Acordo UE-Mercosul: Velhas promessas, novos potenciais impactos para os sistemas alimentares e uma transição justa
Impactos negativos nos sistemas alimentares e na proteção socioambiental, adiando o caminho para uma transição energética justa e inclusiva
Nota Técnica – Direito e Prioridade: Pode a Mineração Sobrepor à Reforma Agrária?
A série Direito a Terra e ao Território foi concebida pela FASE com intuito de oferecer subsídios para o debate e a incidência de movimentos sociais e organizações da sociedade civil sobre questões relacionadas à propriedade, posse e uso da terra no país; temas que definem centralmente a questão agrária no país. No formato de uma nota técnica, o documento analisa política e juridicamente como a norma enfraquece a política de reforma agrária na medida em que cria dispositivos que facilitam a disponibilização das áreas de assentamentos à mineração e grandes empreendimentos econômicos, contornando os procedimentos já existentes para análise da (in)compatibilidade entre a natureza desses empreendimentos e a destinação dada à área para fins de reforma agrária.
Participação social no G20
O Brasil é o país sede do G20 e a FASE promoveu uma discussão ao vivo sobre os temas mais importantes e as perspectivas para o futuro.
Convidamos para a live com mediação de Maureen Santos, coordenadora do Núcleo de Políticas e Alternativas (NuPA) da FASE e os convidados: Henrique frota, Diretor Executivo da ABONG e Ana Garcia, pesquisadora do Brics Policy Center.
Não perca essa oportunidade de se informar e participar ativamente de todos os assuntos relacionados a esse grande evento global com sede no Brasil.
Catástrofe Climática no RS: Desconstrução do Estado e os Impactos Socioambientais
Temos à mão uma massa considerável de informações que apontam para a recorrência dos eventos climáticos extremos, da alteração dos padrões de chuva, de calor etc. Não dá para colocar na conta do El Niño, que está prestes a concluir este ciclo, e já podemos imaginar os efeitos dos próximos. Precisamos de vigorosas medidas de adaptação e mitigação às mudanças climáticas
Coiab e movimento indígena no centro do Brasil do futuro
Organização comemora 35 anos de resistência e de luta pelos direitos dos povos originários
Campanha Nem Um Poço a Mais – Por áreas livres de petróleo
Basta de expansão petroleira
Diga Não aos Ciclos de Ofertas Permanentes da ANP
Na COP, Conferência do Clima, enquanto os governos e as empresas apresentam ao mundo, pela 28a vez, seus vagos compromissos contra o aquecimento global, em todo planeta segue acelerada a expansão da
indústria petroleira e da sociedade petrodependente. Novembro de 2023 foi o Novembro mais quente da história.
No Brasil, ao apagar das luzes,enquanto as atenções se concentram na COP 28, a Agência Nacional do Petróleo e Gás (ANP), no próximo 13 de Dezembro, oferta 602 novos blocos exploratórios, em 9 bacias sedimentares, em terra e no mar, além de 5 blocos na região do pré-sal. Trata-se do 4o. Ciclo da Oferta Permanente de Concessão e do 2o. Ciclo de Oferta Permanente de Partilha. Para as comunidades, o acesso às informações é dos mais difíceis. Como em leilões anteriores, estão em oferta os territórios tradicionais quilombolas, indígenas e de pesca artesanal, além de territórios camponeses e de Reforma Agrária. Na mesma oferta estão as matas, os rios e lagoas, os mangues e as praias. No Amazonas, Rio Grande do Norte, Sergipe, Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul. British Petroleum (BP), Chevron, Total, Shell e mais de 80 outras empresas petroleiras estão de olho nas prateleiras do mercado permanente da ANP.
Cargill sairá de Abaetetuba? Veja o que diz a FASE Amazônia
Educadores populares amazônidas questionam intenções da empresa ao anunciar através da imprensa decisão de desistir de construir um Terminal de Uso Privado (TUP) no município, por atraso na concessão de licença ambiental ao empreendimento
Tragédia em Petrópolis: Será esse o futuro das metrópoles?
Aercio B. de Oliveira e Bruno França* Morro do Bumba, em Niterói, 2010; Região Serrana do Rio de Janeiro, 2011; Xerém, em Duque de Caxias,…
Dor, indignação e admiração presentes na Audiência das Águas
Tribunal dos Povos apresenta denúncias de apropriação privada e a contaminação das águas do Cerrado
Artigo: FASE – do local ao global, 60 anos se renovando
Fátima Mello No início dos anos 1990, um amplo conjunto de organizações e movimentos sociais brasileiros se preparava para receber parceiros do mundo todo no…
COP26: velhas estratégias, novas falsas soluções
“Haja luta para seguir denunciando as falsas soluções, indicando as soluções efetivas para a transformação em busca de um mundo melhor para todes, onde os bens comuns, o direito à terra, ao território e ao bem viver sejam o centro da ação climática”.
Partiu o trem (elétrico) de Glasgow
Camila Moreno¹ Com um dia de atraso e muita expectativa, chega ao fim a COP26 – 26ª Conferência das partes da Convenção Marco das Nações…
Vídeo mostra importância das consultas públicas para respeitar direitos de escolha das populações dos territórios
O vídeo retrata uma iniciativa que surgiu dentro dos movimentos de povos indígenas e outras comunidades tradicionais que tem como objetivo assegurar o direito a consulta e consentimento, livre, prévio e informado sobre políticas e projetos que afetam seus territórios e vidas
“No Pantanal ou na Amazônia, o que eu vejo é só fogo”
Fotógrafo conta sua experiência pessoal nas áreas do Pantanal atingidas por queimadas, fala sobre a saudade de casa e a indignação pelo que vê
A resistência das mulheres quilombolas contra os eucaliptais
Em artigo, Daniela Meirelles, educadora da FASE no Espírito Santo, relata como as mulheres são as que mais sente os impactos do monocultivo de eucalipto no norte do estado
Das nossas florestas só as cinzas restarão?
Este ano, até o dia 18 deste mês, segundo o INPE, na Amazônia, no Cerrado e no Pantanal já foram identificados mais de 125 mil focos de incêndio
O seguro defeso é um gasto ineficiente para quem?
Em artigo, Rafael Barsotti Torres, mestre em População, Território e Estatísticas Públicas pela Escola Nacional de Ciências Estatísticas (ENCE/IBGE), aponta que o seguro como “gasto ineficiente” não passa de uma tentativa de ocultar o principal objetivo do governo: transferir recursos públicos para o rentismo
As águas do Brasil na mão do cassino financeiro
Caso do RJ aponta: bancos sem nenhuma experiência em Saneamento preparam-se para assumir controle dos serviços, em operações obscuras e de rapina. Acesso dos mais pobres fica ainda mais distante. Tarifas subirão. Mananciais ameaçados
A defesa dos bens comuns como estratégia de luta
Em artigo, Caroline Rodrigues fala da perspectiva dos bens comuns como estratégia de luta para garantia do direito à água e ao saneamento
