FASE ES denuncia injustiças decorrentes do plano de construção do Porto Central

Regional apresentou carta à Comissão de Direitos Humanos da ALES enumerando violações relacionadas ao projeto e cobrando providências

FASE Rio realiza oficina sobre direito à água e saneamento básico em Japeri

Educação política popular é uma das metas do projeto “Água para quê e para quem?”, apoiado pela Fundação Tinker.

FASE Rio promove seminário sobre acesso à água no estado visibilizando resistências

O seminário reuniu mais de 70 representantes da sociedade civil no centro do Rio de Janeiro, no dia 20 de março, na semana do Dia Mundial da Água

Encontro de Mulheres Quilombolas do Território do Sapê do Norte tem apoio da FASE Espírito Santo

A iniciativa reuniu 100 mulheres de 18 comunidades dos municípios de São Mateus e Conceição da Barra

Os Ladrões e Poluidores das Águas

No Dia Mundial da Água temos muito a lutar para que a água seja protegida como bem comum. No Brasil, 35 milhões de pessoas não têm acesso a esse Direito Humano.

Saiba quem são “Os Ladrões e Poluidores da Água” no vídeo feito pela FASE com apoio da Fundação Tinker.

Combate à fome: FASE é destaque no lançamento da Missão Josué de Castro

A intenção é garantir a segurança alimentar de 5 milhões de pessoas, a partir de sistemas alimentares de base familiar

(SOBRE)VIVÊNCIAS: mulheres sujeitadas pela violência, mulheres sujeitas da resistência

A violência contra as mulheres, (ou pior!), as múltiplas e interconectadas violências contra as mulheres estão postas como um elemento inquestionável da nossa realidade, operando em todas as escalas e ambientes. A nível de país, de continente, de mundo, numa comunidade rural ou na megalópole, dentro de casa, no ônibus, na rua, no ambiente de trabalho, na escola, na universidade, na política, nos hospitais, nos tribunais, nos relacionamentos: não há um único lugar, a não ser nos nossos corações e na letra de algumas legislações, onde esteja assegurado que meninas e mulheres possam gozar de uma vida livre de violência.

O agravamento de práticas agrícolas com uso de agrotóxicos e o enfrentamento na Região do Baixo Amazonas

A Região Metropolitana de Santarém localizada na região Oeste do Pará, que compreende os municípios de Santarém, Belterra e Mojui dos campos é composta por uma diversidade de comunidades e povos tradicionais – agricultores (as) familiares, agroextrativistas, quilombolas e povos indígenas –  caracterizados historicamente, entre outros fatores numa forte relação com o território e pela intensa utilização dos recursos naturais (uso da floresta, capoeiras, caça, pesca e a biodiversidade) que combinam o uso comum desses recursos e apresentam uma estreita interface com o ambiente local. Sujeitos que tratam a terra como bem comum e não como objeto de troca em caráter mercantil

Vídeo “Conecta Território”

Este vídeo é resultado da formações em Direitos Territoriais e Comunicação Popular na Amazônia.

Carta manifesto contra MP 1.154

O substitutivo para a Medida Provisória 1154, aprovado na comissão Mista, desestrutura o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e os órgãos a ele vinculados e enfraquece o Ministério dos Povos Indígenas (MPI).

O texto precisa ser necessariamente alterado pelos plenários da Câmara dos deputados e do Senado Federal.

Carta Pública pela garantia de direito das mulheres costureiras de Pernambuco

Nós mulheres faccionistas Do Polo de Confecções somos muitas e diversas: jovens, maduras, casadas, solteiras. E a maioria de nós é negra, com filhos e filhas. Muitas viemos da agricultura e trabalhamos desde a infância. Hoje, somos trabalhadoras do Polo de Confecções localizado em várias cidades da região agreste do estado de Pernambuco, como: Caruaru, Toritama, Santa Cruz do Capibaribe, Agrestina, Brejo de Madre de Deus, Cupira, Riacho das Almas, Surubim, Taquaratinga do Norte e Vertentes, além de Paulista, na Região Metropolitana de Recife.

Neste importante ano de eleições, 2022, lançamos essa pergunta as/aos candidatas agovernador/a, senadores/as e deputados/as estadual e federal: se a costureira parar de trabalhar o que acontece com o Polo? Garantimos que a produção do Polo também vai parar!

A costura é a base de sustentação de confecções de todas as cidades citadas. E como o nosso trabalho, contribuímos de maneira fundamental para a economisa da região agreste. Consequentemente, para todo o estado de Pernambuco. Mas, a importância do nosso trabalho não é reconhecida, muito menos valorizada.

O Chile Precisa das Pernas de Letelier

Em artigo, o sociólogo Marcelo Zero analisa as eleições no Chile e o que está em jogo com eleição de Gabriel Boric ou José Antônio Kast

A insustentabilidade da agropecuária brasileira e os incentivos contra o meio ambiente e os direitos humanos

Carolina Alves, Letícia Tura e Maureen Santos¹ No Brasil há 215 milhões de cabeças de gado, é o segundo maior rebanho bovino do mundo e ultrapassa o total…

O vírus, o lucro e a vida

Um ano de pandemia, no Brasil e no mundo, é um tempo mais do que suficiente para extrairmos ou confirmarmos algumas premissas

O SUS não é mercadoria

Aercio Barbosa de Oliveira, da FASE, alerta sobre a importância de mobilização da sociedade em defesa do SUS

ES: Quilombolas se organizam no combate à Covid-19

Representantes do movimento quilombola capixaba debatem situação nas comunidades

Como você comunica suas ideias?

Vivemos em um mundo cada vez mais conectado. Quando não estamos usando o celular e nossas redes sociais estamos fazendo comunicação. Mas você sabe de fato a importância de comunicar? E como organizações da sociedade civil podem compartilhar suas boas ideias utilizando as plataformas digitais? Temos que ser estratégicos!

Situação prisional no país é incompatível com o respeito aos direitos humanos

Jorge Eduardo Durão fala sobre o caos do encarceramento do Brasil e a importância do edital “Direitos humanos e Justiça Criminal: Enfrentando a prisão provisória e o encarceramento em massa no Brasil” lançado pelo Fundo de Direitos Humanos e parceiros

Sem igualdade racial não há democracia

Em artigo, Monica Oliveira, educadora do programa da FASE em Pernambuco fala sobre as manifestações cada vez mais explícitas de ódio racial e de classe que vem se multiplicando no Brasil e que a afirmação da consciência negra carrega o significado maior da luta por dignidade, por equidade

There is no democracy without racial equality

An article by Monica Oliveira, FASE’s program educator in Pernambuco, discusses the ever-more frequent and explicit expressions of racial and class hate in Brazil and how the affirmation of black awareness is marked by struggles for dignity and equity.