Ubuntu, Justina! A sabedoria que vem dos sabores e da tradição

O livro é resultado de um trabalho conjunto com e de teor afetivo e histórico. As fotos foram feitas por participantes de uma oficina de cultura digital realizada pela FASE no Mato Grosso.

Cerveja feita por mulheres carrega tradição ancestral em Mato Grosso

Bebida artesanal aumentou a renda e deu novo significado ao processo produtivo do local através do empoderamento e da sororidade.

Pernambuco: 8 em 10 pescadoras vivem com menos de 500 reais por mês

A pesquisa de campo entrevistou 371 mulheres entre julho e setembro de 2020 em 6 municípios pernambucanos.

Agricultoras participam de oficina de artesanato na Bahia

FASE na Bahia realizou oficina de artesanato com a fibra da bananeira, agregando valores aos subprodutos da fruticultura.

Avaliação dos Impactos da FASE – 10 anos (2011 a 2020)

O documento traz reflexões e dados de estudo sobre o impacto do trabalho da FASE nos territórios de atuação da organização entre os anos de 2011 e 2020.

Artigo: Até que todas as mulheres sejam livres, continuaremos em marcha!

Maria das Graças Figueiredo Costa, Sara da Costa Pereira e Simy de Almeida Correa* Acordar, respirar, trabalhar, cuidar, protestar, defender, proteger, movimentar, insistir, resistir, reagir, chorar,…

Editorial – 8M: Ecoar protestos e lutas das mulheres

Nesses anos de um governo de extrema direita, os impactos negativos na economia, na política, na saúde e no trabalho apresentam-se ainda mais severos, em…

Dia da Costureira

#DiadaCostureira – O Projeto Costurando Moda com Direitos é uma iniciativa do Fundo SAAP e os programas da FASE Pernambuco e no Rio de Janeiro,…

Violências de gênero em contextos militarizados

A publicação é resultado do trabalho coletivo de moradoras dos conjuntos de favelas da Maré e de Manguinhos, educadoras e comunicadoras populares, militantes, pesquisadoras e integrantes de coletivas políticas diversas, que se reuniram entre 2016 e 2017 para discutir diferentes impactos da violência de estado. A agenda de atividades e a publicação foram desenvolvidas a partir de uma parceria entre o programa da FASE no Rio de Janeiro, CIDADES (Núcleo de Pesquisas Urbanas da UERJ) e o Núcleo de Estudos de Gênero PAGU/UNICAMP.

RJ: “Julho das Pretas” debate resistências e violência institucional

A atividade faz parte da 9ª edição do Julho das Pretas e Rachel Barros, educadora do programa da FASE no Rio de Janeiro, apresentou o debate

“Por que transformam a imagem de um homem numa mulher envelhecida para xingá-la?”

Sara Pereira¹ Às vezes, calamos não porque concordamos com o que está sendo dito, mas porque não temos energia para discutir tamanho absurdo. É exatamente…

Respeito

O que você deseja para as mulheres? Nós desejamos respeito!

Who takes care of the caretakers?

In this article, FASE educators discuss the impacts of the pandemic on women’s daily lives

Quem cuida de quem cuida?

Em artigo, educadoras da FASE refletem sobre as consequências da pandemia na vida cotidiana das mulheres

Feminismo e Agroecologia no enfrentamento a pandemia

O Movimento de Mulheres Camponesas (MMC) reuniu Silvia Camurça; Isabel Silva de Freitas, Maria Emília Pacheco e Justina Cima para debater o tema em live

Carta de Luziânia (GO)

Entre os dias 14 e 16 de junho, aconteceu em Luziânia (GO) o 1º Encontro Nacional das Mulheres do Cerrado com o intuito principal de fortalecer suas organizações políticas. “Nós somos as guardiãs do Cerrado e dos saberes populares que herdamos de nossos e nossas ancestrais. Por toda nossa história, lutamos para que nossa cultura e modos de vida resistissem. Unidas na nossa diversidade, afirmamos aqui que o Cerrado brasileiro tem cara de mulher! Essa mulher é resistente, resiliente, negra, indígena, quilombola, feminista, camponesa, assentadas e acampadas, sem-terra, atingida por mineração e barragens, quebradeira de coco babaçu, sertaneja, pescadora, vazanteira, LGBTQ+, assalariada rural, fundo e fecho de pasto, raizeira, benzedeira, agricultora familiar, geraizeira, ribeirinha”, destaca o documento.

Dia Internacional da Mulher Trabalhadora Rural

O Mecanismo de Facilitação da Participação da Sociedade Civil no Conselho Regional de Segurança Alimentar e Nutricional da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (MSC-CONSAN) e a Rede das Margaridas da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) reivindicam a concretização do compromisso político por parte dos Chefes de Estado e de Governo da CPLP de reconhecer e fortalecer o papel central das mulheres rurais para a concretização do direito humano à alimentação e nutrição no espaço lusófono.

Mães de Maio: “Por memória, verdade e justiça”

Maio, mês que coincide com a comemoração do mês das mães, também se tornou o ícone das lutas pela memória, verdade e justiça dos assassinatos cometidos pelo Estado na democracia. Em 2018, a Semana na Memória das Vítimas da Violência de Estado foi realizada entre 12 e 19 de maio. Sendo uma iniciativa legalmente conquistada pelo movimento das mães, o evento mais importante ocorreu na cidade de Salvador (BA): “III Encontro Internacional de Mães vítimas da Violência do Estado: por Justiça, Reparações e Revolução”, com a presença de mães, familiares e militantes, tanto do Brasil como de outros países. A partir desse contexto, Franciele Campos, integrante do coletivo Fórum Social de Manguinhos e do Cartel Adélias, e a argentina Valentina Carranza Weihmüller, comunicadora, educadora, pesquisadora sobre juventudes, educação e cultura (NUTES, UFRJ), escreveram artigo sobre esses temas.

#SonhoDePretaConta: episódio 12

Fechando a websérie, Tauá Pires, 36 anos, pernambucana, historiadora, educadora popular, carnavalesca e sonhadora conta seus sonhos no último episódio

#SonhoDePretaConta: episódio 11

O penúltimo episódio traz os sonhos de Érica Malunguinho, pernambucana, preta ativista,militante e responsável pela Aparelha Luzia, um espaço de resistência negra no centro de São Paulo