culminante de um processo de educação popular realizado ao longo de 2015. O vídeo registra a manifestação, sendo é uma produção da FASE, Justiça Global, o Laboratório de Imagem da UERJ e Couro de Rato, com apoio da Heinrich Böll Brasil.

Dia Mundial da Água! Comemorar o que mesmo?

Estamos na semana do Dia Mundial da Água e o objetivo é chamar a atenção da população para sua preservação. Diante do imenso déficit no acesso à água e dos muitos problemas sociais e de saúde que isso produz, não temos muito que comemorar

More Democracy, to Defend the Rule of Law

FASE is concerned about the political process underway in Brazil. Recent events are weakening the country’s still fragile democracy. We also recall the need to continue opposing the present overall approach to development

Por mais Democracia e em defesa do Estado de Direito

A FASE se preocupa com o momento político vivido pelo país. Os recentes acontecimentos enfraquecem a democracia brasileira, que ainda é tão frágil. Ao mesmo tempo, reforçamos que é preciso continuar lutando contra o atual modelo de desenvolvimento

Organizações da Sociedade Civil na América Latina, direito à cidade e autocrítica já!

Em artigo, Evanildo Barbosa e Joana Barros, da FASE, expõem motivos para ampliar os interesses sobre temas que sempre desafiaram as esquerdas sociais no campo das problemáticas urbanas, criticando as receitas das “cidades-mercado” e o atual modelo de desenvolvimento

Cartografia social urbana: impactos do desenvolvimento e da violência institucional na vida das mulheres moradoras do Caju e de Manguinhos / Rio de Janeiro

A publicação é o resultado do trabalho de moradoras dos Conjuntos de Favelas do Caju e de Manguinhos, de educadoras populares, militantes e pesquisadoras de organizações acadêmicas e de defesa dos direitos humanos que se reuniram ao longo de 2014 para debater, analisar e buscar meios para combater a violência institucional cometida contra as mulheres.

A barbárie avança e devora a possibilidade de efetivar o “Estado de Direitos”

Em mais um episódio de violência, cinco jovens foram assassinados por policiais militares do Rio de Janeiro. Em artigo, Aercio de Oliveira ressalta que ao invés de garantir a efetividade de direitos, o Estado torna-se violador ao eliminar vidas.

Territórios de Utopia: resistências aos impactos dos projetos de desenvolvimento no Brasil

O sexto número da série Caderno de Debates apresenta diferentes iniciativas de Cartografia Social desenvolvidas pela FASE nos últimos anos. Esse processo participativo revela diferentes realidades sociais, ambientais e territoriais, visando contribuir para o processo de articulação e integração de lutas. A partir da realização de oficinas, esse trabalho foi construído junto a mulheres do Espírito Santo, Pernambuco e Rio de Janeiro. A publicação também reúne reflexões e interlocuções sobre a vida de pescadoras e pescadores atingidos por diversos megaprojetos ditos de desenvolvimento espalhados pelo país.

Jovens negras do Brasil e a transmissão geracional do racismo e da desigualdade

Artigo integra o encarte especial “Juventudes e a desigualdade no urbano” da edição nº 100 do Le Monde Diplomatique Brasil. A publicação foi realizada pela Oxfam Brasil, em parceria com organizações da sociedade civil, dentre elas a FASE

FASE participa do Conexão Futura sobre ‘Cidades Insustentáveis’

Joana Barros, do Grupo Nacional de Assessoria (GNA) da FASE, participou do Conexão Futura sobre “Cidades Insustentáveis”. A conversa, exibida no Canal Futura em 20 de agosto de 2015, incluiu reflexões sobre poluição, moradias precárias, engarrafamentos, transporte, insegurança, falta d’água etc. Também se debateu formas de tornar as cidades mais humanas e acolhedoras. Além de Joana, participaram do programa Mariana Matera Veras, do Laboratório de Poluição Atmosférica Experimental da Universidade de São Paulo, e Victor Andrade, do Programa de Pós-graduação em Urbanismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Manguinhos tem fome de Direitos

A cartilha “Manguinhos tem fome de Direitos” é uma realização do Fórum Social de Manquinhos e tem como objetivo apresentar aos moradores da favela de Manguinhos, localizada na zona norte da cidade do Rio de Janeiro, a Segurança Pública como um dos Direitos Humanos. Trata-se de um instrumento que pode colaborar na prevenção aos abusos e às violações praticados por agentes do Estado orientados pela política de Segurança Pública. A cartilha contou com o apoio do programa da FASE no Rio de Janeiro. Foi construída a partir da realização de rodas de conversa com grupos que sofrem as maiores violações de segurança pública em Manguinhos – jovens, mulheres e negros.

Caderno de Debates 5 – Zona portuária do Rio de Janeiro: sujeitos e conflitos

Do ponto de vista quantitativo, não há dúvidas sobre a importância dos espaços urbanos para a compreensão das atuais dinâmicas em sociedade. Temos mais de 84% da população brasileira vivendo no espaço urbano. A partir de diversas abordagens, a publicação “Zona Portuária do Rio de Janeiro: Sujeitos e Conflitos” faz um convite à reflexão sobre como as políticas públicas e projetos urbanísticos têm sido implementados, bem como traz elementos para se pensar em possíveis soluções frente às atuais dinâmicas nos grandes centros urbanos. Esperamos que as provocações instigadas pelos artigos sirvam de insumos para novos estudos e iniciativas que primem pela garantia do Direito à Cidade.

Caderno de Debates 4 – Brics: tensões do desenvolvimento e impactos socioambientais

O quarto número da série Cadernos de Debates tem como reflexão orientadora os BRICS- formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. A dimensão urbana é um dos principais pontos abordados, já que a forma como as cidades têm se materializado coaduna com a orientação econômica compartilhada pelos países desse bloco econômico e político. A publicação conta com artigos sobre temas como: a questão indígena e o planejamento energético brasileiro; os Impactos socioambientais da mineração em diferentes abordagens; a cooperação internacional na África e sua relação com os BRICS; e os violentos processos de deslocamentos urbanos na Índia. Além disso, traz dois ensaios fotográficos: um sobre os contrastes de um grande empreendimento em um pequeno território da costa do ES; e outro com imagens da China, um país superpopuloso em acelerado ritmo de urbanização.