FASE marca presença no 2º Encontro Nacional de Agricultura Urbana em Recife

De 30 de julho a 2 de agosto, Recife, Pernambuco, foi palco do 2º Encontro Nacional de Agricultura Urbana (ENAU), um espaço de reflexão, articulação…

Amazônia Agroecológica / Calendário 2020

O projeto Amazônia Agroecológica é uma ação articulada entre o Fundo Dema e os programas regionais da Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional (FASE) nos estados do Mato Grosso e Pará.
Com duração de 36 meses, a ação conta com o apoio do Fundo Amazônia. Tem como objetivo dinamizar e fortalecer práticas agroecológicas para a promoção da conservação e uso sustentável da biodiversidade, a recuperação de áreas degradadas, a garantia da segurança alimentar e nutricional e dos direitos territoriais. Isso por meio do apoio a projetos comunitários e ações a serem desenvolvidas pela FASE nos territórios.

Fortaleza sedia Seminário da Cúpula dos Povos Nordeste rumo à COP 30

Evento acontece de 21 a 23 de agosto na UFC e reúne movimentos sociais, pesquisadores e comunidades em defesa da justiça climática

SAIU NA MÍDIA: Diretora Executiva da FASE participa de encontro sobre mercantilização da natureza com organizações da América Latina e Caribe

Leticia Tura, Diretora Executiva da FASE, participou do Encontro sobre Mercados da Natureza, realizado pela GRAIN e Coordinadora Latinoamericana de Organizaciones del Campo (CLOC)/Vía Campesina.

Dos Cerrados e de suas riquezas: de saberes vernaculares e de conhecimento científico

A publicação organizada por Diana Aguiar, da FASE, e Valéria Pereira Santos, da Comissão Pastoral da Terra (CPT), traz as análises acumuladas pelo professor Carlos Walter Porto-Gonçalves, da Universidade Federal Fluminense (UFF), em cerca de vinte anos de andanças pelos territórios dos Cerrados e diálogo com seus povos. O próprio Cerrado é, em si mesmo, uma ode ao diálogo na diversidade. Bioma dominante no Brasil Central, o Cerrado faz contato com quase todos os outros biomas brasileiros e, nessas variadas tensões ecológicas, multiplica suas riquezas em interação com as riquezas da Amazônia, da Caatinga e da Mata Atlântica. Ademais, como berço das águas que é, o Cerrado presenteia não somente seus povos, como também os povos que vivem nesses outros biomas, com fundamentais rios e aquíferos, desde vários afluentes do Madeira ao Velho Chico, do rio Paraná ao Parnaíba, do Doce ao rio Paraguai. “Apresentamos essa publicação como um subsídio da CPT e da FASE para o processo que construímos coletivamente entre tantos movimentos sociais, organizações da sociedade civil, povos e comunidades dos Cerrados e pesquisadores/as, cujo diálogo contínuo de saberes deságua na e alimenta a Campanha Nacional em Defesa do Cerrado”.

NUPA participa de reunião com delegação do Parlamento Europeu sobre Acordo Mercosul-UE

Entre os dias 21 e 23 de julho, uma missão oficial da Comissão de Comércio Internacional (INTA) do Parlamento Europeu esteve no Brasil para aprofundar…

Edital para área de comunicação

A FASE (Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional), organização sem fins lucrativos, que atua em seis estados brasileiros e tem sua sede nacional no Rio de Janeiro, abre 01 (uma) vaga para técnico em planejamento e desenvolvimento social para função de coordenação da Comunicação da FASE.

Amazônia Agroecológica / Plano de Comunicação

Este Plano de Comunicação visa direcionar um conjunto de estratégias de comunicação de forma a consolidar relação com os públicos de interesse e também pautar ações protagonizadas pelos beneficiários nos estados do Pará e Mato Grosso. Ao mesmo tempo, outro pilar será fortalecer canais de diálogo com a sociedade sobre os temas, os sujeitos e os territórios relacionados ao Projeto. Apresentamos as ações previstas no ano de 2019. Acreditamos que elas se constituem como ponto de partida na construção de uma identidade que represente os objetivos do ‘Amazônia Agroecológica’.

Agricultoras e agricultores familiares como agentes da restauração no projeto “Quintais Produtivos para Recuperação das Áreas Degradadas em Mato Grosso”

Enquanto o agricultor e agrofloresteiro José Leal da Silva Neto coloca suas botinas para nos mostrar a floresta que plantou, conta um pouco de sua…

FASE reúne lideranças e especialistas em seminário nacional sobre águas

Seminário Caminho das Águas aconteceu no Rio de Janeiro e debateu problemas e alternativas para a defesa das águas no Brasil.

SAIU NA MÍDIA: Coordenadora do NUPA destaca construção coletiva da Cúpula dos Povos rumo à COP30

Maureen Santos ressalta importância de integrar agendas e fortalecer alianças entre povos, territórios e movimentos sociais na luta por justiça climática e transição justa em Belém.

FASE MT e CTA realizam Avaliação e Confraternização no projeto “Quintais Produtivos para Recuperação de áreas degradadas no Mato Grosso”

No dia 17 de maio, a FASE MT e o CTA (Centro de Tecnologias Alternativas) realizaram, em conjunto com as famílias envolvidas no projeto “Quintais…

FASE MT e CTA avançam na produção de mudas para recuperação de áreas degradadas em Mato Grosso

Visando a recomposição da vegetação nativa em conjunto com a inserção de espécies frutíferas que possibilitem a obtenção de renda por parte dos agricultores, mais de 14 espécies vem sendo cultivadas no viveiro do Centro de Tecnologia Alternativa (CTA), localizado em Pontes e Lacerda (MT), e nos viveiros comunitários construídos nas comunidades nas quais residem as 80 famílias beneficiárias do projeto.

FASE Mato Grosso e Centro de Tecnologia Alternativa (CTA) realizam oficina de restauração para combate da erosão do solo na região das Botas

A equipe da FASE Mato Grosso esteve com o Centro de Tecnologia Alternativa (CTA) no PA Floresta, situado no município de Araputanga (MT), para realização de uma oficina de restauração a partir da prática de demarcação das curvas de nível em uma área extremamente suscetível à voçorocas, algumas já em processo de formação.

NOTA: Pelo respeito ao estado democrático de direito

Em nota, o PAD (Processo de Articulação e Diálogo Internacional) – do qual a FASE é parte – critica os ataques à democracia e à estabilidade social vindas da maior autoridade do país. “Esses ataques não podem ser minimizados como sendo de ‘cunho pessoal’. Urge que as instituições democráticas reajam com veemência a este tipo de atitude e promovam a responsabilização constitucional. Também confiamos que as organizações populares da sociedade civil se engajem na formação de uma ampla frente de luta conjunta para defender a democracia e a liberdade, o Estado Democrático de Direito e a garantia da realização de todos os direitos humanos para todos/as os/as brasileiros/as”.

SAIU NA MÍDIA: Educador da FASE Amazônia critica mercado de carbono sem escuta aos povos indígenas e comunidades tradicionais

Pedro Martins reforça a importância de garantir que esses grupos tenham voz ativa na formulação de políticas que afetam diretamente seus territórios.

SAIU NA MÍDIA: Educadores da FASE Amazônia lançam artigo sobre consequências da seca na região amazônica

O artigo “Seca na Amazônia: insegurança alimentar, injustiças socioambientais e violações de direitos”, publicado no Nexo, traz as consequências do cenário de seca e das temperaturas elevadas para a região.

A luta camponesa construindo transição agroecológica no Mato Grosso: resistência ao modelo hegemônico da pecuária industrial

O relatório “Alternativas agroecológicas à produção animal industrial” traz estudos de caso recentemente compilados por membros e aliados da Coalizão Mundial pelas Florestas (GFC) no Brasil, Chile, México e Paraguai que destacam como o território e a vida de camponeses e povos indígenas são servidas “de bandeja” ao agronegócio. Para o estudo de caso do Brasil foi apresentado o assentamento de reforma agrária Roseli Nunes, no Sudoeste do Mato Grosso. Há quase vinte anos, o assentamento se constitui em uma experiência de resistência ao modelo hegemônico do agronegócio. Mesmo sofrendo pressões diversas e uma série de incentivos públicos e privados para ceder à pecuária industrial, o movimento agroecológico organiza as famílias que resistem e contribuem para a soberania alimentar. As estratégias produtivas e de comercialização contra-hegemônicas manejadas pelas famílias articuladas na Associação Regional de Produtores Agroecológicos (ARPA) mostram que a agroecologia se faz com o pé no chão e a perseverança da organização social.