FASE se une a movimentos sociais e sociedade civil na Colômbia e reforça mobilização pelo fim da exploração de combustíveis fósseis
A FASE participou, na última semana de abril, de uma agenda internacional em Santa Marta, na Colômbia, somando esforços na luta pelo fim da exploração…
Pronunciamento da FASE diante da Conferência Internacional para a Eliminação dos Combustíveis Fósseis (Santa Marta, 24–29 de abril de 2026)
Chegamos a Santa Marta em um momento de encruzilhada. A economia de guerra recoloca o petróleo no centro das disputas geopolíticas, enquanto retrocessos diplomáticos e…
‘Net zero’: o disfarce da vez para a inação na mitigação da crise climática
A COP-28 precisou de um dia a mais em Dubai para chegar ao fim, sem conseguir estabelecer compromissos objetivos ou fontes de financiamento para que o mundo deixe de usar combustíveis fósseis
Manifesto Internacional pelo Yasuní
Em 20 de agosto, quase 60% dos cidadãos equatorianos disseram um sonoro sim em uma consulta popular nacional para manter o petróleo no subsolo do Bloco 43 do Parque Nacional Yasuní. Mais do que um plebiscito, foi uma celebração por um novo horizonte de vida para o Equador e para o mundo no presente e no futuro. Essa decisão é um ato de realismo poético, é simbólico-psicomágico e absolutamente necessária para sustentar a vida no planeta.
A Consulta realizada, 10 anos após o pedido original de realização do plebiscito, alcançou o apoio legalmente exigido, e mostra o triunfo de uma cidadania com capacidade de lutar por seus direitos e bem-estar diante da oposição de governos passados. Essa reafirmação do sim à vida é mais um passo em um processo de justiça restaurativa para toda a Amazônia ferida e com seus povos.
Apesar do tempo que deveria ter decorrido desde a realização do referendo, apesar de uma agressiva e bem financiada campanha de medo contra esta iniciativa, os equatorianos votaram sim à mudança com a firme confiança de que outro mundo é possível. Esta é uma grande lição sobre os significados da democracia, da política e da participação que colocam o cuidado da vida no centro da luta pela superação de múltiplas crises. Ativistas de todo o mundo reconhecem que o Equador é hoje uma referência para forjar uma cidadania que olha para o futuro, de uma forma nova e visionária
A Conferência da Água das Nações Unidas: uma avaliação
Depois de mais de quatro décadas, foi realizada entre 22 e 24 de março a Conferência Mundial da ONU, que teve como objetivo principal avaliar os avanços no cumprimento do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável número 6: acesso universal à água e ao saneamento.
Guerra na Ucrânia, Rússia, OTAN e a refundação da ordem mundial
Jorge Eduardo S. Durão* Não podemos abordar a questão da invasão da Ucrânia pela Rússia sem expressarmos inicialmente o mais contundente repúdio ao recurso à…
O Chile Precisa das Pernas de Letelier
Em artigo, o sociólogo Marcelo Zero analisa as eleições no Chile e o que está em jogo com eleição de Gabriel Boric ou José Antônio Kast
A insustentabilidade da agropecuária brasileira e os incentivos contra o meio ambiente e os direitos humanos
Carolina Alves, Letícia Tura e Maureen Santos¹ No Brasil há 215 milhões de cabeças de gado, é o segundo maior rebanho bovino do mundo e ultrapassa o total…
À espera do trem do desenvolvimento
Em artigo, Diana Aguiar e Karina Kato analisam as consequências na vida das comunidades cortadas pelo Corredor de Nacala, dois anos após sua inauguração
Rumo a COP 25 – Negociações preparatórias em Bonn
Camila Moreno, do Grupo Carta de Belém, comenta questões centrais que devem estar na agenda da COP 25, que acontecerá de 2 a 14 de dezembro, no Chile
Conferência Triangular dos Povos Moçambique-Brasil-Japão inspira caminhos a seguir
Organizações e movimentos sociais do Brasil, Moçambique e Japão saíram em defesa dos Cerrados e Savanas e disseram basta para a celebração de uma visão colonial sobre essas regiões
O tratado internacional dos povos para o controle das empresas transnacionais
Diana Aguiar, da FASE, apresenta a publicação lançada pelo Observatório de las Multinacionales en América Latina (OMAL), uma análise da sociologia jurídica de Juan Hernandez Zubizarreta
Cooperação sul-sul dos Povos do Brasil e de Moçambique: memórias da resistência ao ProSavana
A FASE lançou uma publicação que oferece subsídios para o debate sobre o ProSavana, refletindo sobre a necessidade de pensar como programas de “desenvolvimento” podem ser atravessados por uma visão autoritária de “progresso”
O rastro de destruição deixado por transnacionais na América Latina
O que a luta por justiça na Amazônia equatoriana tem a ver com os movimentos por justiça ambiental e por direitos humanos no Brasil? Em artigo, Diana Aguiar, da FASE, responde a essa questão apontando para a impunidade de empresas em todo continente
Um Brics para os povos
Fátima Mello, da FASE, destaca demandas da sociedade civil frente à VI Cúpula dos Brics
Defender a Bolívia é defender a democracia
Por meio deste pequeno artigo, a Fase toma sua posição de solidariedade ao governo de Evo Morales
América Latina, Caribe e UE: Coesão Social ?
No âmbito da preparação do encontro de cúpula de chefes de Estado da América Latina e Caribe e da União Européia previsto para 2008 em Lima, realizou-se em Santiago do Chile, o Foro Sobre Cohesión Social Unión Europea, América Latina e Caribe. Cunca Bocayuva observa o discurso técnico e uma abordagem política da nova retórica que acompanha a implantação da dinâmica da economia global
Rumo à Cupula Social para a Integração dos povos
Reunião preparatória para a Cúpula Social para a Integração dos Povos confirmou a idéia de que esta se constituirá em um momento chave de balanço e síntese dos avanços do movimento continental em relação às lutas de resistência contra o livre comércio e à construção de visões e propostas alternativas de integração regional. A Cúpula Social acontecerá em dezembro, em Santa Cruz de la Sierra, em dezembro, paralelamente à reunião de presidentes da Comunidade Sul-Americana de Nações
Direito ao desenvolvimento e integração regional
Para Cunca Bocayúva, o tema do direito ao desenvolvimento se projeta no debate nacional através de eventos como os fóruns e as redes sociais internacionais que buscam encontrar outras vias para a globalização dos direitos, na contramão de processos como os que ocorrem nas reuniões de cúpula dos países ricos e das instituições multilaterais como a OMC e o par BIRD-FMI
