Iniciativa propõe inclusão de pessoas com deficiência visual e auditiva

O vídeo foi produzido pela FASE Rio a partir da cartilha “Água: quem paga tem, e quem não pode pagar, fica sem?” e está disponível no Youtube

FASE Rio lança cartilha “Água: quem paga tem, e quem não paga, fica sem?”

A publicação, que é parte da série “Caminho das Águas”, retrata lutas e direitos que envolvem a concessão dos serviços de distribuição de água no Rio de Janeiro

Caminho das Águas – “Quem paga tem, e quem não pode pagar, fica sem?”

Desde 1961, a FASE atua no fortalecimento de grupos sociais para a garantia de direitos, da democracia e da justiça ambiental. Atualmente, está presente em seis estados, já tendo impactado cerca de 3,7 milhões de pessoas ao longo da nossa trajetória.

No tema das águas, a FASE é reconhecida pela presença histórica na luta pela universalização do acesso ao saneamento como um componente do direito à cidade, compreendendo enquanto “saneamento” o conjunto de serviços e bens de provisão de água, tratamento de esgoto, drenagem e destinação adequada de resíduos sólidos. Recorrentemente denuncia o escândalo que é viver em um país rico em água e com capacidade instalada para atender à crescente demanda social por direitos e cidadania, mas com parcelas tão significativas da população totalmente excluídas das redes de acesso à água encanada e vivendo em condições insalubres de dejetos a céu aberto.

Tragédia climática na região metropolitana fluminense

As chuvas torrenciais dos dias 13 e 14 de janeiro, na região metropolitana do Rio de Janeiro, mostram os múltiplos fatores responsáveis por mortes, prejuízos…

A dor da gente não sai no jornal

Na quarta-feira, 26 de julho de 2023, um jornal impresso, de grande circulação, do estado do Rio de Janeiro, publicou Caderno Especial Saneamento. Na primeira página, destacam que, três anos após a aprovação do marco de saneamento, aumentou o número de pessoas com acesso à água e com o esgoto tratado. A realidade, infelizmente, não é bem assim.

Porto Maravilha: alegoria de um Brasil em desencontro com o Brasil

Este ensaio de Aercio Barbosa de Oliveira, coordenador da FASE Rio de Janeiro, aborda a experiência de mobilização social com moradores e moradoras do Morro da Providência para evitar remoções de famílias causadas pelo projeto de urbanização na capital. Além disso, analisa como as elites ignoram a realidade brasileira ao produzirem pastiches, com base naquilo que é produzido fora do país.
A revista “Em Pauta: teoria social e realidade contemporânea” é um veículo de divulgação científica da Faculdade de Serviço Social da UERJ e do Programa de Pós-Graduação em Serviço Social. Seu foco é a compreensão de determinações e contradições sócio-históricas que envolvem a esfera da política e o mundo do trabalho, com destaque para as lutas sociais no Brasil e nos países hispano-americanos.

Carta de apresentação da Rede de Vigilância Popular de Saneamento e Saúde

A Rede de Vigilância Popular em Saneamento e Saúde nasceu da vontade coletiva de manter viva a luta pelo Direito Humano à água, ao saneamento e à saúde no estado do Rio de Janeiro. A Rede foi criada em 2022, após intenso processo de resistência social à concessão da Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro

Processo seletivo para Educadora ou Educador Popular – FASE RJ

A FASE RJ inicia processo de seleção para contratação de Educador/a Popular – Técnico/a em Planejamento e Desenvolvimento Social para atuação nas suas ações. A candidatura de pessoas interessadas e com o perfil adequado para a vaga, conforme indicado no documento de divulgação da seleção, poderá ser realizada por meio do formulário (https://forms.gle/RPLYmmx6Q7Nbvue49) até o dia 23 de abril de 2023.

A água como bem comum: universalização do acesso e controle social

A prioridade é o atendimento das demandas coorporativas em detrimento das necessidades sociais. Dessa forma, a sustentabilidade não passa de um simples recurso discursivo .

A Habitação no Rio: velhas e novas práticas que perpetuam e aprofundam as desigualdades socioterritoriais no centro

Entre as tantas chagas sociais no Brasil, destaca-se o histórico déficit habitacional. De acordo com dados de 2016-2019, analisados pela Fundação José Bonifácio, o Brasil tem um déficit habitacional quantitativo de cerca de 6 milhões de moradias e um qualitativo de 25 milhões de residências inadequadas. A falta e a inadequação da moradia predominam entre quem ganha de 0 a 3 salários mínimos. A mesma análise aponta um déficit habitacional quantitativo no estado do Rio de Janeiro de cerca de 500 mil moradias. Os números foram registrados antes da pandemia do novo coronavírus. Seguramente esses números aumentaram, acompanhados, também, do crescimento da população em situação de rua.

Os efeitos da economia do “Empreendedorismo de si”

No Brasil, devido à nossa trágica formação social – escravismo, patrimonialismo e patriarcado – esses valores que se deslocaram do universo econômico para ocupar quase todos os espaços da vida cotidiana, que mais parece uma nova religião, agravam nossa tragédia. De um lado temos a conhecida teologia da prosperidade dos neopentecostais, onde o crente pode conjugar a busca por ganhos materiais e uma nova vida no Reino dos Céus, do outro, o sujeito “empreendedor de si”.

Tragédia em Petrópolis: Será esse o futuro das metrópoles?

Aercio B. de Oliveira e Bruno França* Morro do Bumba, em Niterói, 2010; Região Serrana do Rio de Janeiro, 2011; Xerém, em Duque de Caxias,…

Justiça por Moïse

A situação dos congoleses, angolanos e haitianos no Brasil é terrível e atravessa governos de centro-esquerda e extrema-direita de forma surpreendentemente parecida. O racismo estrutural bloqueia avanços profundos. Eles têm as nossas lágrimas, mas só podem contar com eles mesmos

No Rio, violência urbana em ano eleitoral

Aercio Barbosa de Oliveira, coordenador da FASE no Rio de Janeiro Mal começou o ano de 2022 e o governador Cláudio Castro (PL), com a…

Dia da Costureira

#DiadaCostureira – O Projeto Costurando Moda com Direitos é uma iniciativa do Fundo SAAP e os programas da FASE Pernambuco e no Rio de Janeiro,…

RJ: “Julho das Pretas” debate resistências e violência institucional

A atividade faz parte da 9ª edição do Julho das Pretas e Rachel Barros, educadora do programa da FASE no Rio de Janeiro, apresentou o debate

Um voto contra a barbárie

Aercio Barbosa de Oliveira, da FASE, em artigo, convida a uma reflexão para a importância do voto. “O Rio de Janeiro poderá ter a oportunidade de iniciar a alteração desse quadro institucional tão desfavorável. É um momento de oportunidade para conter o avanço da decadência absoluta de um Estado”

A escalada global da pandemia e as resistências populares

Inspirada pelo debate “Resistências e estratégias dos movimentos sociais em tempos de pandemias” Caroline Rodrigues, educadora da FASE no Rio de Janeiro, analisa a escalada da pandemia e as alternativas de solidariedade e proteção que surgem da sociedade civil

Covid-19 escancara a injustiça da vida nas favelas e periferias

“Mais uma vez as populações de favelas e periferias estão submetidas a uma sobreposição de tipos de violência que, do nosso ponto de vista, precisam ser enfrentadas”, afirma, em artigo, equipe da FASE no Rio de Janeiro

O “mercado” não descontaminará a nossa água

Em artigo, Aercio Barbosa de Oliveira, coordenador do programa da FASE no Rio de Janeiro, questiona a privatização e critica a gestão da Cedae