O agravamento de práticas agrícolas com uso de agrotóxicos e o enfrentamento na Região do Baixo Amazonas

A Região Metropolitana de Santarém localizada na região Oeste do Pará, que compreende os municípios de Santarém, Belterra e Mojui dos campos é composta por uma diversidade de comunidades e povos tradicionais – agricultores (as) familiares, agroextrativistas, quilombolas e povos indígenas –  caracterizados historicamente, entre outros fatores numa forte relação com o território e pela intensa utilização dos recursos naturais (uso da floresta, capoeiras, caça, pesca e a biodiversidade) que combinam o uso comum desses recursos e apresentam uma estreita interface com o ambiente local. Sujeitos que tratam a terra como bem comum e não como objeto de troca em caráter mercantil

Saiu na Mídia: Educadora da FASE condena “PL do veneno” em publicação sobre Amazônia

Na conversa, Fran afirmou  que os agrotóxicos não conhecem fronteiras quando se trata de contaminação de territórios tradicionais e as comunidades mais afetadas são as mais humildes e tradicionais de nosso país.

Comida de verdade nas escolas do campo e da cidade – Aprendizados de pesquisa e ação em nove terrritórios brasileiros

O Projeto Comida de Verdade nas Escolas do Campo e da Cidade foi desenvolvido pela Articulação Nacional de Agroecologia (ANA) juntamente com o Fórum Brasileiro de Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (FBSSAN) e outras organizações parceiras. Trata-se de uma experiência de pesquisa-ação acerca da inserção dos produtos da agricultura familiar e agroecológicos na alimentação escolar brasileira por meio do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

FASE rebate pesquisa que diz que planta nativa recupera áreas de mineração no Pará

Estudo indica potencial da crotolária-da-canga em locais degradados; técnicos criticam “falsas soluções do mercado”

No Dia Mundial de Combate à Poluição por Agrotóxicos, educadora analisa veto de Lula

Pacote do Veneno teve 14 vetos do Presidente, mas não é o suficiente para segurança alimentar e ambiental, segundo Fran Paula

Programa Nacional de Alimentação Escolar: inovações e desafios

Nos meses de julho e agosto ocorreram iniciativas do governo que favorecem o fortalecimento do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), e seus sujeitos de direito.

A partir de agora os grupos formais e informais de mulheres da agricultura familiar estão incluídos como prioritários junto com os povos indígenas, comunidades tradicionais e assentamentos rurais para aquisição, diretamente, de no mínimo de 30% dos alimentos produzidos para atender à demanda das escolas. E ainda, quando comprados de família rural individual, será feito em nome da mulher em, no mínimo 50%. É o que diz a Lei nº 14.660 de agosto deste ano, que alterou positivamente o art. 14 da Lei 11.947 de 2009 do PNAE.  

Enfraquecer o licenciamento ambiental ampliará as desigualdades sociais

O licenciamento ambiental significa uma conquista importante da sociedade do ponto de vista do planejamento e regulação estatal, especialmente para os grupos que sofrem diretamente…

Segurança alimentar e nutricional mobiliza sociedade para realização de conferência nacional

A 6ª edição da Conferência, segundo Cidinha Moura, traz uma novidade, que é a possibilidade de realização das conferências livres. Dessa forma, coletivos autônomos podem se organizar para construção das conferências

Carta manifesto contra MP 1.154

O substitutivo para a Medida Provisória 1154, aprovado na comissão Mista, desestrutura o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e os órgãos a ele vinculados e enfraquece o Ministério dos Povos Indígenas (MPI).

O texto precisa ser necessariamente alterado pelos plenários da Câmara dos deputados e do Senado Federal.

Carta Compromisso Encontro Paraense de Agroecologia

Este documento é resultado do Encontro Estadual de Agroecologia, realizado em Santarém, com o tema “Agroecologia, tecendo redes por Soberania Alimentar e Popular nos territórios Amazônicos”.
Através de muito diálogo, meses de debate, atividades de projetos comunitário, o encontro potencializou as redes de luta pela agroecologia e a soberania alimentar.

Saiu na mídia: O verniz do agro

O agronegócio brasileiro desembarcou na COP27, a conferência climática da Organização das Nações Unidas (ONU), com a tentativa de emplacar uma narrativa cosmética.

A Chuva do Caju e as Mudanças Climáticas

Fran Paula¹ Os dias de setembro iniciam com a promessa da tão esperada chuva do Caju para os matogrossenses, sabemos que o fenômeno marcará o…

Derrubar o veto ao PL 823 é defender a vida e a alimentação saudável

Maria Emília L. Pacheco* Pela segunda vez, em dois anos da tragédia da pandemia, o governo veta um Projeto de Lei de apoio à Agricultura…

A saúde do corpo da Terra

Em texto para o projeto Ancestralidades, Franciléia Paula de Castro, educadora da FASE no Mato Grosso, relembra dos conhecimentos e cuidados passados por suas ancestrais

Dialogo sobre Cultura e Soberania Alimentar e Agrobiodiversidade

A Articulação Nacional de Agroecologia (ANA), da qual a FASE é parte, promoveu o “Dialogo sobre Soberania Alimentar, Cultura Alimentar e Agrobiodiversidade, conectando com as diversas crises que estamos vivendo

DCM: Comida na mesa

Os jornalistas Thadeu Melo e Vinícius Segalla comentam as notícias do dia e entrevistam Alexandre Conceição, da coordenação nacional do MST, e a antropóloga Marília Emília Pacheco

Justiça para quem produz comida de verdade e conserva a biodiversidade

Maria Emília Pacheco, em artigo, defende que a retomada do Programa de Aquisição de Alimentos “é uma questão de justiça social”

Parceria entre FASE e Mamirauá promove curso de Sistemas Agroflorestais por meio da agroecologia

O curso de Multiplicação de Conhecimentos em Sistemas Agroflorestais, na cidade de Tefé (AM), teve como objetivo potencializar o debate sobre as ações agroecológicas e a sua contribuição na formação de multiplicadores para o manejo de Sistemas Agroflorestais na Região Amazônica

O IV ENA, seu significado, protestos, anúncios e sujeitos políticos por Maria Emília Pacheco

O IV Encontro Nacional de Agroecologia (ENA) continua repercutindo junto aos povos do campo, da floresta, das águas e das cidades. Em Belo Horizonte (MG), antes da saída do ato público do ENA, Maria Emília Pacheco, da FASE e da Articulação Nacional de Agroecologia (ANA), apontou alguns elementos “contra os quais protestamos por nos afastar da soberania alimentar” e anunciou os territórios agroecológicos que despontam no país.

Agroecologia e o fornecimento de alimentos

A série Empreendedorismo e Sustentabilidade do Programa Entrevista do Canal Futura recebeu Maria Emilia Pacheco, presidente do Conselho Nacional de Segurança Alimentar. Ela falou, entre outras coisas, sobre agricultura familiar, agricultura orgânica e agroecológia expondo suas direnças, confira.