Trocando ideias sobre MEI

Desenvolvida pela FASE, por meio do Fundo SAAP, a Cartilha Trocando Ideias sobre MEI é um instrumento de orientação e fortalecimento voltado às mulheres costureiras, em sua maioria trabalhadoras informais que sustentam suas famílias com o próprio trabalho. O material reúne informações essenciais sobre formalização, direitos e acesso a políticas públicas, organizadas a partir das principais dúvidas levantadas pelas próprias participantes do projeto, valorizando seus saberes, trajetórias e necessidades concretas.

Fundo SAAP: 40 anos fortalecendo vozes coletivas

Há quatro décadas, o Fundo SAAP vem apoiando pequenas organizações, coletivos e grupos que lutam por justiça social e fortalecimento comunitário.

Celebramos os 40 anos de sua atuação com a mesma missão: fortalecer vozes, inspirar mudanças e construir caminhos coletivos.

Rios e Povos de Barcarena em ameaça e resistência ao saque e contaminação das águas

A publicação, organizada pela FASE e Fundo Dema, advém da demanda enunciada pelas organizações populares e movimentos sociais de Barcarena por estudos que levem a sério a preocupação social sobre o estado crítico de degradação ambiental a que está exposta sua população, incluindo os povos e comunidades tradicionais, em virtude do complexo encadeamento entre megaempreendimentos e crimes ambientais recorrentes na região.
A cartilha foi realizada por meio do Termo de Cooperação Técnica (TCT) firmado entre a FASE/Fundo Dema e a força-tarefa emergencial criada pelo Ministério Público Federal (MPF), em 2019, formada pelo Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), Defensoria Pública do Estado (DPE), Defensoria Pública da União (DPU), Procuradoria Geral do Estado (PGE) e Procuradoria Geral do Município (PGM) de Barcarena para estabelecer acordos judiciais movidos a partir da Ação Civil Pública que versou sobre os impactos socioambientais do naufrágio do Navio Haidar ocorrido em outubro 2015 – e que segue submerso.

Amazônia Agroecológica: Biodiversidade, Floresta e Segurança Alimentar e Nutricional

A revista Amazônia Agroecológica: Biodiversidade, Floresta e Segurança Alimentar e Nutricional, realizada pela FASE em parceria com o Fundo Dema e com apoio do Fundo Amazônia, reúne reflexões e resultados do projeto Amazônia Agroecológica, desenvolvido desde 2019 para fortalecer práticas agroecológicas na região amazônica. A publicação destaca o trabalho com agricultores familiares, povos indígenas, comunidades tradicionais e quilombolas nos estados do Pará e Mato Grosso, promovendo a produção sustentável de alimentos, a preservação ambiental e a segurança alimentar. Além disso, evidencia conquistas importantes, como o fortalecimento da autonomia das mulheres, a ampliação de iniciativas produtivas e a resistência frente a desafios como mudanças climáticas e desigualdades sociais, reafirmando a agroecologia como alternativa ao modelo predatório do agronegócio. A revista está estruturada em três eixos principais: Agroecologia, Direitos Territoriais e Justiça Climática; Segurança Alimentar e Nutricional; e Fundos Comunitários e Democratização do Financiamento Climático, organizando os debates e experiências apresentados.

Amazônia Agroecológica – resultados

Em 2019, a FASE e o Fundo Dema iniciaram o projeto Amazônia Agroecológica, com apoio do Fundo Amazônia. O objetivo principal foi fortalecer grupos de produtores familiares que fazem produzem pela com a Agroecologia em duas grandes regiões do bioma: nos territórios da Baixada Cuiabana e no Sudoeste de Mato Grosso–MT; e no Baixo Amazonas, no Pará, áreas que enfrentam diversos desafios socioambientais pelo avanço do agronegócio e da mineração.

Ao priorizar comunidades tradicionais, povos quilombolas, assentamentos agroextrativistas, comunidades ribeirinhas e povos da floresta, a FASE atuou apoiada na compreensão das características específicas de cada território, respeitando as visões sobre a agroecologia, a diversidade cultural e de organização comunitária. Essa é uma premissa da atuação da FASE.

O projeto demonstrou ser crucial para que as comunidades possam continuar resistindo, protegendo a floresta e garantindo a sua existência. Vejam nas falas de alguns dos participantes os resultados alcançados.

Saiu na mídia: Costurando Moda com Direitos na ALEPE

Com o objetivo de enfrentar a precarização do trabalho de mulheres costureiras do Polo de confecções do Agreste, a FASE Pernambuco colaborou com um grupo de parlamentares da Assembleia Legislativa do estado.

O objetivo é criar um Projeto de Lei que possa remunerar essas trabalhadoras em períodos de baixa procura.

A iniciativa é parte do projeto Costurando Moda com Direitos, uma iniciativa da FASE/Fundo SAAP que foi citado pela reportagem da TV Asa Branca de Caruaru, afiliada da Rede Globo.

Morre Avelino Ganzer, líder sindical e amigo da FASE

Junto aos trabalhadores rurais de Santarém, liderança teve papel destacado na construção da CUT e do Novo Sindicalismo rural

Carta Pública pela garantia de direito das mulheres costureiras de Pernambuco

Nós mulheres faccionistas Do Polo de Confecções somos muitas e diversas: jovens, maduras, casadas, solteiras. E a maioria de nós é negra, com filhos e filhas. Muitas viemos da agricultura e trabalhamos desde a infância. Hoje, somos trabalhadoras do Polo de Confecções localizado em várias cidades da região agreste do estado de Pernambuco, como: Caruaru, Toritama, Santa Cruz do Capibaribe, Agrestina, Brejo de Madre de Deus, Cupira, Riacho das Almas, Surubim, Taquaratinga do Norte e Vertentes, além de Paulista, na Região Metropolitana de Recife.

Neste importante ano de eleições, 2022, lançamos essa pergunta as/aos candidatas agovernador/a, senadores/as e deputados/as estadual e federal: se a costureira parar de trabalhar o que acontece com o Polo? Garantimos que a produção do Polo também vai parar!

A costura é a base de sustentação de confecções de todas as cidades citadas. E como o nosso trabalho, contribuímos de maneira fundamental para a economisa da região agreste. Consequentemente, para todo o estado de Pernambuco. Mas, a importância do nosso trabalho não é reconhecida, muito menos valorizada.

As tragédias climáticas são um crime dos grandes projetos do capital na Amazônia

O agronegócio, a mineração e o hidronegócio sustentam esse modelo e são gigantes demandadores de terra e territórios. Mas, o que isso tem a ver com os problemas do clima de hoje?

Dia da Costureira

#DiadaCostureira – O Projeto Costurando Moda com Direitos é uma iniciativa do Fundo SAAP e os programas da FASE Pernambuco e no Rio de Janeiro,…

Colorindo a vida para transformar a sociedade

Por meio das artes e dos esportes, o Cores do Amanhã promove práticas educativas junto a crianças, adolescentes, jovens, mulheres e famílias. Alberto Pires, que integra o movimento, conta neste vídeo como o apoio do Fundo SAAP fortaleceu essa luta, que começou há 10 anos na comunidade do Totó, no Recife (PE). Além de falar sobre os direitos da população LGBT em favelas e periferias, ele incentiva grupos de todo o Brasil a participarem do Edital 2019 – Agitando os pensamentos, reagindo para transformar a sociedade.

Pedagogia Preta e a construção de saberes

Janira Sodré Miranda, do Grupo Pretas de Angola, fala sobre as reflexões e as ações realizadas em Goiás a partir do apoio do Fundo SAAP. “A formação política qualifica a pessoa para que ela possa intervir e transformar realidades. É muito importante a construção coletiva de conhecimentos”, pontua. E esse é um dos objetivos do Edital 2019 – Agitando os pensamentos, reagindo para transformar a sociedade.

Empoderamento de mulheres negras

Isabela Cordeiro, da Coletiva Magia Negra, diz que assuntos como ancestralidade, autoestima e estética estão presentes no projeto realizado em Acari, no Rio de Janeiro. A iniciativa foi apoiada pelo Fundo SAAP, da FASE.

Luta de mulheres indígenas

Laís Eduarda, do Coletivo Pelas Mulheres Indígenas – ThydêWá, conta que o Intercâmbio na Aldeia Pankararu, em Pernambuco, reuniu mulheres de oito povos. A iniciativa foi apoiada pelo Fundo SAAP, da FASE.

Comunicação popular e luta por moradia

Igor Mateus, do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) do Ceará, fala sobre projeto apoiado pelo Fundo SAAP, da FASE. Com foco na comunicação popular e na luta por moradia, a iniciativa é realizada em Fortaleza junto com o Coletivo Nigéria.

Racismo em debate na Amazônia

Dandara Souza, do Centro de Formação do (a) Negro (a) da Transamazônica e Xingu, fala sobre o projeto “A carne mais barata do mercado é a negra”. A Iniciativa é realizada no Pará e foi apoiada pelo Fundo SAAP, da FASE.

Documentário em defesa do igarapé urbano Urumari

Este documentário é realizado pela Federação das Associações de Moradores e Organizações Comunitárias de Santarém (FAMCOS), com o apoio do Fundo Dema, do qual a FASE é parte, e do Fundo Amazônia. Narra o processo de recuperação do igarapé urbano Urumari, um manancial localizado em Santarém (PA). O filme aborda aspectos como a qualidade da água, fauna, flora, questões econômicas e sociais. Abandonado pelo poder público, a luta em defesa do igarapé vem sendo fortalecida pelo Comitê Urumari Vivo.