FASE Rio e parceiros realizam oficina “É tudo para ontem!” para jovens de favelas

A oficina discutiu temas como cuidados de saúde mental, proteção física e segurança digital tendo como foco a realidade de atinge cotidianamente jovens homens e mulheres, negros e negras, moradores das favelas e periferias pelo Brasil.

Avaliação dos Impactos da FASE – 10 anos (2011 a 2020)

O documento traz reflexões e dados de estudo sobre o impacto do trabalho da FASE nos territórios de atuação da organização entre os anos de 2011 e 2020.

NOTA DO FÓRUM DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS E JUSTIÇA SOCIOAMBIENTAL

Confira a nota do Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Social (Núcleo Rio de Janeiro), escrita em parceria com o programa da FASE no estado sobre a tragédia na cidade de Petrópolis, na região Serrana. Nela, explicamos como o desastre não foi algo natural, nem inesperado e manifestamos nosso profundo pesar pelas mais de 200 vítimas desta tragédia, que já está entre uma das maiores do país.

Tragédia em Petrópolis: Será esse o futuro das metrópoles?

Aercio B. de Oliveira e Bruno França* Morro do Bumba, em Niterói, 2010; Região Serrana do Rio de Janeiro, 2011; Xerém, em Duque de Caxias,…

Edital de Seleção para Analista Administrativo Financeiro (a)

A FASE está selecionando profissional para atuar como Analista Administrativo Financeiro (a) em sua sede nacional, no Rio de Janeiro. O salário base é de R$ 4.689,74 (mais benefícios) e a contratação irá acontecer, preferencialmente, a partir de 01 de março de 2022

Justiça por Moïse

A situação dos congoleses, angolanos e haitianos no Brasil é terrível e atravessa governos de centro-esquerda e extrema-direita de forma surpreendentemente parecida. O racismo estrutural bloqueia avanços profundos. Eles têm as nossas lágrimas, mas só podem contar com eles mesmos

No Rio, violência urbana em ano eleitoral

Aercio Barbosa de Oliveira, coordenador da FASE no Rio de Janeiro Mal começou o ano de 2022 e o governador Cláudio Castro (PL), com a…

Carta Pública: “Não há outra opção: a opção é cuidar da Mãe Terra”

O Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Socioambiental (FMCJS), do qual a FASE é parte, divulga a Carta Pública “Não há outra opção: a opção é cuidar da Mãe Terra”, resultado do debate coletivo durante o Seminário Nacional 2021, realizado virtualmente em novembro.

“Rio de Janeiro – entre distopias e utopias urbanas”

Produzida por educadores e educadoras do programa da FASE no estado, “Rio de Janeiro – entre distopias e utopias urbanas” é uma publicação que fala do aumento das desigualdades sociais no Brasil devido a pandemia de Covid-19. Nesses quase dois anos de crise, as famílias ficaram desamparadas, houve falta de trabalho, comida, moradia e programas de proteção social consistentes e, tanto no campo, como nas cidades, nas florestas e periferias, a pobreza e a miséria aumentaram.

E em meio a um mundo ambivalente, em que coexistem distopias e utopias, a FASE completa 60 anos de existência. Um feito que merece comemoração, ainda que pese a dura realidade.

Dia da Costureira

#DiadaCostureira – O Projeto Costurando Moda com Direitos é uma iniciativa do Fundo SAAP e os programas da FASE Pernambuco e no Rio de Janeiro,…

Violências de gênero em contextos militarizados

A publicação é resultado do trabalho coletivo de moradoras dos conjuntos de favelas da Maré e de Manguinhos, educadoras e comunicadoras populares, militantes, pesquisadoras e integrantes de coletivas políticas diversas, que se reuniram entre 2016 e 2017 para discutir diferentes impactos da violência de estado. A agenda de atividades e a publicação foram desenvolvidas a partir de uma parceria entre o programa da FASE no Rio de Janeiro, CIDADES (Núcleo de Pesquisas Urbanas da UERJ) e o Núcleo de Estudos de Gênero PAGU/UNICAMP.

RJ: “Julho das Pretas” debate resistências e violência institucional

A atividade faz parte da 9ª edição do Julho das Pretas e Rachel Barros, educadora do programa da FASE no Rio de Janeiro, apresentou o debate

“Se eles não fazem nada, faremos tudo daqui”: a voz das favelas na luta contra a violência policial

Em artigo publicado no informativo “Radar Covid-19”, da Fiocruz, Rachel Barros, educadora do programa da FASE no Rio de Janeiro, fala sobre a violência policial nas favelas cariocas

Organizações da Sociedade Civil enviam carta à ALERJ se colocando contra à privatização da CEDAE

Campanha Água Boa para Todos, da qual a FASE faz parte, solicita aos parlamentares a realização de uma audiência pública em caráter de urgência até o dia 30/04/2021 convocando profissionais do Tribunal de Contas e do Ministério Público e da Defensoria Pública do estado e representantes do Gaema, Instituto Rio Metrópole, ONDAS, FIOCRUZ, UFRJ, UFF, UEZO e da para que possam prestar esclarecimentos.

O elo entre a crise do Rioprevidência e a privatização da Cedae

Além de ser alvo de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), o RioPrevidência já foi objeto de investigação do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro e do Ministério Público Estadual. Esse é o tema do artigo de Caroline Rodrigues, assistente social e educadora popular da Fase, que discute juntos com outros autores o papel do banco francês BPN nos escândalos de corrupção que aconteceram no estado.

Um voto contra a barbárie

Aercio Barbosa de Oliveira, da FASE, em artigo, convida a uma reflexão para a importância do voto. “O Rio de Janeiro poderá ter a oportunidade de iniciar a alteração desse quadro institucional tão desfavorável. É um momento de oportunidade para conter o avanço da decadência absoluta de um Estado”

A escalada global da pandemia e as resistências populares

Inspirada pelo debate “Resistências e estratégias dos movimentos sociais em tempos de pandemias” Caroline Rodrigues, educadora da FASE no Rio de Janeiro, analisa a escalada da pandemia e as alternativas de solidariedade e proteção que surgem da sociedade civil

NOTA DE APOIO A ADPF 635

A iniciativa Direito à Memória e Justiça Racial apresenta seu posicionamento e completo apoio às propostas da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF 635), que foi ajuizada em novembro de 2019 no Supremo Tribunal Federal (STF) e questiona a política de segurança pública genocida realizada pelo Estado do Rio de Janeiro. A ADPF 635 propõe que o Estado do Rio de Janeiro elabore e encaminhe ao STF, no prazo máximo de 90 (noventa) dias, um plano de redução da letalidade policial e controle de violações de direitos humanos pelas forças de segurança fluminenses, que contenha medidas objetivas, cronogramas específicos e previsão dos recursos necessários para a sua implementação.

Covid-19 escancara a injustiça da vida nas favelas e periferias

“Mais uma vez as populações de favelas e periferias estão submetidas a uma sobreposição de tipos de violência que, do nosso ponto de vista, precisam ser enfrentadas”, afirma, em artigo, equipe da FASE no Rio de Janeiro

Mapeamento de fluxos de atendimento para mulheres

Este relatório, que também deu origem a iniciativa Articulação Estadual de Enfrentamento a Violência Institucional contra Mulheres/RJ, foi construído em parceria com organizações como  Criola, Coordenadoria de Defesa dos Direitos da Mulher da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro, Escola de Serviço Social da Universidade Federal Fluminense (ESS/UFF), Instituto de Estudos da Religião (ISER), Justiça Global, Rede Nacional de Feministas Antiproibicionistas (RENFA) e diferentes profissionais do campo da assistência social, saúde, direito e psicologia. O material propõe um diagnóstico das políticas públicas e das iniciativas da sociedade civil que combatem a violência institucional cometida contra as mulheres, tendo como eixos centrais as dimensões de gênero e raça. A publicação visibiliza as inúmeras perdas de direitos das mulheres, apresentando um panorama do funcionamento dos serviços públicos.