Lucros altamente perigosos

Pesquisa da organização Public Eye, da Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida e da FASE reúne dados detalhados sobre como a Syngenta ganha bilhões vendendo venenos em países empobrecidos. Dos 120 ingredientes ativos de agrotóxicos produzidos pela empresa, 51 não estão autorizados em seu país de origem, a Suíça; 16 deles foram banidos devido ao impacto à saúde humana e ao meio ambiente. Mas a empresa continua a vendê-los em países onde as normas costumam ser mais fracas ou menos rigorosamente aplicadas, como é o caso do Brasil. A Organização das Nações Unidas para Alimentação (FAO) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) estão entre as instituições que recomendam que os agrotóxicos considerados “altamente tóxicos” sejam eliminados gradualmente e substituídos por alternativas mais seguras.

Diálogos Amazônicos: críticas aos falsos modelos de desenvolvimento

Segundo dia pauta modelos de transição energética, fundos comunitários e mudanças climáticas

Educador da FASE Amazônia relata como crise climática afeta produção do açaí

Em Abaetetuba, no Pará, o açaizeiro nativo, que alimentou gerações, tem se tornado uma preocupação para comunidades que dependem de boas colheitas – o que não vem ocorrendo nos últimos cinco anos. O símbolo da sobrevivência da floresta está ameaçado

Os Custos Ambientais e Humanos do Negócio de Terras

Este relatório, organizado pela FIAN International, Rede Social de Justiça e Direitos Humanos e Comissão Pastoral da Terra (CPT), descreve e analisa os impactos ambientais e sobre os direitos humanos causados pela expansão do agronegócio e pela especulação de terras na região conhecida como Matopiba, que engloba áreas dos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia. Ele se em baseia em duas missões de investigação, realizadas em setembro de 2017 e janeiro de 2018. A primeira missão documentou as consequências das apropriações de terras para as comunidades no estado do Piauí e reuniu-se com autoridades do governo brasileiro. A segunda ocorreu na Europa e concentrou-se no envolvimento de fundos de pensão da Holanda, Alemanha e Suécia na expansão do agronegócio e nas apropriações de terras na região do Matopiba.

Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) é aprovado na Câmara dos Deputados mas ainda faltam recursos

O texto ampliou os incentivos para que povos indígenas, comunidades tradicionais e mulheres participem do programa e inclui programa Cozinhas Solidárias

Projeto de Lei que garante distribuição de alimentos do PNAE é sancionado

Foram oito dias de espera pela sanção presidencial ao Projeto de Lei (PL) 786/2020, que autoriza a distribuição de alimentos adquiridos com recursos do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) para pais ou responsáveis da rede pública de ensino, em casos de calamidade pública. A partir do dia 7 de abril, está oficialmente autorizada a distribuição dos alimentos do PNAE às famílias dos estudantes da rede pública.

FASE Amazônia contribui no III Seminário Nacional de Educação em Agroecologia

“Construindo Caminhos para o Fortalecimento dos Territórios do Bem Viver”, foi o tema do III SNEA, que aconteceu no Instituto Federal do Pará, em Castanhal, entre 04 e 07 de julho

A ascensão dos gigantes da carne

O Brasil é o principal exportador mundial de soja, o segundo maior exportador de milho e lidera o comércio internacional de carne bovina. Com cerca de 39% do total das exportações globais, o país ultrapassou os Estados Unidos se tornando o maior exportador de carne de frango do mundo. Em decorrência do aumento drástico das importações de carne de porco por parte da China nos últimos dois anos, o Brasil também começou a atender a essa demanda. A enorme expansão da produção tem tornado o Brasil cada vez mais dependente dessas commodities para manter o superávit comercial e tem gerado impactos dramáticos na vida da população brasileira ligados à cadeia produtiva de carne e ao valioso meio ambiente do país. Shefali Sharma, diretora do escritório europeu do Institute for Agriculture and Trade Policy (IATP), debate o tema nesta publicação em parceria com a FASE, a Fundação Heinrich Böll e a Be Berlin.

FASE avalia Plano Safra de Lula para Agricultura Familiar

Maior volume de recursos da série histórica; estímulos à produção sustentável de alimentos saudáveis; incentivos à compra de máquinas agrícolas; ampliação do microcrédito produtivo para agricultores familiares do Norte e Nordeste; mais crédito às mulheres rurais e acesso à terra estão entre os destaques do anúncio

Trabalho da FASE na Bahia frutifica com guardiãs e guardiões de sementes

Diretora executiva visitou comunidades Areia Fina e Riacho do Caboclo para ver resultados do projeto ATER Agroecologia

Covid-19: Recomendações sobre o direito à alimentação

Diante do contexto da pandemia global provocada pelo novo Coronavírus (Covid-19), mais de 80 entidades civis de todas as regiões do país, entre elas a FASE, publicaram um apelo para que o direito à saúde e à alimentação seja respeitado, protegido e garantido. O documento conjunto apresenta uma série de propostas de combate à fome a serem implementadas, em caráter urgente e emergencial, pelos governos nas esferas federal, estadual e municipal. As organizações alertam para a chegada do novo coronavírus em um momento de estagnação econômica, desmonte dos sistemas de saúde e proteção social e aumento acelerado da pobreza e da extrema pobreza. O texto ressalta, ainda, que a população negra e afrobrasileira, os povos indígenas, os/as que vivem em regiões favelizadas e periféricas e as mulheres de forma geral sentirão de forma ainda mais grave os impactos deste período. A manifestação se insere no processo de mobilização e organização da Conferência Nacional Popular por Direitos, Democracia, Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional.

Cadeia Industrial da Carne

Durante os dias 10 e 11 de setembro de 2015, movimentos do campo, organizações sociais e sindicais e representantes de universidades do Brasil, dos Estados Unidos (EUA), da Alemanha e do Paraguai participaram da Oficina “Cadeia Industrial da Carne”, realizada na cidade do Rio de Janeiro. Considerando, portanto, a relevância do Brasil nessa cadeia, essas instituições convidaram a FASE para articular um debate sobre a indústria da carne no Brasil. Esta publicação tem o objetivo de compartilhar ideias e estratégias sobre o enfrentamento do complexo industrial global de alimentos e tem como referência o conteúdo dos debates realizados durante esses dois dias de trabalho.

Plenária Anual da ANA fortalece agenda climática e articulação no combate à fome

Cerca de 130 pessoas participaram do encontro, entre organizações e movimentos sociais, redes e entidades que compõem a Articulação

The industrial meat chain

On September 10 and 11, 2015, peasant movements, social organizations, trade unions, and representatives of universities from Brazil, the United States, Germany, and Paraguay participated in the workshop entitled “The Industrial Meat Chain”, held in Rio de Janeiro. The workshop was built based on the observation that the meat industry intensifies corporate power, has major impacts on the lives of small producers, and is going through structural changes. The implications of these changes are not yet fully understood. This publicationis based on the debates held during the twoday event. We hope it will serve to strengthen the actions discussed during the workshop, especially those related to communication and coordination among participant organizations, and to further discussions on agribusiness in Brazil and its implications for social movements and their processes of resistance.

Feira na Amazônia promove Agricultura Familiar

Comunidades agroextrativistas do PAE Lago Grande comercializam produtos de trabalho da FASE Amazônia

FASE promove e apoia ações no Dia do Meio Ambiente

Unidades da FASE na Bahia, no Mato Grosso e Pará defendem a natureza como bens comuns promovendo debates, oficinas e protestos

FASE Bahia contribui para decreto municipal que institui PAA

Programa de Aquisição de Alimentos é instituído no município de Tancredo Neves