Protocolo Comunitário Biocultural das Raizeiras do Cerrado

A medicina tradicional praticada pelos povos do Cerrado se expressa por
meio de diferentes ofícios de cura, resultantes, principalmente, da síntese das
medicinas dos povos indígenas brasileiros, povos africanos e imigrantes europeus
que chegaram ao Brasil. Os praticantes destes ofícios utilizam diversos recursos
para a prevenção e o tratamento da saúde, como os remédios feitos de plantas medicinais, dietas alimentares, banhos, benzimentos, massagem e aplicação de argila.

Costurando Moda com Direitos, projeto coordenado pelo Fundo SAAP, atua no fortalecimento de direitos de mulheres costureiras domiciliares no setor têxtil

Em Pernambuco, milhares de costureiras trabalham em pequenas fábricas e dentro de casa, sem proteção, sem carteira assinada e sem segurança. O projeto Costurando Moda…

Missão-denúncia: Em defesa do direito à moradia adequada, ao território e contra os despejos nas cidades do Rio de Janeiro e Petrópolis/RJ

Este relatório é fruto de um trabalho coletivo iniciado pelo Fórum Nacional de Reforma Urbana – FNRU, no âmbito do Projeto “Fortalecendo a Rede da Reforma Urbana no Brasil”. O referido projeto deliberou como estratégia de incidência a realização de Missões-Denúncia no Brasil. Para a realização da atividade houve uma articulação da rede nacional e local da reforma urbana através do FNRU, da Campanha Despejo Zero em Defesa da Vida na cidade e no Campo, do Conselho Nacional de Direitos Humanos, através da sua Comissão de Direito à Cidade, e da Plataforma DHESCA Brasil.

Acordo UE-Mercosul: Ameaça para a proteção do clima e dos direitos humanos

Em 28 de junho de 2019, uma sexta-feira em que jovens marchavam pelas ruas de várias cidades do mundo em denúncia à crise ambiental e
climática, negociadores da União Europeia (UE) e do Mercosul anunciaram em Bruxelas terem concluído um “acordo em princípio” sobre o escopo do acordo de livre comércio que os dois blocos começaram a debater em 1999. Em síntese, o texto do acordo comercial de 17 capítulos reduz tarifas comerciais, amplia cotas de importação e exportação e elimina barreiras não tarifárias, num prazo de até 15 anos, sobre as principais commodities agrícolas e minerais exportadas pelo Mercosul e sobre produtos industrializados da União Europeia, incluindo carros, máquinas e equipamentos, produtos farmacêuticos e agrícolas. Além disso, inclui também compras governamentais e serviços.

Amazônia Agroecológica / Caderno de Formação Saberes e Práticas Agroecológicas

Este caderno de formação é um documento elaborado pela FASE e produzido como subsídio à formação de Multiplicadores e Multiplicadoras em Agroecologia. Seu objetivo é promover o diálogo de saberes e práticas com agricultores e agricultoras familiares, assentados, quilombolas, agroextrativistas, abordando sua relação com a natureza em seus sistemas agrícolas e seus sistemas alimentares a partir dos princípios da Agroecologia.

Primeira colheita de mel de abelha Uruçú marca avanço da meliponicultura na comunidade da Água Vermelha, em Mutuípe

A comunidade da Água Vermelha colhe primeiros resultados da formação em manejo de abelhas sem ferrão, no município de Mutuípe, no território do Vale do…

Programa Fomento Produtivo Rural impulsiona agricultura familiar no Vale do Jiquiriçá no interior da Bahia

O Programa Fomento Produtivo Rural com apoio da FETRAF e Polo Sindical da região de Amargosa, segue sendo executado com responsabilidade, compromisso social e respeito…

Curso de meliponicultura fortalece agricultura familiar e preservação ambiental no município de Laje, na Bahia

A FASE Bahia realizou mais um curso de meliponicultura, desta vez na comunidade Rio de Areia, localizada no município de Laje, no território Vale do…

Amazônia Agroecológica / Folder de apresentação

O projeto Amazônia Agroecológica é uma ação articulada entre o Fundo Dema e os programas regionais da Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional (FASE) nos estados do Mato Grosso e Pará.
Com duração de 36 meses, a ação conta com o apoio do Fundo Amazônia. Tem como objetivo dinamizar e fortalecer práticas agroecológicas para a promoção da conservação e uso sustentável da biodiversidade, a recuperação de áreas degradadas, a garantia da segurança
alimentar e nutricional e dos direitos territoriais. Isso por meio do apoio a projetos comunitários e ações a serem desenvolvidas pela FASE nos territórios.

FASE BAHIA: Curso de produção de sequilhos e beneficiamento da banana fortalece geração de renda e empreendedorismo feminino em Ubaíra

Na comunidade Boqueirão da Boa Ventura, no município de Ubaíra, as agricultoras participaram de um curso de produção de sequilhos com foco na geração de…

Costurando Moda com Direitos: a história, a vida e o trabalho das costureiras domiciliares do Ceará

Trazemos para vocês informações e reflexões a partir de pesquisa realizada em janeiro e fevereiro de 2022 com 87 costureiras da Região Metropolitana de Fortaleza e dos municípios de Crateús e Viçosa do Ceará. O questionário continha 39 perguntas fechadas e seus resultados foram tabulados em um banco de dados e, posteriormente fizemos uma análise coletiva dos mesmos. Agrademos as 87 costureiras entrevistadas pelo tempo e disponibilidade em nos contar tantas coisas. Além dos dados e análises, vocês também irão conhecer as histórias de Ariadne, Dona Vilanir, Lucivalda e Rosenira, costureiras cearenses que conosco compartilham suas trajetórias, experiências, dificuldades e sonhos.

Carta ao Governo de Transição da Frente contra o Acordo Mercosul-União Europeia

A Frente Brasileira Contra os Acordos Mercosul-UE e Mercosul-EFTA foi formada em setembro de 2020 com o objetivo de retomar o processo de formação da sociedade civil brasileira para atuar na agenda de comércio exterior, além de incidir, nacional e internacionalmente, nos Acordos Mercosul-UE e Mercosul-EFTA. Atualmente, é composta por mais de 120 entidades da sociedade civil organizada, representantes de redes, organizações e movimentos sociais do campo ecumênico, sindical, ambientalista e climático, da cooperação internacional, da luta indígena e quilombola, do movimento feminista e de mulheres, e pela defesa da reforma agrária e soberania alimentar.

SAIU NA MÍDIA: Artigo “Sem justiça territorial, mercado de carbono tem demandado títulos de terra no Brasil e na Colômbia”

O artigo “Sem justiça territorial, mercado de carbono tem demandado títulos de terra no Brasil e na Colômbia”, escrito por Pedro Martins, educador popular da…

Proposições e Desafios para o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional

O documento aponta os avanços do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (SISAN) desde a sua implementação, em 2006; trata do desmonte das políticas públicas promovido pelo atual governo; e apresenta propostas e desafios para a retomada do SISAN, que passam por marcos legais, instâncias de gestão, financiamento, participação e controle social, e política públicas.

Relatório Técnico – Agrotóxicos no Pantanal

O estado de Mato Grosso registrou o uso de 142.738,855 kg de princípios ativos de agrotóxicos e é o estado brasileiro que mais utiliza substâncias tóxicas na agropecuária. Os municípios de Poconé, Cáceres e Mirassol D’Oeste foram afetados com importante quantidade de substâncias que contaminam o solo e principalmente os recursos hídricos levando assim doença e destruição dos bens comuns.

Essas e outras conclusões alarmantes estão reunidas no Relatório Técnico: “Agrotóxicos no Pantanal”, realizado pela educadora da FASE, mestre em Saúde Pública, Fran Paula; com a colaboração da professora Marcia Montanari, do Instituto de Saúde Coletiva da UFMT; Naiara Andreoli Bittencourt, advogada da Terra de Direitos e Lucinéia Freitas do MST e com revisão de Maria Emília Pacheco, assessora do Grupo Nacional da FASE.

Além das Opressões Urbanas

As opressões urbanas vividas cotidianamente pelos cidadãos e cidadãs resultam de um modelo de cidade capitalista e excludente, que ignora as dimensões de raça, classe e gênero. O acesso ao direito à cidade é sempre mais limitado para os cidadãos e cidadãs que vivem nas favelas e nas periferias. Com o objetivo de refletir sobre essas condições urbanas, a cartilha aborda parte dos conteúdos debatidos no ciclo “Além das Opressões Urbanas: raça, classe e gênero como referência para práticas e imaginários de cidade”, que a Fase realizou entre outubro de 2020 e janeiro de 2021, com apoio da Laudes Foundation. Esperamos que o material contribua para análise dos problemas urbanos, bem como para o fortalecimento político dos sujeitos e sujeitas que se organizam coletivamente por outro modelo de cidade.

Experiência de formação e pesquisa com jovens moradores de favelas

O presente documento é resultado do processo de formação e de pesquisa sobre segurança pública, violência e racismo no Brasil, através de conversas, reflexões e relatos dos jovens moradores de favelas da cidade do Rio de Janeiro. Esse estudo se deu através do projeto “Se Liga no Território!”, uma parceria entre a FASE RJ e os movimentos sociais Fórum Social de Manguinhos e Mães de Manguinhos, e conta também com o apoio da Fundação Rosa Luxemburgo.

Com o principal objetivo de realizar processos de formação política, produção de metodologias participativas e pesquisa com jovens de favelas, o projeto “Se Liga no Território” teve a duração de 2 anos (2020 e 2021) e atuou nos territórios da favela de Manguinhos, do complexo de favelas da Maré, de Acari e da Ladeira dos Tabajaras.

Através de reflexões sobre a violência dos agentes armados do Estado nas favelas e as consequências na vida dos jovens, o presente documento busca apresentar novas análises sobre a violência urbana, assim como novas práticas de pesquisa em/para/com favelas, através da narrativa daqueles que são o principal alvo da política de morte do Estado.

Sentença do tribunal Popular da Fome

O Tribunal Popular da Fome aconteceu no dia 27 de setembro de 2021. Nele, o Governo Federal Brasileiro foi acusado e julgado por violações ao Direito Humano à Alimentação e a Nutrição adequadas e ao Direito a Estar Livre da Fome.
Leia o documento na integra,

FASE na Cúpula dos Povos: luta e resistência por justiça climática

A Cúpula dos Povos reuniu mais de 25 mil participantes entre os dias 12 e 16 de novembro, na Universidade Federal do Pará (UFPA), em Belém. A programação da Cúpula foi construída coletivamente para gerar convergências e enlaces entre diversos povos de diferentes territórios e países, através de oficinas, plenárias, feiras, intervenções artísticas, audiências públicas e manifestações promovidas por organizações e movimentos sociais.

COP30 na Amazônia: avanços na participação popular e desafios no financiamento climático

Participação popular, multilateralismo e reconhecimento da importância de
populações afrodescendentes e povos indígenas são marcas da COP30 em Belém