FASE Bahia realiza capacitação sobre meliponicultura no município de Mutuípe

As abelhas trabalham arduamente, não apenas para produzir um mel precioso, mas também para garantir a reprodução das flores, frutos e plantas que compõem a…

Mapeamento de fluxos de atendimento para mulheres

Este relatório, que também deu origem a iniciativa Articulação Estadual de Enfrentamento a Violência Institucional contra Mulheres/RJ, foi construído em parceria com organizações como  Criola, Coordenadoria de Defesa dos Direitos da Mulher da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro, Escola de Serviço Social da Universidade Federal Fluminense (ESS/UFF), Instituto de Estudos da Religião (ISER), Justiça Global, Rede Nacional de Feministas Antiproibicionistas (RENFA) e diferentes profissionais do campo da assistência social, saúde, direito e psicologia. O material propõe um diagnóstico das políticas públicas e das iniciativas da sociedade civil que combatem a violência institucional cometida contra as mulheres, tendo como eixos centrais as dimensões de gênero e raça. A publicação visibiliza as inúmeras perdas de direitos das mulheres, apresentando um panorama do funcionamento dos serviços públicos.

FASE marca presença no 2º Encontro Nacional de Agricultura Urbana em Recife

De 30 de julho a 2 de agosto, Recife, Pernambuco, foi palco do 2º Encontro Nacional de Agricultura Urbana (ENAU), um espaço de reflexão, articulação…

Amazônia Agroecológica / Calendário 2020

O projeto Amazônia Agroecológica é uma ação articulada entre o Fundo Dema e os programas regionais da Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional (FASE) nos estados do Mato Grosso e Pará.
Com duração de 36 meses, a ação conta com o apoio do Fundo Amazônia. Tem como objetivo dinamizar e fortalecer práticas agroecológicas para a promoção da conservação e uso sustentável da biodiversidade, a recuperação de áreas degradadas, a garantia da segurança alimentar e nutricional e dos direitos territoriais. Isso por meio do apoio a projetos comunitários e ações a serem desenvolvidas pela FASE nos territórios.

FASE Amazônia e Fundo Dema participam da Etapa Brasileira de Diálogos Amazônicos

Evento realizado na UFPA reuniu representantes de movimentos sociais, organizações e lideranças para contribuir com propostas que serão levadas à V Cúpula da Amazônia, em agosto, na Colômbia

Almanaque Nem Um Poço A Mais

Este almanaque, produzido pela equipe do programa da FASE no Espírito Santo, reúne depoimentos, experiências e saberes de comunidades, coletivos, organizações, gente dos territórios tradicionais (da pesca artesanal, dos quilombos, e das aldeias), gente da cidade (artistas, ambientalistas, pesquisadores, religiosos), ativista pelos direitos da natureza e pelos direitos humanos. “Gente criadora da Campanha Nem Um Poço a Mais!”, contra a expansão da indústria petroleira e a favor dos modos de vida menos petrodependentes. Há ainda denuncias sobre os vazamentos, a contaminação e as violações nos territórios. Esta é uma publicação para quem busca saídas e alternativas naturais para a vida.

A luta pelo direito à cidade na Amazônia

O livro é uma obra organizada pelo Grupo de Pesquisa “O direito à cidade em Santarém-PA”, da Universidade Federal do Oeste do Pará (GDAC/UFOPA) em parceria com a Federação das Associações de Moradores e Organizações Comunitárias de Santarém (FAMCOS) e o programa da FASE na Amazônia. Este estudo foi realizado por meio de pesquisa participante valendo-se, principalmente, das técnicas de observação e entrevistas. Durante o processo de revisão, a luta pelo direito à cidade foi protagonizada por diversos segmentos sociais, numa diversidade de cores e bandeiras. A expressão máxima desse direito se deu com a derrota da proposta de criação da área portuária na região do Lago do Maicá. Contudo, os poderes legislativo e executivo municipal desconsideram o processo de revisão do plano diretor. Esse livro é um importante registro do processo de revisão do Plano Diretor de Santarém pelas vozes de seus protagonistas.

FASE Amazônia reafirma Centro TIPITI como referência em educação socioambiental em congresso internacional

O VIII Congresso Internacional de Educação Ambiental dos Países e Comunidades de Língua Portuguesa aconteceu entre os dias 21 e 25 de julho de 2025,…

Protocolo de Consulta Prévia do território quilombola Laranjituba e África

Este Protocolo foi aprovado em assembleia geral da Associação Quilombola do Baixo Caeté Laranjituba e África (AQUIBAC), no dia 24 de fevereiro de 2018, com base na Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e Decreto nº 5.051, de 19 de abril de 2004, da Presidência da República do Brasil. A Convenção 169 é um acordo internacional, com força de Lei nos países que a promulga e surge a partir da luta de povos indígenas, quilombolas e agroextrativistas familiares, em aliança com organizações de trabalhadores, contra a exploração em trabalho degradante, forçado e sem o mínimo de respeito a cultura e identidade. Ela visa assegurar a preservação e sobrevivência dos modos de vida, o direito de conservarmos as instituições sociais, econômicas, culturais e políticas, assim como a efetiva participação no planejamento e execução de projetos que digam respeito. A Convenção 169 rompe legalmente com um passado em que se consideravam os povos e comunidades tradicionais como populações incapazes e que, portanto, deveriam ser tuteladas pelo Estado.

NUPA participa de reunião com delegação do Parlamento Europeu sobre Acordo Mercosul-UE

Entre os dias 21 e 23 de julho, uma missão oficial da Comissão de Comércio Internacional (INTA) do Parlamento Europeu esteve no Brasil para aprofundar…

Com apoio da FASE PE, ZEIS Jardim Uchôa propõe novas moradias para famílias a serem removidas pelo ProMorar

Documento elaborado por comissão de moradores junto a outras organizações foi apresentado ao Ministério Público e ao ProMorar

A farsa das doações no combate à Covid-19

Uma rede de organizações da sociedade civil e de movimentos sociais lança a carta “A farsa das doações no combate à Covid-19 nos setores de plantações de monoculturas de árvores, agronegócio, petróleo e mineração no Brasil”, em que denuncia a falsa solidariedade das empresas no contexto de crise sanitária em que o país está imerso. O documento expõe ações das empresas que aproveitaram o momento de crise com a pandemia de novo coronavírus para fortalecer a imagem de suas marcas com doações a populações em situação de vulnerabilidade, ao passo que seguem operando em meio a pandemia expondo os próprios trabalhadores ao risco de contaminação, como ocorre em vários municípios ladeados pelas empresas onde se verificou explosão de casos. As organizações e os movimentos sociais questionam a campanha de “marketing empresarial beneficente” veiculada pela rede Globo no Jornal Nacional, a chamada “Solidariedade S.A.”, em que cita, por exemplo, o caso da CMPC, empresa de produção de celulose no estado do Rio Grande do Sul, que doou R$ 70 milhões, o que representa meros 7% do faturamento de 2019. A carta ressalta, ainda o papel desempenhado pelos movimentos sociais e ONGs que – sem receber o mesmo destaque na imprensa – prestam solidariedade à populações carentes das zonas urbana e rural doando alimentos, produtos de consumo não duráveis e material de limpeza com diversos casos em uma rede de apoio construída de Norte a Sul no país.

SAIU NA MÍDIA: Coordenadora do NUPA participa de terceira reunião do Grupo de Trabalho Técnico da Secretaria-Geral da Presidência da República sobre participação social na COP30

Maureen Santos participa de terceira reunião do Grupo de Trabalho Técnico da Secretaria-Geral da Presidência da República sobre participação social na COP30, no Palácio do Planalto.

Protocolos de consulta e consentimento prévio

Esta publicação, realizada pelo programa da FASE na Amazônia e pelo Fundo Dema, traz um roteiro que visa contribuir para que os povos e comunidades tradicionais – indígenas, quilombolas, agroextrativistas e outros -, possam conhecer mais sobre os seus direitos assegurados em lei, inclusive o direito de serem consultados e consultadas de forma livre, prévia, informada sobre medidas que os governos queiram adotar que afetem o modo de vida, a cultura, a identidade e o território.

FASE Pernambuco é eleita para vaga no Conselho da Cidade de Recife durante 7ª Conferência da Cidade

A 7ª Conferência da Cidade do Recife, realizada nos dias 29 e 30 de junho, marcou um importante avanço na política de desenvolvimento urbano da cidade ao aprovar a implementação de planos comunitários de contingência e de adaptação climática.

Amazônia Agroecológica / Plano de Comunicação

Este Plano de Comunicação visa direcionar um conjunto de estratégias de comunicação de forma a consolidar relação com os públicos de interesse e também pautar ações protagonizadas pelos beneficiários nos estados do Pará e Mato Grosso. Ao mesmo tempo, outro pilar será fortalecer canais de diálogo com a sociedade sobre os temas, os sujeitos e os territórios relacionados ao Projeto. Apresentamos as ações previstas no ano de 2019. Acreditamos que elas se constituem como ponto de partida na construção de uma identidade que represente os objetivos do ‘Amazônia Agroecológica’.

FASE e Cúpula dos Povos participam de articulações internacionais na Conferência de Bonn, na Alemanha

Maureen Santos, coordenadora do Núcleo de Políticas e Alternativas (NUPA) da FASE, marca presença em conferência que antecede a COP30.

Agricultoras e agricultores familiares como agentes da restauração no projeto “Quintais Produtivos para Recuperação das Áreas Degradadas em Mato Grosso”

Enquanto o agricultor e agrofloresteiro José Leal da Silva Neto coloca suas botinas para nos mostrar a floresta que plantou, conta um pouco de sua…

Propostas urgentes para prevenção à COVID-19 nas periferias

Em nota, a articulação Recife de Luta, da qual a FASE é parte, defendemos que os poderes públicos estadual e municipais tracem urgentemente estratégias e planos de ação específicos e intersetoriais, com recursos para sua execução, destinados às periferias urbanas e populações vulneráveis, em articulação com lideranças locais, movimentos sociais e com especialistas em saúde, saneamento, habitação, educação. Também é fundamental a criação de estratégias de denúncia e proteção de violência doméstica, principalmente contra a mulher, idosos, criança e adolescentes