Edital para área de comunicação
A FASE (Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional), organização sem fins lucrativos, que atua em seis estados brasileiros e tem sua sede nacional no Rio de Janeiro, abre 01 (uma) vaga para técnico em planejamento e desenvolvimento social para função de coordenação da Comunicação da FASE.
Amazônia Agroecológica / Plano de Comunicação
Este Plano de Comunicação visa direcionar um conjunto de estratégias de comunicação de forma a consolidar relação com os públicos de interesse e também pautar ações protagonizadas pelos beneficiários nos estados do Pará e Mato Grosso. Ao mesmo tempo, outro pilar será fortalecer canais de diálogo com a sociedade sobre os temas, os sujeitos e os territórios relacionados ao Projeto. Apresentamos as ações previstas no ano de 2019. Acreditamos que elas se constituem como ponto de partida na construção de uma identidade que represente os objetivos do ‘Amazônia Agroecológica’.
Agricultoras e agricultores familiares como agentes da restauração no projeto “Quintais Produtivos para Recuperação das Áreas Degradadas em Mato Grosso”
Enquanto o agricultor e agrofloresteiro José Leal da Silva Neto coloca suas botinas para nos mostrar a floresta que plantou, conta um pouco de sua…
FASE, Fundo Dema e Fundo SAAP divulgam resultado do Edital Nilma Bentes para Marcha das Mulheres Negras por Reparação e Bem-Viver
Trinta iniciativas são escolhidas para fortalecer mobilização de mulheres negras em todo o Brasil.
FASE reúne lideranças e especialistas em seminário nacional sobre águas
Seminário Caminho das Águas aconteceu no Rio de Janeiro e debateu problemas e alternativas para a defesa das águas no Brasil.
FASE Bahia lança livro sobre vida de agricultores e agricultoras familiares locais durante I FLITAN – Feira Literária e Cultural
Evento fortaleceu a cultura local e promoveu o acesso ao conhecimento.
SAIU NA MÍDIA: Coordenadora do NUPA destaca construção coletiva da Cúpula dos Povos rumo à COP30
Maureen Santos ressalta importância de integrar agendas e fortalecer alianças entre povos, territórios e movimentos sociais na luta por justiça climática e transição justa em Belém.
FASE MT e CTA realizam Avaliação e Confraternização no projeto “Quintais Produtivos para Recuperação de áreas degradadas no Mato Grosso”
No dia 17 de maio, a FASE MT e o CTA (Centro de Tecnologias Alternativas) realizaram, em conjunto com as famílias envolvidas no projeto “Quintais…
FASE MT e CTA avançam na produção de mudas para recuperação de áreas degradadas em Mato Grosso
Visando a recomposição da vegetação nativa em conjunto com a inserção de espécies frutíferas que possibilitem a obtenção de renda por parte dos agricultores, mais de 14 espécies vem sendo cultivadas no viveiro do Centro de Tecnologia Alternativa (CTA), localizado em Pontes e Lacerda (MT), e nos viveiros comunitários construídos nas comunidades nas quais residem as 80 famílias beneficiárias do projeto.
FASE Mato Grosso e Centro de Tecnologia Alternativa (CTA) realizam oficina de restauração para combate da erosão do solo na região das Botas
A equipe da FASE Mato Grosso esteve com o Centro de Tecnologia Alternativa (CTA) no PA Floresta, situado no município de Araputanga (MT), para realização de uma oficina de restauração a partir da prática de demarcação das curvas de nível em uma área extremamente suscetível à voçorocas, algumas já em processo de formação.
NOTA: Pelo respeito ao estado democrático de direito
Em nota, o PAD (Processo de Articulação e Diálogo Internacional) – do qual a FASE é parte – critica os ataques à democracia e à estabilidade social vindas da maior autoridade do país. “Esses ataques não podem ser minimizados como sendo de ‘cunho pessoal’. Urge que as instituições democráticas reajam com veemência a este tipo de atitude e promovam a responsabilização constitucional. Também confiamos que as organizações populares da sociedade civil se engajem na formação de uma ampla frente de luta conjunta para defender a democracia e a liberdade, o Estado Democrático de Direito e a garantia da realização de todos os direitos humanos para todos/as os/as brasileiros/as”.
SAIU NA MÍDIA: Educador da FASE Amazônia critica mercado de carbono sem escuta aos povos indígenas e comunidades tradicionais
Pedro Martins reforça a importância de garantir que esses grupos tenham voz ativa na formulação de políticas que afetam diretamente seus territórios.
SAIU NA MÍDIA: Educadores da FASE Amazônia lançam artigo sobre consequências da seca na região amazônica
O artigo “Seca na Amazônia: insegurança alimentar, injustiças socioambientais e violações de direitos”, publicado no Nexo, traz as consequências do cenário de seca e das temperaturas elevadas para a região.
A luta camponesa construindo transição agroecológica no Mato Grosso: resistência ao modelo hegemônico da pecuária industrial
O relatório “Alternativas agroecológicas à produção animal industrial” traz estudos de caso recentemente compilados por membros e aliados da Coalizão Mundial pelas Florestas (GFC) no Brasil, Chile, México e Paraguai que destacam como o território e a vida de camponeses e povos indígenas são servidas “de bandeja” ao agronegócio. Para o estudo de caso do Brasil foi apresentado o assentamento de reforma agrária Roseli Nunes, no Sudoeste do Mato Grosso. Há quase vinte anos, o assentamento se constitui em uma experiência de resistência ao modelo hegemônico do agronegócio. Mesmo sofrendo pressões diversas e uma série de incentivos públicos e privados para ceder à pecuária industrial, o movimento agroecológico organiza as famílias que resistem e contribuem para a soberania alimentar. As estratégias produtivas e de comercialização contra-hegemônicas manejadas pelas famílias articuladas na Associação Regional de Produtores Agroecológicos (ARPA) mostram que a agroecologia se faz com o pé no chão e a perseverança da organização social.
SAIU NA MÍDIA: Assessora do NUPA, Maria Emília Pacheco, recomenda cinco leituras essenciais para entender e promover a agroecologia
A assessora do Núcleo de Políticas e Alternativas da FASE (NUPA) e referência na promoção da agroecologia e da segurança e soberania alimentar, Maria Emília Pacheco, indica em artigo ao Nexo cinco obras essenciais para aprofundar e expandir o conhecimento sobre o tema.
SAIU NA MÍDIA: FASE participa de podcast internacional sobre justiça climática e expectativas para COP30
O evento destacou a denúncia de falsas soluções climáticas, como o mercado de carbono, e lançou o Mapa de Falsas Soluções Climáticas. Também foram discutidos os preparativos para a Cúpula dos Povos, que ocorrerá em paralelo à COP30
Campanha Nem Um Poço a Mais reúne ativistas, movimentos sociais e organizações no Espírito Santo para debater os impactos da indústria petroleira
O seminário, promovido pela FASE Espírito Santo, contou com uma programação diversa para abordar o enfrentamento à expansão da indústria petroleira no Brasil e na América Latina
FASE seleciona profissional de Comunicação
A FASE está lançando hoje um processo seletivo para a área de Comunicação, para compor a equipe da FASE Nacional, com experiência e formação em…
Carta do Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Socioambiental 2019
Em carta, os participantes do Seminário Nacional do Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Socioambiental, realizado em Brasília entre os dias 5 a 8 de novembro de 2019, em momento de profunda aflição dos povos do Brasil e da América Latina, refletiram sobre as causas deste sofrimento e anunciam ações práticas portadoras de criatividade, solidariedade e esperança. “Nosso grito é em defesa da vida dos povos, das águas, da terra e das florestas, das populações urbanas vulnerabilizadas e imigrantes, que têm suas vozes silenciadas pela política que oprime e reprime, pela falta de educação libertadora, de atendimento médico humanizado, de alimentos diários. Gritamos com as mulheres silenciadas pelo feminicídio, com as mães que perdem seus filhos em consequência de uma política racista e homofóbica. Gritamos pela democratização dos direitos, pelo respeito à diversidade, a demarcação das terras dos povos tradicionais, o reconhecimento jurídico dos direitos da Natureza, a ecologia integral, o desenvolvimento de uma nova economia de base comunitária, orientada para o Bem Viver autogestionário e solidário das pessoas e comunidades em seus territórios. Gritamos com a natureza, com o clima, com as oprimidas e oprimidos: Chega de destruição e morte!”.
Carta Sergipana do XI Congresso Brasileiro de Agroecologia
Em Carta Política do XI Congresso Brasileiro de Agroecologia, realizado em novembro de 2019, em Aracajú, as organizações participantes defendem o lema do encontro “Ecologia de Saberes: cultura, arte e ciência na democratização dos sistemas agroalimentares” como uma defesa irrestrita ao ensino público, gratuito, laico e de qualidade. A Ecologia de Saberes é uma abordagem teórica, metodológica e política que reconhece os distintos saberes e conhecimentos construídos nas universidades, centros de pesquisas, institutos, escolas, nas comunidades, em diálogo permanente e crítico, questionando a lógica dominante colonizadora, eurocêntrica, racista, patriarcal, LGBTQI+fóbica e etnocída. “Mais do que nunca, precisamos de uma prática científica que nos ajude a reconhecer nossas diferenças e identidades e, ao mesmo tempo, compor um mundo comum, onde possamos cultivar a solidariedade, a esperança e a confiança, tecendo, com amor, novos saberes e relações. Seguimos tecendo nossa rede colaborativa e solidária!”
