Governador do Rio de Janeiro exclui representantes da sociedade civil do Conselho Consultivo da Câmara Metropolitana

Lamentavelmente, em setembro aconteceu a 2ª reunião do Conselho Deliberativo da Câmara Metropolitana quando o governador Wilson Witzel decidiu excluir do Conselho Consultivo os representantes da sociedade civil indicados na 1ª Conferência Metropolitana, realizada em Niterói, em 2018. Depois de quatro anos de elaboração do Plano Metropolitano e da aprovação da Lei Complementar, caberia ao novo governador prosseguir com o trabalho que estava em desenvolvimento e tornar a gestão metropolitana uma política de Estado. No entanto, com a exclusão dos indicados pela Conferência, todo o acúmulo de participação social desse processo foi desconsiderado sumariamente.

Encontro Internacional de Educação Popular debate desafios no século XXI

Rosimere Nery, educadora da FASE Pernambuco, fará a mediação de mesa sobre Sexualidade, Gênero e Psicanálise

Brasil chega ao Dia dos Pais com mais 100 mil crianças sem nome paterno na certidão de nascimento

Ausência masculina põe mais responsabilidades sobre os ombros das mulheres, que encontram na solidariedade de companheiras o apoio para saúde mental

RJ: Julho Negro debate a desmilitarização da vida

Evento marcou o lançamento da publicação “Violências de gênero em contextos militarizados: uma cartografia escrita por mulheres”, organizada pela FASE em parceria com moradores dos conjuntos de favelas da Maré e de Manguinhos

Evento virtual encerra o 3ª ano do projeto Juventude nas Cidades

Para Bruno Alves, educador da FASE Rio, os resultados mostraram o poder do projeto e a importância para a formação pessoal e política desses jovens

Pesquisadores apontam indícios de fraude no leilão da Cedae

Para FASE a água é um Bem Comum e um Direito Humano que não pode se tornar mercadoria na mão de grandes corporações do setor no saneamento

Rio sob intervenção

O Fórum Brasileiro de Segurança Pública, em parceria com o Instituto Datafolha e apoio do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (Cesec), da Universidade Cândido Mendes, coloca à disposição neste relatório os resultados de uma pesquisa de opinião que investiga aspectos associados à segurança pública no Brasil e, mais especificamente, à realidade da Cidade do Rio de Janeiro. A pesquisa FBSP/Datafolha “Rio sob Intervenção” teve como objetivo principal oferecer uma visão ampla sobre medo, risco e vitimização da população carioca e criar uma linha de base fidedigna para a avaliação e monitoramento da Intervenção Federal na Segurança Pública. Por esta aposta, o FBSP entendeu que o debate em torno da Intervenção Federal na Segurança Pública do Rio de Janeiro, decretada em 16 de fevereiro de 2018, pode ganhar mais densidade se também subsidiado com indicadores que permitam aos vários setores dedicados à análise da questão uma discussão sobre as percepções de medo e risco, bem como a prevalência da vitimização da população carioca com 16 anos ou mais de idade.

Ação policial no Jacarezinho deixa 25 mortos; moradores denunciam execuções

Em nota, o grupo Articuladas, do qual a FASE é parte, repudia a militarização da segurança pública e o uso cotidiano da violência por parte da polícia nos territórios de favelas e periferias

Educadora da FASE participa de audiência pública no STF

Rachel Barros, da FASE Rio, representou o Fórum Social de Manguinhos em encontro organizado pelo Ministro Edson Fachin para falar sobre a ADFP das Favelas

Manifesto da Campanha Caveirão Não! Favelas pela Vida e contra as Operações

Inspirados na Campanha Internacional contra o Caveirão, de 2006, que tinha como objetivo combater as violações cometidas pelo Batalhão de Operações Especiais (BOPE) da Polícia Militar do Rio de Janeiro com o uso do carro blindado (caveirão), o manifesto busca mobilizar a sociedade para o lançamento de uma nova campanha “Caveirão Não! Favelas Pela Vida e Contra as Operações!”. A necessidade de uma nova campanha surge de um contexto de intensificação da violência por parte das polícias, em especial do Batalhão de Choque da PM, da CORE da Policia Civil e do BOPE, que cotidianamente vem realizando as chamadas “operações policiais” que resulta em pelo menos três mortes por dia com essas ações.

Articuladas: Grupo de mulheres lança campanha contra a violência institucional

Documentário debate as diferentes formas de atuação da violência e a importância das mulheres na resistência à violência do Estado

Estão abertas as inscrições para a segunda etapa do ciclo de oficinas sobre opressões urbanas

Realizada pela FASE no Rio de Janeiro e Fundo SAAP, atividade reunirá, virtualmente, jovens de diferentes estados para debater raça, classe e gênero

Informativo Na Raça – 1ª edição

Mulheres de várias favelas e comunidades do Rio de Janeiro estiveram presentes na atividade Na Raça, que aconteceu em novembro de 2016, no campo do Society, em Manguinhos. Este ano, o Na Raça fez parte da programação do II Encontro da Rede Nacional de Mães e Familiares de Vítimas do Terrorismo do Estado. Maio, mês das mães, simboliza a luta de tantas mulheres no Brasil e mundo afora, em memória de seus filhos e na busca por justiça e responsabilização do Estado pela política de genocídio que vitimiza jovens negros, pobres e favelados. Diversas organizações de mães e dos movimentos sociais estiveram nas ruas mais uma vez bradando: “Os nossos mortos tem voz. Os nossos mortos tem mãe”.

Ciclo de oficinas debate opressões urbanas

Realizada pela FASE no Rio de Janeiro e Fundo SAAP, atividade reuniu, virtualmente, jovens de diferentes estados para debater raça, classe e gênero

Inscrições abertas para oficina “Além das opressões”

Programa da FASE no Rio de Janeiro realiza oficina “Além das opressões urbanas: raça, classe e gênero como referências para práticas e imaginários”

O direito das mulheres nas cidades

Documento feito por representantes de organizações de mulheres e ativistas feministas de vários países latino americanos que se reuniram no Rio de Janeiro, em maio de 2016, no Seminário “Prá Lá e Prá Cá – O direito das Mulheres às Cidades”, ratificam que não haverá cidade justa, sustentável, solidária e segura enquanto os direitos das mulheres na sua integralidade, pluralidade, complexidade e dimensões de classe, raça, etnia, geracional, orientação sexual e condição física não forem totalmente incluídos e respeitados.

FASE RJ na luta contra a Covid, violência e por moradia

No Rio de Janeiro, a equipe de educadores populares se mobilizou para distribuição de cestas básicas de alimentos e produtos de higiene, além de colaborar na mobilização de jovens de diferentes regiões de cidade, cujas pautas são o enfrentamento ao racismo e as dificuldades de acesso ao mercado de trabalho

Configurações recentes das favelas cariocas: três cenas da “pacificação”

Em artigo, Daniel Soares Rodrigues, Rachel Barros de Oliveira e Thiago Oliveira Lima Matiolli, propõe uma interpretação do experimento das Unidades de Polícia Pacificadoras (UPPs) a partir do enquadramento teórica proposto por Veena Das e Deborah Poole, com base no referencial empírico de três casos (ou cenas) que escancaram os deslocamentos da atividade policial em contextos de “pacificação”. O texto tem o objetivo de apresentar um olhar mais apurado sobre a atuação policial em espaços militarizados da cidade do Rio de Janeiro. A partir de uma literatura que permite identificar as margens que sedimentam a forma de atuação do Estado nas favelas, vê-se como a imagem veiculada pelos órgãos de segurança pública, que legitimam as favelas como territórios apartados da cidade formal e que, por isso mesmo, precisam ser resgatados, se contrapõem às cenas aqui recontadas, salientando os aspectos “borrados” desta busca pela formalidade.

FASE RJ lança mapeamento de atendimento a mulheres atingidas por violência institucional

O trabalho realizado em parceria com diversas organizações e diferentes profissionais do campo da assistência, saúde e psicologia, deu origem a iniciativa “Articuladas: mulheres no enfrentamento a violência institucional”