Caravana “Nem Um Poço a Mais” chega ao Rio

A campanha que tem o apoio da FASE Espírito Santo reuniu um grupo formado por líderes de 30 organizações da sociedade civil ligadas à defesa da pesca, agricultura familiar e natural, direitos humanos e direitos das mulheres, do Brasil e de países como Argentina e Holanda.

Avaliação dos Impactos da FASE – 10 anos (2011 a 2020)

O documento traz reflexões e dados de estudo sobre o impacto do trabalho da FASE nos territórios de atuação da organização entre os anos de 2011 e 2020.

Aula 1 Energia Solar Passiva Agentes Comunitários para a Transição Energética

Uso da energia solar gratuíta e abundante diretamente para diversos usos cotidianos como aquecimento de espaços, àgua e comida, reduzindo muito o uso de outros combustíveis caros para estas funções.

A resistência das mulheres quilombolas contra os eucaliptais

Em artigo, Daniela Meirelles, educadora da FASE no Espírito Santo, relata como as mulheres são as que mais sente os impactos do monocultivo de eucalipto no norte do estado

A farsa das doações no combate à Covid-19

Uma rede de organizações da sociedade civil e de movimentos sociais lança a carta “A farsa das doações no combate à Covid-19 nos setores de plantações de monoculturas de árvores, agronegócio, petróleo e mineração no Brasil”, em que denuncia a falsa solidariedade das empresas no contexto de crise sanitária em que o país está imerso. O documento expõe ações das empresas que aproveitaram o momento de crise com a pandemia de novo coronavírus para fortalecer a imagem de suas marcas com doações a populações em situação de vulnerabilidade, ao passo que seguem operando em meio a pandemia expondo os próprios trabalhadores ao risco de contaminação, como ocorre em vários municípios ladeados pelas empresas onde se verificou explosão de casos. As organizações e os movimentos sociais questionam a campanha de “marketing empresarial beneficente” veiculada pela rede Globo no Jornal Nacional, a chamada “Solidariedade S.A.”, em que cita, por exemplo, o caso da CMPC, empresa de produção de celulose no estado do Rio Grande do Sul, que doou R$ 70 milhões, o que representa meros 7% do faturamento de 2019. A carta ressalta, ainda o papel desempenhado pelos movimentos sociais e ONGs que – sem receber o mesmo destaque na imprensa – prestam solidariedade à populações carentes das zonas urbana e rural doando alimentos, produtos de consumo não duráveis e material de limpeza com diversos casos em uma rede de apoio construída de Norte a Sul no país.

O vírus, o fascismo e o desenvolvimento

Em artigo, Marcelo Calazans, coordenador da FASE no Espírito Santo, critica a convivência harmoniosa das megaempresas com o governo Bolsonaro e ressalta a importância das ações de solidariedade que nasce da sociedade

Almanaque Nem Um Poço A Mais

Este almanaque, produzido pela equipe do programa da FASE no Espírito Santo, reúne depoimentos, experiências e saberes de comunidades, coletivos, organizações, gente dos territórios tradicionais (da pesca artesanal, dos quilombos, e das aldeias), gente da cidade (artistas, ambientalistas, pesquisadores, religiosos), ativista pelos direitos da natureza e pelos direitos humanos. “Gente criadora da Campanha Nem Um Poço a Mais!”, contra a expansão da indústria petroleira e a favor dos modos de vida menos petrodependentes. Há ainda denuncias sobre os vazamentos, a contaminação e as violações nos territórios. Esta é uma publicação para quem busca saídas e alternativas naturais para a vida.

As reservas do Pré-sal no Brasil: a nova fronteira da Shell

O texto, assinado pela equipe do programa da FASE no Espírito Santo, faz parte de uma coleção de artigos sobre a atuação da Shell na América Latina, organizados pela Oilwatch Sudamerica e MillieuDefensie. O documento faz uma cronologia da atuação da empresa no Brasil, o interesse no pré-sal, as relações estreitas com “representantes do povo” e, a partir de relatos de lideranças comunitárias onde há exploração de petróleo, a reprodução de um similar modus operandi das empresas e dos governos em diferentes países, o que possibilita também a construção de estratégias conjuntas.

O petróleo que mancha o nordeste do Brasil

Em artigo, Daniela Meirelles, educadora da FASE no Espírito Santo, fala sobre as consequências da exploração petroleira e as “misteriosas” manchas de óleo que tem surgido pelo litoral

Coragem, seu nome é Sapê do Norte

Só o amor pelo território explica a coragem para enfrentar os próprios algozes em meio ao deserto verde

O Deus desenvolvimento e a petroDependência

Marcelo Calazans, da FASE Espírito Santo e da Campanha Nem Um Poço a Mais!, faz uma análise sobre a petrodependência a partir da crise do diesel

Carta das Mulheres Quilombolas do Espírito Santo

Mulheres quilombolas do Espírito Santo, reunidas nos dias 13 e 14 de outubro de 2017 no “Seminário de mulheres quilombolas: a história que queremos contar- territórios livres de petróleo”, se manifestam contra a votação do Supremo Tribunal Federal (STF) da Ação Direta de Inconstitucionalidade movida pelo PFL/DEM, em 2004, onde o julgamento questiona seus direitos primordiais territoriais e de auto-identificação. Também chamam atenção para o alarmante índice de violência contra quilombolas: “A violência vem desde fazendeiros confrontantes com nossos territórios, até o próprio governo que não nos defende e se omite diante destes conflitos, passando também pelos grandes projetos industriais que invadem nossos territórios quilombolas”.

Vídeo “Nem Um Poço a Mais”

No vídeo “Campanha Nem Um Poço A Mais”, pescadores e pescadoras, marisqueiros e marisqueiras, comunidades quilombolas, indígenas e urbanas do Espírito Santo relatam as violações de direitos e a contaminação de seus territórios cometidas por indústrias de petróleo e gás. Eles e elas ainda alertam para a degradação da terra e da subsistência. Essa é uma produção do programa da FASE no Espírito Santo e contou com apoio da União Europeia e da Fundação Rosa Luxemburgo.

Documento pede fim da expansão petroleira

Declaração publicada em dezembro de 2016, após o seminário da Campanha “Nem Um Poço A Mais”, reúne mais de 60 assinaturas de organizações, movimentos sociais, fóruns, redes e coletivos com objetivo de barrar a expansão petroleira.

Carta da Campanha Nem Um Poço no Dia Internacional de Direitos Humanos

A Campanha Nem um Poço a Mais se manifesta em ocasião do Dia Internacional de Direitos Humanos e chama atenção para as violações de direitos e ações prejudiciais cometidas pela indústria do petróleo no Brasil. O documento elenca 12 importantes tópicos relacionados à “petroleodependência” e conclamamos as pessoas, suas organizações, redes e fóruns da sociedade brasileira a se somarem às lutas para barrar a expansão petroleira. “Por áreas livres de petróleo, por territórios livres para a vida! Deixe o petróleo no subsolo”, destaca o texto elaborado em seminário nacional realizado em dezembro de 2016, em Ponta da Fruta, Vila Velha (ES).

Direitos Humanos e a expansão petroleira

No Dia Internacional dos Direitos Humanos, 10 de dezembro, saudamos seus defensores e defensoras, no Brasil e no mundo!

Declaração de Oilwatch por um Habitat despetrolizado

A Assembleia Geral de Oilwatch, celebrando seus 20 anos de existência, reunida em Quito no marco da Assembleia dos Movimentos Sociais em Resistência a Habitat III, traz declaração por um habitat despetrolizado, demonstrando sua preocupação com a atual situação em meio às mudanças climáticas. O texto faz alertas e propõe soluções através de uma agenda em defesa do planeta e do meio ambiente. Exige que a ONU bloqueie a influência de corporações empresariais nos cenários de decisão internacional. Propôs construir alianças com organizações urbanas para promoção de novos caminhos de “boa com-vivência”, em harmonia com a natureza, solidariedade, democracia e um plano de vida comum. A rede, da qual o programa da FASE no Espírito Santo faz parte, reafirmou sua luta por uma sociedade pós-petroleira.

Denúncia contra a iniciativa “Plataforma de Plantações de Nova Geração”

A Rede Latino-Americana contra os Monocultivos de Árvores (RECOMA), que reúne organizações latino-americanas cujo objetivo fundamental é articular atividades para se opor à expansão dos monocultivos de árvores em larga escala, rejeita, mais uma vez, a iniciativa denominada “Plataforma de Plantações de Nova Geração”, da qual fazem parte as principais empresas de monocultivo de árvores em larga escala na América Latina, além de empresas atuantes em outros continentes e países.

Revista “Fractura Expuesta – Horizontes Extremos”

Marcelo Calazans e Daniela Meirelles, da FASE no Espírito Santo, e Tamra Gilbertson, da Carbon Trade Watch, escreveram na nova edição da Fractura Expuesta sobre as consequências da busca de petróleo ultraprofundo, o pré-sal, no Brasil. Em um mar de tensões para construir outros horizontes, a publicação do Observatorio Petrolero Sur coloca em discussão a proposta de resistência às petroleiras, frente à próxima Convenção sobre Mudanças Climáticas que se realizará em dezembro em Paris. A revista amplia o olhar em direção à energia extrema, sem deixar de levar em conta projetos de xisto e as iniciativas nacionais e supranacionais para promover seu desenvolvimento na América Latina. Refere-se ao avanço sobre reservatórios pouco estudados, que durante décadas foram deixados de lado por diferentes positivos, ou inclusive pela soma deles: se encontram em grandes profundidades, sua extração requer técnicas experimentais, os custos operativos são mais altos, entre outros. Além disso, o rendimento energético dos barris de petróleo cru provenientes desses reservatórios complexos é cada vez menor, dada à logística e a infraestrutura implantada para sua extração. O conteúdo está em espanhol.