O efeito camarão

Carlos Augusto Ramos, técnico da Fase Pará, conta um pouco da história do Projeto Manejo Comunitário do Camarão de Água Doce

Nota: Organizações denunciam Imerys após incêndio em Barcarena

De acordo com a Nota da Frente em Defesa dos Territórios, da qual a FASE na Amazônia é parte, moradores de Barcarena, no Pará, sofreram mais um atentado contra suas vidas após incêndio na Planta Industrial da empresa Imerys Rio Capim, em vila do Conde. A empresa é denunciada há anos pelos moradores por contaminar rios, igarapés, poços, o solo e o ar com os resíduos e rejeitos, além da repetição de vazamentos de caulim, desde de 2003, e agora com a explosão em seu deposito de armazenamento de produtos químicos.

Live do “Telas em Rede” fecha ciclo de ações de comunicação no Baixo Tapajós

Iniciativa recebe o apoio da FASE Amazônia e conta com atividades voltadas para democratização das mídias

PA: Moradores denunciam crimes ambientais de mineradora após incêndio

Caso aconteceu em um dos depósitos de produtos químicos e moradores de Vila do Conde relatam problemas de saúde e contaminação do rio Dendê

“Há uma concentração de poderes no Brasil afim de lucrar com o desmatamento”

Em entrevista ao Faixa Livre, Guilherme Carvalho, da FASE na Amazônia, fala sobre política e justiça ambiental

Comunidades do Pará sofrem com entressafra do açaí e Caravana Agroecológica apresenta alternativas

Objetivo é gerar renda e garantir segurança alimentar para os povos das ilhas do município de Igarapé-Miri com base nos conhecimentos tradicionais da região

Programa Café Regional: nas ondas da Amazônia 25

Toya Manchineri, da COICA e  Wal Munduruku, do povo do Baixo Tapajós, falam sobre a participação indígena na COP26, uma das maiores de todas

Cidades e Bem Viver na Amazônia

“Cidades e bem viver na Amazônia” é uma coletânea de trabalhos científicos e relatos de experiência apresentados no II Seminário de Direito à Cidade, em Santarém (PA), na Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA). O evento foi uma iniciativa do grupo de pesquisa “O direito à cidade em Santarém-PA” (GDAC) em parceria com o programa da FASE na Amazônia.

Jovens Cabanos fazem história no PAE Lago Grande

Inspirados pela Cabanagem, jovens realizaram a histórica I Romaria do Bem Viver em Santarém (PA). Ali foram firmados compromissos para a defesa do modo de vida tradicional de ribeirinhos, extrativistas, pescadores e indígenas que vivem há décadas, ou até mesmo séculos, no Projeto de Assentamento Agroextrativista (PAE) Lago Grande. No centro da ação esteve a defesa de um território livre da mineração e a defesa do Bem Viver. Confira a reportagem de Patrícia Bonilha, do Greenpeace Brasil. A entidade apoiou a iniciativa junto da FASE, da Pastoral da Juventude, do Grupo Mãe Terra, da Federação das Associações de Moradores e Comunidades do Assentamento Agroextrativista da Gleba Lago Grande (Feagle) e do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (STTR) de Santarém.

Café Regional: Dia Mundial da Alimentação

Programa Café Regional do dia 16 de outubro é dedicado ao Dia Mundial da Alimentação

Repúdio à prisão de brigadistas de incêndio em Alter do Chão

Cerca de 35 organizações e movimentos sociais, incluindo a FASE, expressaram, por meio de carta, repúdio à prisão abusiva de quatro integrantes da Brigada de Incêndio de Alter do Chão, no Pará. Para as entidades, não há dúvida de que trata-se de mais um caso de criminalização de movimentos sociais e ativistas ambientais. Dizem que a liberdade foi violada com base em investigação nebulosa que não apresentou, até o momento, nenhum elemento de prova contundente que justifique a manutenção da prisão preventiva dos brigadistas. “Sofremos violências constantes em nossos territórios. Mas, não vamos permitir que o AI-5 se instale no chão amazônico. Vamos seguir lutando pela garantia do Estado Democrático de Direito, pelas liberdades constitucionais e pela preservação da floresta, que é nosso abrigo, nosso lar”, destaca o documento.

PAE Lago Grande – Terra e território em debate

Este boletim traz informações sobre o direito à terra e ao território. Em especial, fala sobre o Projeto de Assentamento Agroextrativista da Gleba Lago Grande (PAE Lago Grande), que foi criado em 2005 em Santarém (PA). Até hoje as comunidades tradicionais da região enfrentam desafios para a titulação coletiva de suas terras. O texto aborda também a luta pela proteção do território frente a grandes interesses econômicos que miram as riquezas naturais do assentamento. A mais recente ameaça é a mineração. A publicação foi editada pela Federação das Associações de Moradores e Comunidades do Assentamento Agroextrativista da Gleba Lago Grande (Feagle), com o apoio da FASE, do Greenpeace, do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Santarém, do Grupo Mãe Terra e da Pastoral da Juventude da região.

MANIFESTO PELO BEM VIVER – PAE LAGO GRANDE

No contexto da I Romaria do Bem Viver, que reuniu 1300 pessoas em Santarém (PA), manifesto defende o Projeto de Assentamento Agroextrativista da Gleba Lago Grande (PAE Lago Grande) como território livre da mineração. “A sociedade pela qual lutamos não é a capitalista, do consumo exagerado e da destruição da floresta. É a sociedade do bem viver em que nosso sustento e nosso bem estar, a vida da nossa e das futuras gerações estão essencialmente vinculados à preservação da natureza”, destaca o texto. E continua: “não vamos permitir que os exploradores retalhem nosso chão em áreas individuais para serem adquiridas por nossos aniquiladores. Pela memória dos nossos ancestrais cabanos, nos comprometemos a lutar a fim de proteger nosso território para a reprodução dos nossos modos de vida, garantindo a titulação coletiva, pois é a coletividade que é a marca histórica do nosso povo”.

Café Regional: nas ondas da Amazônia nas ondas da Amazônia 23

No mês da independência, o Café Regional falou do Grito das Excluídas, das mobilizações indígenas em defesa da vida e do desmatamento na Amazônia, agravado pelo desmonte de políticas públicas

CIDH apresenta o Relatório sobre “Situação dos Direitos Humanos dos Povos Indígenas e Tribais da Panamazônia”

A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) publica seu Relatório sobre a Situação dos Direitos Humanos dos Povos Indígenas e Tribais da Panamazônia. O objetivo do relatório é abordar o problema dos povos que habitam a região à luz dos padrões do Sistema Interamericano de Direitos Humanos. Neste relatório, a Comissão contextualiza as complexas transformações que afetam o território da Panamazônia, onde os direitos humanos das comunidades foram afetados por normas, políticas e práticas públicas voltadas principalmente para a extensão das fronteiras extrativistas de recursos naturais e desenvolvimento de megaprojetos de infraestrutura, que exercem pressão sobre territórios ancestrais indígenas e quilombolas. (Documento em espanhol)

“Da luta não fujo”: Acompanhe os passos da educadora popular Sara Pereira

“Fazer Educação Popular na Amazônia, por mais desafiador que seja, é sobretudo uma grande um grande prazer, uma grande alegria”

Mineração ameaça territórios do Baixo Amazonas, indica mapeamento realizado pela FASE no Pará

O estudo foi produzido pelo programa da FASE na Amazônia, em parceria com Greenpeace, Grupo Mãe Terra e outras organizações através do projeto Todos os Olhos na Amazônia

Fundo Dema: fortalecendo os povos da floresta no Pará há 18 anos

Criado em 2003, o Fundo é administrado pela FASE e apoia projetos coletivos dos Povos da Floresta, respeitando à sociobiodiversidade, a garantia dos direitos humanos, econômicos, sociais, culturais e ambientais, a fim de assegurar a soberania alimentar e nutricional e a equidade de gênero.

Café Regional: nas ondas da Amazônia 22

No mês em que o Café Regional completou dois anos no ar, foram discutidos temas como economia solidária, iniciativas de mobilização social na Amazônia e a tese do Marco Temporal

ENCONTRO DAS ÁGUAS – Santarém (PA)

No contexto do Encontro das Águas, realizado em Santarém (PA), organizações publicam carta em defesa dos rios Juruena, Tapajós e Teles Pires. “São veias que conectam vidas e histórias comuns, por isso é importante e necessário que pensemos nestes territórios de forma integrada, para assim fortalecermos nossos modos de vida. Não estamos isolados e a destruição de um é a condenação dos demais”, destacam no texto. As entidades também afirmam: “o ‘desenvolvimento’, tão defendido por quem concebe a Amazônia como fonte inesgotável de recursos, nunca nos beneficiou. É promotor de conflitos socioambientais, desigualdades, violência, pobreza, desmatamento, poluição dos rios e mudanças climáticas”. A carta denuncia impactos negativos levados por grandes projetos, como hidrelétricas, portos, ferrovias, hidrovias, mineração, madeireiras, monoculturas.