I – Iniciativa da FASE na BA fortalece geração de renda de agricultores familiares

O programa da FASE na Bahia apresenta uma série de vídeos sobre o fortalecimento da geração de renda e da integração socioeconômica de agricultores familiares. No primeiro, grupos de mulheres e jovens falam sobre a construção de relações de gênero e de geração equitativas

Cadernetas agroecológicas na Amazônia

O vídeo, produzido pelo programa da FASE na Amazônia e pela Rede de Mulheres Empreendedoras Rurais da Amazônia (REMERA), mostra a importância da Caderneta Agroecológica para mulheres agricultoras da Amazônia.

Comida de verdade na Amazônia

Realizado pelo programa da FASE na Amazônia, o vídeo “Comida de verdade na Amazônia” é uma experiência dos caminhos da segurança alimentar trilhados pelas comunidades extrativistas e quilombolas na defesa do direito humano a alimentação adequada.

O que temos a comemorar nesta “Semana Mundial da Alimentação”?

Em editorial, FASE faz uma reflexão sobre a Semana Mundial da Alimentação e critica o uso do granulado Farinata, também conhecido como “ração humana”, que o governo de São Paulo quer distribuir para os mais pobres e nas escolas

A year after the coup: Brazil back on the world hunger map?

Regressive policies intensify violations of the human right to adequate and healthy food

Vitória da Imperatriz, derrota do Agronegócio e da Globo

“O samba deste ano da Imperatriz toca num ponto central: a luta pela terra”. A escola, que declarou não ter recebido patrocínio algum, fez uma opção corajosa e arcou com suas consequências de cabeça erguida

Fala Juventude: Meu Corpo, Meu Território

O vídeo “Fala Juventude: Meu corpo, meu território” foi produzido por jovens da Amazônia paraense, participantes do Programa de Formação Fala Juventude, que por meio da comunicação comunitária têm fortalecido o debate sobre Direitos Territoriais, segurança alimentar, agroecologia e autonomia das mulheres. O projeto é executado pelo programa da FASE na Amazônia e conta com o apoio das organizações Manos Unidas, ASW, Action Aid e Fasternopfer.

Babaçu – Floresta de vida

O filme retrata a vida de agricultores familiares e quebradeiras de coco Babaçu em três estados da fronteira entre a Amazônia e o Cerrado (Maranhão, Mato Grosso e Tocantins) e as populações tradicionais

PNAE: uma conquista com muita luta

Paulo Demeter, coordenador do programa da FASE na Bahia faz um balanço sobre a realização de chamadas públicas e a participação das famílias agricultoras no PNAE

Maria Emilia Pacheco fala sobre a extinção do MDA

O que significa a extinção do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA)? A quem afeta e o que cada um de nós tem a ver com isso? Assista a entrevista com Maria Emília Pacheco, integrante do Grupo Nacional de Assessoria (GNA) da FASE e presidenta do Consea (Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional). A entrevista foi feita feita pelo ‪#‎mobilizaMDA, movimento contra a extinção da pasta e o desmonte de políticas públicas em beneficio de povos do campo e da floresta.

Agroecologia e o fornecimento de alimentos

A série Empreendedorismo e Sustentabilidade do Programa Entrevista do Canal Futura recebeu Maria Emilia Pacheco, presidente do Conselho Nacional de Segurança Alimentar. Ela falou, entre outras coisas, sobre agricultura familiar, agricultura orgânica e agroecológia expondo suas direnças, confira.

Agroenergia: efeitos perversos em Mato Grosso

Vilmon Alves Ferreira, da FASE, questiona neste artigo a dita sustentabilidade dos agrocombustíveis

Travessia, 50 anos agindo com os outros

Este vídeo é ao mesmo tempo uma homenagem à FASE e um resumo de sua longa história. Foi realizado a partir de imagens de arquivo. E com a contribuição – por meio de textos, vozes e elaboração – de pessoas que trabalham hoje na FASE e representaram os numerosos funcionários que em diversas partes do Brasil construíramesta trajetória com muitos outros parceiros.

Direitos Humanos e Atualidades: Processos de descolonização e práticas libertárias

O livro é uma parceria entre a editora Zume, a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) e o Centro de Referência em Direitos Humanos (CRDH – Cáceres / MT), sob a supervisão da professora Lúcia Gonçalves, e está vinculado à Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT). A obra contou com a contribuição de pesquisadores, entre eles Franciléia de Paula, educadora da FASE no Mato Grosso, contribui com o artigo “A pandemia e a violação do direito humano à alimentação saudável”. Nele, a educadora aborda o agravamento da fome, retrocessos em políticas públicas, proposta de sistemas alimentares agroecológicos e uma nova geografia alimentar.

Segurança alimentar no Acordo UE-Mercosul: Risco de normas mais fracas nos dois lados do Atlântico

O Acordo de Livre Comércio (ALC) foi formulado para aumentar o fluxo de mercadorias entre os países. No entanto, poderá aumentar o risco de consumidores comprarem alimentos contaminados e não fará nada para impedir a reexportação de produtos rejeitados

O retorno da fome ao Brasil está no centro de interesses econômicos e políticos. Entrevista especial com Maria Emília Lisboa Pacheco

Maria Emília Lisboa Pacheco, assessora nacional da FASE e integrante do núcleo executivo da Articulação Nacional de Agroecologia (ANA), deu uma entrevista no dia 27 de abril ao repórter João Vitor Santos, do Instituto Humanista Unisinos. Nela, falou sobre os desmontes das política alimentar brasileira, não respeitando o direito humano à uma alimentação adequada, acentuado pela pandemia da Covid com a omissão do governo federal.

Agrotóxicos e violações de direitos humanos

Este relatório foi construído com objetivo de publicizar as violações vivenciadas pelas comunidades rurais afetadas por agrotóxicos em Mato Grosso e, ao mesmo tempo, lutar por instrumentos de denúncias eficazes, por marcos regulatórios
mais protetivos e que se adequem às realidades das comunidades de camponeses, agricultores familiares, povos indígenas e comunidades tradicionais que tem seus direitos violados. A vida, a água, a biodiversidade e o território já não suportam mais tanto envenenamento. A agroecologia é a prática da esperança e sua defesa se faz em todos os espaços – no campo, nas florestas, nas águas e nas cidades.

Agroecologia nas eleições

Em documento, a Articulação Nacional de Agroecologia, da qual a FASE é parte, reuniu propostas de políticas de apoio à agricultura familiar e à agroecologia e de promoção da soberania e segurança alimentar e nutricional, visando promover o debate público durante o processo eleitoral e subsidiar a ação dos poderes executivo e legislativo do município. O texto foi elaborado por organizações, coletivos e movimentos sociais e destina-se a candidatas/os nas eleições municipais de 2020. Entre as propostas estão: adesão do município ao Programa de Aquisição de Alimentos (PAA); criação de restaurantes populares; criação de uma política municipal de apoio a feiras da agricultura familiar ; desenvolvimento de ações para inclusão dos empreendimentos familiares; implantação de assentamentos municipais de famílias agricultoras sem terra; efetivação de política municipal de apoio aos povos tradicionais de matriz africana e povos de terreiro e; criação de lei municipal de restrição do uso de transgênicos nos programas
públicos de abastecimento alimentar, entre outros.

Que caminhos para a agricultura camponesa moçambicana?

O encarte “Que caminhos para a agricultura camponesa moçambicana? O Corredor de Nacala e os projetos para a transformação do campo”, é resultado de pesquisa realizada por Costa Estevão (UPC Nampula), Diana Aguiar (FASE), Jeremias Vunjanhe (Adecru) e Karina Kato (GEMAP/CPDA/UFRRJ), com apoio de Jhonatan Bento da Silva (UFRRJ).

Lucros altamente perigosos

Pesquisa da organização Public Eye, da Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida e da FASE reúne dados detalhados sobre como a Syngenta ganha bilhões vendendo venenos em países empobrecidos. Dos 120 ingredientes ativos de agrotóxicos produzidos pela empresa, 51 não estão autorizados em seu país de origem, a Suíça; 16 deles foram banidos devido ao impacto à saúde humana e ao meio ambiente. Mas a empresa continua a vendê-los em países onde as normas costumam ser mais fracas ou menos rigorosamente aplicadas, como é o caso do Brasil. A Organização das Nações Unidas para Alimentação (FAO) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) estão entre as instituições que recomendam que os agrotóxicos considerados “altamente tóxicos” sejam eliminados gradualmente e substituídos por alternativas mais seguras.