Café Regional: nas ondas da Amazônia 27

Em janeiro, o Café Regional abordou o protagonismo das mulheres no espaços de decisão. Além disso, temas como o lançamento do do livro “Lugar de Fala: Mulheres Pretas do Tapajós e suas histórias” e a participação da juventude em articulações ao longo de 2021 ganharam destaque

“Não se promove agroecologia sem enfrentar a violência contra a mulher”

Programa de formação “Mulheres e Agroecologia” reuniu agricultoras e extrativistas do Assentamento Agroextrativista PAE Lago Grande e Baixo Tocantins, no Pará, atendidas pelo projeto Amazônia Agroecológica

Café Regional: nas ondas da Amazônia nas ondas da Amazônia 23

No mês da independência, o Café Regional falou do Grito das Excluídas, das mobilizações indígenas em defesa da vida e do desmatamento na Amazônia, agravado pelo desmonte de políticas públicas

FASE na Bahia participa de caminhada pelo Agosto Lilás

Ato aconteceu em Presidente Tancredo Neves, 13° cidade com maior número de feminicídios do estado

Carta de Luziânia (GO)

Entre os dias 14 e 16 de junho, aconteceu em Luziânia (GO) o 1º Encontro Nacional das Mulheres do Cerrado com o intuito principal de fortalecer suas organizações políticas. “Nós somos as guardiãs do Cerrado e dos saberes populares que herdamos de nossos e nossas ancestrais. Por toda nossa história, lutamos para que nossa cultura e modos de vida resistissem. Unidas na nossa diversidade, afirmamos aqui que o Cerrado brasileiro tem cara de mulher! Essa mulher é resistente, resiliente, negra, indígena, quilombola, feminista, camponesa, assentadas e acampadas, sem-terra, atingida por mineração e barragens, quebradeira de coco babaçu, sertaneja, pescadora, vazanteira, LGBTQ+, assalariada rural, fundo e fecho de pasto, raizeira, benzedeira, agricultora familiar, geraizeira, ribeirinha”, destaca o documento.

Brasil chega ao Dia dos Pais com mais 100 mil crianças sem nome paterno na certidão de nascimento

Ausência masculina põe mais responsabilidades sobre os ombros das mulheres, que encontram na solidariedade de companheiras o apoio para saúde mental

Café Regional: nas ondas da Amazônia 21

O processo de construção, produção de alimentos e de vacinação contra a covid no Assentamento Agroextrativista (PAE) Lago marcaram a edição de julho do Café Regional, Além disso, o programa falou sobre a Romaria da Terra e das Águas e a luta de mulheres negras em meio ao Dia da Mulher Latino-americana e caribenha

RJ: Julho Negro debate a desmilitarização da vida

Evento marcou o lançamento da publicação “Violências de gênero em contextos militarizados: uma cartografia escrita por mulheres”, organizada pela FASE em parceria com moradores dos conjuntos de favelas da Maré e de Manguinhos

“Julho das Pretas”: mês tem ações antirracistas em Pernambuco

Para Rosimere Nery, educadora do programa da FASE em Pernambuco, apoiar e participar dessas atividades é compromisso da FASE na luta contra o racismo

Dia Internacional da Mulher Trabalhadora Rural

O Mecanismo de Facilitação da Participação da Sociedade Civil no Conselho Regional de Segurança Alimentar e Nutricional da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (MSC-CONSAN) e a Rede das Margaridas da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) reivindicam a concretização do compromisso político por parte dos Chefes de Estado e de Governo da CPLP de reconhecer e fortalecer o papel central das mulheres rurais para a concretização do direito humano à alimentação e nutrição no espaço lusófono.

Mães de Maio: “Por memória, verdade e justiça”

Maio, mês que coincide com a comemoração do mês das mães, também se tornou o ícone das lutas pela memória, verdade e justiça dos assassinatos cometidos pelo Estado na democracia. Em 2018, a Semana na Memória das Vítimas da Violência de Estado foi realizada entre 12 e 19 de maio. Sendo uma iniciativa legalmente conquistada pelo movimento das mães, o evento mais importante ocorreu na cidade de Salvador (BA): “III Encontro Internacional de Mães vítimas da Violência do Estado: por Justiça, Reparações e Revolução”, com a presença de mães, familiares e militantes, tanto do Brasil como de outros países. A partir desse contexto, Franciele Campos, integrante do coletivo Fórum Social de Manguinhos e do Cartel Adélias, e a argentina Valentina Carranza Weihmüller, comunicadora, educadora, pesquisadora sobre juventudes, educação e cultura (NUTES, UFRJ), escreveram artigo sobre esses temas.

Articuladas: Grupo de mulheres lança campanha contra a violência institucional

Documentário debate as diferentes formas de atuação da violência e a importância das mulheres na resistência à violência do Estado

#8M: Lúcia Xavier e a luta pelos direitos das mulheres

Na série “O que você deseja para as mulheres?”, conversamos com quatro ativistas sobre direito à cidade, justiça ambiental, segurança alimentar e direito das mulheres

#8M: Alessandra Korap, justiça ambiental e a luta pelos direitos dos povos indígenas

Na série “O que você deseja para as mulheres?”, conversamos com quatro ativistas sobre direito à cidade, justiça ambiental, segurança alimentar e direito das mulheres

#8M: Bruna de Oliveira e a importância da luta pela segurança alimentar

Na série “O que você deseja para as mulheres?”, conversamos com quatro ativistas sobre direito à cidade, justiça ambiental, segurança alimentar e direito das mulheres

#8M: Mônica Oliveira fala sobre a luta por cidades mais justas para as mulheres

Na série “O que você deseja para as mulheres?”, conversamos com quatro ativistas sobre direito à cidade, justiça ambiental, segurança alimentar e direito das mulheres

Liderança feminista do Pará, Ivana Nobre de Azevedo morre aos 69 anos

Ex-freira, Ivana foi uma das precursoras do Movimento de Mulheres do Nordeste Paraense (MMNEPA). Natural de Manaus, também foi técnica da FASE em Capanema, no início da década de 1990

“Enquanto estivermos vivas, não vão tirar nossa fala”

Mais de 100 mulheres participaram, de forma virtual, do II Encontro de Mulheres do Cerrado, realizado pela Articulação de Mulheres do Cerrado nos dias 11 e 12 de novembro

Dia Internacional de Luta contra a Violência sobre a Mulher

No dia 25 de novembro, atividades espalhadas pelo país fortalecem a luta em defesa da vida e pelo fim das opressões contra as mulheres. No Pará, o Fórum de Mulheres da Amazônia Paraense (FMAP) e a Articulação de Mulheres Brasileiras (AMB) elaboraram uma carta para ser distribuída em ato público em Belém. “Hoje, no Brasil, 527 mil pessoas são estupradas por ano. Destas, 89% são mulheres e 70% são crianças e adolescentes. No Brasil, a cada 2 minutos, 5 mulheres são espancadas; a cada 11 minutos, uma mulher é estuprada; a cada 90 minutos ocorre um feminicídio”, diz trecho. As mulheres também pedem o fim da violência racista, que tem ceifado a vida de mulheres negras e indígenas. Além disso, dizem não ao PL 5069, de autoria do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB). O projeto que dificulta o aborto legal em caso de estupro.