ATER Biomas: Projeto executado pela FASE Bahia garante produção de qualidade através de oficinas nas comunidades
Agricultores e agricultoras de comunidades acompanhadas pela FASE Bahia participaram de diversas oficinas durante o mês de maio. As atividades garantem aos agricultores uma produção…
Protocolo Quilombolas de Abacatal/Aurá
A Comunidade Quilombola Abacatal, no município de Anenindeua (PA), está no território a três séculos, desde 1710. Com a chegada do “progresso”, os quilombolas da região passaram a sofrer as mazelas da urbanização e a receber ameaças, tendo suas terras invadidas, vendidas e casas derrubadas. Como forma de resistir a esses ataques, decidiram fazer um Protocolo de Consulta, que é baseado na Convenção 169, da Organização Internacional do Trabalho (OIT), assegurando o direito a serem consultados previamente à instalação de qualquer projeto dito de desenvolvimento.
FASE MT e CTA realizam Avaliação e Confraternização no projeto “Quintais Produtivos para Recuperação de áreas degradadas no Mato Grosso”
No dia 17 de maio, a FASE MT e o CTA (Centro de Tecnologias Alternativas) realizaram, em conjunto com as famílias envolvidas no projeto “Quintais…
Protocolo de Gibrie de São Lourenço
O Protocolo de Consulta de Gibrie de São Lourenço está baseado na Convenção 169, da Organização Internacional do Trabalho (OIT), e foi aprovado em assembléia geral da Associação da Comunidade Quilombola Gibrié de São Lourenço (ACOQUIGSAL). Ele é fruto da reflexão coletiva e da mobilização social da comunidade, localizada no município de Barcarena (PA), contra a sanha destruidora do grande capital globalizado. “Temos o direito de ser o que somos, pois nossa identidade fora construída por nossos antepassados”, dizem. Além de se fortalecerem, explicam que a experiência de construção do protocolo serve também para motivar ativistas, organizações e outras comunidades a reforçarem seus meios de resistência às violações de direitos e destruição da natureza.
FASE MT e CTA avançam na produção de mudas para recuperação de áreas degradadas em Mato Grosso
Visando a recomposição da vegetação nativa em conjunto com a inserção de espécies frutíferas que possibilitem a obtenção de renda por parte dos agricultores, mais de 14 espécies vem sendo cultivadas no viveiro do Centro de Tecnologia Alternativa (CTA), localizado em Pontes e Lacerda (MT), e nos viveiros comunitários construídos nas comunidades nas quais residem as 80 famílias beneficiárias do projeto.
Nota Púbica “Aliança dos Povos da Floresta Pela Vida”
Diante dos acontecimentos referentes ao gravíssimo cenário de pandemia de COVID-19 provocada pelo novo Coronavírus, o Fórum Nacional Permanente em Defesa da Amazônia (FNPDA), composto, entre outras organizações sociais, pelas entidades representantes dos povos indígenas, extrativistas e quilombolas, em ALIANÇA PELA VIDA, torna pública nota que expressa preocupações e proposições destas populações em virtude da potencialidade de contágio e transmissão, combinada com sua grande carência de equipamentos e insumos médicos para dar os atendimentos necessários para garantir a saúde e o bem estar aos povos que, historicamente, demonstram ser mais vulneráveis e com menos capacidade material em fazer uma autoproteção. “Por isso, alertamos o Poder Público Federal das necessidades de medidas emergenciais para a prevenção e assistência no combate deste vírus nos territórios dos povos da Amazônia”.
“Caminho das Águas” emociona público e marca lançamento da Aquateca, nova plataforma de mobilização em defesa das águas
Aquateca é um repositório colaborativo sobre a temática das águas, uma ferramenta para potencializar debates, pesquisas, movimentos sociais e incidência política.
Carta aos parlamentares de Pernambuco
As organizações, articulações, redes, comissões, conselhos, fóruns, pastorais e movimentos sociais de Pernambuco vêm acompanhando com muita atenção e preocupação o avanço da COVID-19 na população. Diante desse contexto, gostaríamos de manifestar algumas preocupações e proposições de combate à pandemia. O documento evidencia que assegurar o acesso a alimentos saudáveis e locais é uma ação essencial para garantir o direito à vida das pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional, aumentando a imunidade e a resistência dessa população.
The rise of big meat – Brazil’s extractive industry
Since the 2000s, accelerated growth in consumption of animal protein in emerging countries, especially China, has driven the production of feed grains in Brazil. Moreover, Brazil is one of the largest producers, exporters and consumers of meat and feed grains in the world. This report charts Brazil’s rise (through transnational corporations) to the top of the global meat complex. The complex continues to consolidate and expand at a tremendous cost to the social fabric and ecosystems where it operates. Because of its global nature, it also presents global environmental and public health challenges of the highest order, including the sector’s significant contribution to climate change, antibiotic resistance and highly pathogenic strains of influenza and other viruses. This publication was made with the support of various individuals and organizations, including the collaboration of Diana Aguiar and Letícia Tura of the NGO Fase.
FASE RJ promove formação sobre os impactos das mudanças climáticas e a desigualdade no acesso à água na metrópole fluminense
Curso de extensão promovido pela FASE RJ, UERJ e Rede de Vigilância Popular em Saneamento e Saúde promove, com base na educação popular, reflexões sobre justiça socioambiental e os efeitos da crise climática nas favelas e periferias do Rio de Janeiro
A cooperação sul-sul dos povos do Brasil e de Moçambique
Organizado por Diana Aguiar e Maria Emília Pacheco, do Grupo Nacional de Assessoria (GNA) da FASE, o livro traz uma análise crítica do plano diretor do ProSavana a partir da experiência brasileira em defesa da soberania alimentar e da agroecologia. Desde 2012, movimentos sociais, organizações, sindicatos e grupos de pesquisa acompanham ações da Cooperação para o Desenvolvimento e os investimentos brasileiros no Corredor de Nacala em Moçambique, seus impactos e ameaças aos modos de vida dos povos daquele território. Esse grupo está movido por princípios democráticos, de cooperação e soberania dos povos e de solidariedade Sul-Sul.
Encontro Caminho das Águas: arte, diálogo e mobilização em defesa da água como bem comum
O Encontro Caminho das Águas será um espaço de conexão entre conhecimentos, territórios e vozes que reconhecem a água não como mercadoria, mas como direito, vida e bem comum.
The south-south cooperation of the peoples of Brazil and Mozambique
Organized by Diana Aguiar and Maria Emília Pacheco from FASE’s National Advisory Group (GNA), the book presents a critical analysis of the ProSavana master plan based on the Brazilian experience in defense of food sovereignty and agroecology. Since 2012, social movements, organizations, trade unions and research groups have been accompanying actions of Development Cooperation and Brazilian investments in the Nacala Corridor in Mozambique, their impacts and threats to the livelihoods of the peoples of that territory. This group is driven by democratic principles, cooperation and sovereignty of peoples and South-South solidarity.
SAIU NA MÍDIA: Educador da FASE Amazônia critica mercado de carbono sem escuta aos povos indígenas e comunidades tradicionais
Pedro Martins reforça a importância de garantir que esses grupos tenham voz ativa na formulação de políticas que afetam diretamente seus territórios.
Cidades e Bem Viver na Amazônia
“Cidades e bem viver na Amazônia” é uma coletânea de trabalhos científicos e relatos de experiência apresentados no II Seminário de Direito à Cidade, em Santarém (PA), na Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA). O evento foi uma iniciativa do grupo de pesquisa “O direito à cidade em Santarém-PA” (GDAC) em parceria com o programa da FASE na Amazônia.
SAIU NA MÍDIA: Educadores da FASE Amazônia lançam artigo sobre consequências da seca na região amazônica
O artigo “Seca na Amazônia: insegurança alimentar, injustiças socioambientais e violações de direitos”, publicado no Nexo, traz as consequências do cenário de seca e das temperaturas elevadas para a região.
COP 25: Sociedade civil brasileira e internacional se mobiliza frente aos offsets e questionam Artigo 6
Mais de 60 organizações assinaram o documento “COP 25 – Não aos offsets florestais no Artigo 6 do Acordo de Paris“, na qual defendem a posição histórica do Brasil contra as florestas no mercado de carbono. Movimentos sociais, ONGs ambientais, órgãos representativos, entidades indígenas e de comunidades tradicionais manifestaram seu apoio. No texto, as entidades denunciam o offset florestal como uma falsa solução: “alguns atores têm usado a COP25, a crise política pela qual o país passa e os dramáticos retrocessos ambientais, em especial na Amazônia e no Cerrado, como pretexto para demandar medidas a favor de monetizar os ativos florestais, criando possibilidades para mercantilizar a floresta, que seria transformada em créditos de CO² para compensar as emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) de outros países. As organizações signatárias desta carta veem tais proposições com preocupação e defendem a manutenção do posicionamento histórico do Brasil contra offsets florestais, concordando que qualquer mudança nesse sentido colocaria em risco a integridade ambiental do país e do planeta.”, diz a nota.
FASE Pernambuco participa da Conferência Internacional sobre Adaptação Comunitária às Mudanças Climáticas em Recife
O evento reuniu participantes de mais de 70 nacionalidades no Cais do Sertão e reforçou o protagonismo das comunidades na agenda climática global
SAIU NA MÍDIA: Maureen Santos participa de Assembleia Popular de Sagarmatha, no Nepal
A coordenadora do Núcleo de Políticas e Alternativas da FASE (NUPA), Maureen Santos, participa de mesas de discussão sobre soluções climáticas e resistência social contra a desigualdade.
Jovens Cabanos fazem história no PAE Lago Grande
Inspirados pela Cabanagem, jovens realizaram a histórica I Romaria do Bem Viver em Santarém (PA). Ali foram firmados compromissos para a defesa do modo de vida tradicional de ribeirinhos, extrativistas, pescadores e indígenas que vivem há décadas, ou até mesmo séculos, no Projeto de Assentamento Agroextrativista (PAE) Lago Grande. No centro da ação esteve a defesa de um território livre da mineração e a defesa do Bem Viver. Confira a reportagem de Patrícia Bonilha, do Greenpeace Brasil. A entidade apoiou a iniciativa junto da FASE, da Pastoral da Juventude, do Grupo Mãe Terra, da Federação das Associações de Moradores e Comunidades do Assentamento Agroextrativista da Gleba Lago Grande (Feagle) e do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (STTR) de Santarém.
