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O que se espera da Rio+20?

A Rio+20 ocorre em um contexto particularmente adverso. Ascensão econômica da China, conflitos no Oriente Médio, crises nos países europeus e na União Europeia, eleições em vários países e em especial nos EUA, fim de um ciclo de expansão do capital fazem com que tanto os detentores do poder político e econômico quanto as sociedades humanas estejam em geral mais preocupados com o dia-a-dia e com um futuro em que a segurança, a manutenção dos privilégios do que um possível colapso das bases materiais deste desenvolvimento. Leia a análise de Jean Pierre Leroy.

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Rio +20: Resistir ao ambientalismo de mercado e fortalecer os direitos e a justiça socioambiental

A Rio+20 se propõe a debater três questões: avaliação do cumprimento dos compromissos acordados na Rio 92, economia verde e arquitetura institucional para o desenvolvimento sustentável. O evento, portanto, tem o potencial de ser um momento ao mesmo tempo de balanço das conquistas e derrotas das últimas duas décadas e também de identificação de uma nova pauta de lutas à frente. Leia a análise produzida pela FASE.

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Rumo a um novo paradigma na Rio+20

Vinte anos depois da Rio 92, a conferência Rio+20 pretende fazer um balanço dos compromissos que foram estabelecidos, definir parâmetros para chamada economia verde e debater a arquitetura institucional necessária para o desenvolvimento sustentável. Já é ampla a mobilização, porém corremos o risco de, mais uma vez, assistirmos a um evento oficial com grandes repercussões na mídia, mas sem consequências práticas nem acordos substantivos que encaminhem soluções à altura da crise vivida pela humanidade e pelo planeta. Leia a análise da Fátima Mello.

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Desafios para a sustentabilidade socioambiental em tempos de pré-sal: primeiros elementos para um debate

O artigo de Julianna Malerba e Marcelo Calanzas, ambos da Fase, reflete sobre o debate que tem sido feito, inclusive por setores da esquerda, a respeito da exploração do petróleo descoberto na camada pré-sal. Ao lado da perspectiva e da esperança em corrigir desigualdades históricas e garantir o crescimento econômico do país, os autores apontam para uma “série de ausências no debate”. Uma versão resumida foi publicada na edição n°122 da Revista Proposta cujo tema central é “Justiça Ambiental”, confira a versão completa.

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Justica climática ahora

Durante a Conferencia Mundial de los Pueblos sobre el Cambio Climático y los Derechos de la Madre Tierra (Cochabamba, Abril 2010) foi produzido um documento que apresenta uma série de propostas específicas relacionadas a justiça climática direcionadas à Convención Marco de las Naciones Unidas sobre Cambio Climático (CMNUCC). Confira o documento em espanhol.

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Carta dos Povos da Volta Grande do Xingu

Carta produzida no II Encontro dos Povos do Volta Grande do Xingu apresenta preocupação com os graves impactos sociais e ambientais da construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte. Indígenas, agricultores, pescadores, organizações sociais envolvidas e demais povos da região denunciam também o descaso com que tem tratados e a falta de transparência tanto por parte das empresas que prestam consultorias ambientais quanto pela FUNAI. “Belo Monte é um erro para a região e para o Brasil. Reafirmamos nossa incessante luta em defesa de nossa vida e do nosso patrimônio maior: o rio Xingu!”.

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Carta de Belém

Carta produzida por organizações e movimentos sócio ambientais, trabalhadores da agricultura familiar e camponesa, agroextrativistas, quilombolas, organizações de mulheres, pescadores, estudantes, e outros povos e comunidades tradicionais, no seminário “Clima e Floresta – REDD e mecanismos de mercado como solução para a Amazônia?” realizado em Belém, em outubro de 2009, sobre as propostas de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação (REDD). Disponível com versões em português, inglês e espanhol.

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Compromissos da FASE contra a mercantilização do clima e pela justiça climática

As mudanças climáticas e a mercantilização do clima estão afetando diretamente os grupos sociais com quem a FASE atua no enfrentamento e na proposição de alternativas ao insustentável e desigual modelo de produção, distribuição e consumo. Leia sobre a posição da instituição a respeito do tema.

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Fase´s commitments against climate privatization and for climate justice

Climate change and climate privatization have been directly affecting social groups with whom FASE takes action in confronting and proposing alternatives to the unsustainable and unequal model of production, distribution and consumption. Read here about it.

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Campanha na Bahia apresenta resultado de 2009

A campanha Quem não deve não teme apresenta informações e análises sistematizadas do trabalho efetuado por grupos populares, ONGs, movimentos, cidadãos e cidadãs que se engajaram na fiscalização de contas públicas municipais, em dezenas de municípios da Bahia no ano de 2009. Confira o relatório referente às atividades realizadas na quinta edição da Campanha.

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Mapa dos conflitos socioambientais da Amazônia

Apresentação de Powerpoint do Mapa de Conflitos Socioambientais da Amazônia Legal, um dos instrumentos pedagógicos da Campanha “Na Floresta Têm Direitos: Justiça Ambiental na Amazônia” que, construído a partir de uma metodologia participativa, busca evidenciar a degradação ambiental e o desrespeito aos direitos e modos de vida dos povos amazônicos.

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DOCUMENTO DA ARTICULAÇÃO DE MOVIMENTOS SOCIAIS NA BAHIA PARA CONTINUIDADE DO DIÁLOGO COM O GOVERNO ESTADUAL

Os movimentos sociais, entidades do movimento popular, articulações, ONGs e organismos sindicais que participam da Articulação de Movimentos Sociais na Bahia, continuam se reunindo e encaminhando o processo de diálogo com o governo estadual. Desta vez, a articulação apresenta algumas reflexões, inquietações, dúvidas e propostas sobre pontos que consideram importantes para a interlocução entre a sociedade civil organizada e os novos dirigentes do governo baiano, especialmente no processo denominado PPA Participativo.

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Fsm 2009: a amazônia nos convoca a renovar nosso compromisso para um outro mundo possível

O Fórum Social Mundial é um espaço aberto de encontro para o aprofundamento da
reflexão, o debate democrático de idéias, a formulação de propostas, a troca livre de
experiências e a articulação para ações eficazes, de entidades e movimentos da sociedade civil que se opõem ao neoliberalismo e ao domínio do mundo pelo capital e por qualquer forma de imperialismo, e estão empenhadas na construção de uma sociedade planetária orientada a uma relação fecunda entre os seres humanos e destes com a Terra”. A escolha da Amazônia para a realização em 2009 do FSM tem tudo para fazer jus à Carta de Princípios do Fórum.

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Lei Maria da Penha

Material explicativo produzido em parceria com entidades e comissões de mulheres de paróquias da Igreja na Bahia explica o que é a Lei Maria da Penha, o que ela garante, quem pode acessa-la e quais mudanças ela representa.

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Compromisso da Fase com uma Amazônia Sustentável e Democrática

O texto sistematiza a experiência de atuação da FASE na Amazônia e visa contribuir com o debate e a construção de diagnósticos, visões e propostas coletivas de alternativas sustentáveis e democráticas para a região, junto com os parceiros.

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A generosidade do Capibaribe

Neste Artigo Alexandre Ramos afirma que dentre outros elementos importantes de afirmação da identidade pernambucana o rio Capibaribe é um símbolo daquela cultura. Além de cortar cidades importantes como Santa Cruz do Capibaribe, Toritama, Limoeiro, Paudalho, São Lourenço da Mata e Camaragibe, ao chegar em sua foz determina o espaço urbano do Recife, presenteando a cidade com uma bela paisagem de pontes e águas.

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DOCUMENTO DA ARTICULAÇÃO DE MOVIMENTOS SOCIAIS NA BAHIA

Os movimentos sociais do Estado da Bahia entregaram ao governador Jaques Wagner um documento no qual apresentam alguns pontos considerados importantes para a interlocução entre a sociedade civil organizada e os novos dirigentes do governo baiano. No Seminário de Diálogo, que aconteceu em Salvador no dia 7 de março de 2007, os movimentos sociais baianos se encontraram com o governador e discutiram com ele e outros representantes do governo estadual os quatro eixos apresentados no documento, confira.

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Contra informe da sociedade civil brasileira sobre o cumprimento do pacto internacional dos direitos econômicos, sociais e culturais pelo Estado brasileiro

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A expansão da soja no Baixo Amazonas

Relatório de seminário realizado de 2 a 4 de dezembro de 2005 em Santarém, no Pará. “A Expansão da Soja no Baixo Amazonas” aconteceu no Centro de Formação “Chico Roque” e socializou informações e pesquisas sobre o avanço da soja no mundo, na América Latina, no Brasil e na Amazônia. Participaram 51 pessoas, lideranças e pesquisadores (as) do Pará, Maranhão, Tocantins, Rio de Janeiro e Mato Grosso, representando 33 entidades, das quais 11 Sindicatos de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais do Baixo Amazonas.

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The agribusiness and monocultures: diagnoses and proposals from fase to be debated with its partners

This text intends to systemize FASE ́s experiences and actions in facing the agribusiness and the monocultures, and aims to contribute for the debate and the building of diagnoses, visions and collective proposals along with our partners.

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