“Onde menos se espera”: Vivendo com a indústria do alumínio e do caulim na Amazônia brasileira

Contaminações dos rios, igarapés e violações de direitos são marcas da exploração do caulim, realizada pela empresa transnacional Imerys, nas comunidades de Barcarena (PA)

Clemente Ntauazi fala do ProSavana em evento da FASE

O moçambicano Clemente Ntauazi, que integra a Ação Acadêmica para o Desenvolvimento das Comunidades Rurais (ADECRU), participou do seminário nacional “Desenvolvimento e movimentos sociais: resistências e construção de alternativas”, promovido pela FASE no Rio de Janeiro nos dias 17 e 18 de novembro. Ele falou sobre os impactos do ProSavana [Projeto de Melhoria da Capacidade de Pesquisa e de Transferência de Tecnologia para o Desenvolvimento da Agricultura no Corredor de Nacala], cooperação envolvendo Brasil, Japão e Moçambique. A atividade reuniu cerca de 80 pessoas e colocou em pauta os impactos do modelo de desenvolvimento, como as violações de direitos humanos e ambientais.

Por que a PEC 215 não é só Papo de Índio

Artigo aponta que PEC 215 nega direitos coletivos, desconsiderando a diversidade e a história da formação social brasileira. Trata-se da PEC do retrocesso, pois caminha em direção oposta ao avanço trilhado contra o racismo, o patrimonialismo e os privilégios de classe no país

Mais além da mineração: as pretensões do novo código mineral quanto ao acesso à água e à terra

Em artigo, Julianna Malerba, da FASE, chama atenção para as ameaças em torno da votação do Novo Código Mineral, que se inscreve em um processo de ataque a direitos que estão na mira dos setores conservadores que hegemonizam o Congresso Nacional

A Agenda Brasil e a arte (histórica) de ignorar a alteridade

Em artigo, Julianna Malerba, da FASE, discorre sobre a proposta da Agenda Brasil e o projeto de desenvolvimento que essa medida defende

O esvaziamento simbólico dos espaços e a morte da política

Julianna Malerba, da FASE, traz uma reflexão sobre a perda de credibilidade de espaços políticos nos últimos tempos. Ela toma como ponto de partida a frequente flexibilização de legislações ambientais no país, muitas vezes justificada por representarem “entraves para o desenvolvimento”

A que interesses servem os “interesse nacionais”?

Tem sido recorrente a defesa da prioridade da mineração frente a outras atividades como a reforma agrária

Pela radicalização da democracia e contra retrocessos

Ainda que a democracia brasileira tenha muito que se fortalecer e se ampliar, sendo necessárias as críticas ao atual sistema político, a FASE considera inadmissíveis clamores pelo retorno dos militares ao poder

Consulta prévia: um instrumento em disputa

Compreenda as disputas em torno da Consulta Prévia, um instrumento estratégico para a garantia de direitos de indígenas e de outros povos tradicionais

Nota do Cimi: criminalização e resistência indígena

Nota pública do Conselho Indigenista Missionário (Cimi) critica a tentativa do governo federal de privatizar a saúde pública indígena, entre outros pontos

Eleições 2014: barrar retrocesso para articular avanços

É preciso derrotar a candidatura reacionária de Aécio. Porém, não se pode ter ilusões e fechar os olhos para as contradições do governo Dilma. Para conquistar novos avanços, o maior desafio para a esquerda está no “terceiro turno”

Ambientalismo não combina com rentismo e privatismo

Nesse 2º turno das eleições, editorial da FASE chama atenção para o fato de questões ambientais serem palco da luta de classes

Agroenergia: efeitos perversos em Mato Grosso

Vilmon Alves Ferreira, da FASE, questiona neste artigo a dita sustentabilidade dos agrocombustíveis

Quem vê árvore pode não ver floresta!

21 de Setembro – Dia Internacional de luta contra as monoculturas de árvores!

‘Um novo código mineral para quê?’

Confira artigo de Julianna Malerba e Bruno Milanez na Le Monde Diplomatique de dezembro

“Para falar de justiça ambiental, é importante falar de injustiça ambiental”

“Para falar de justiça ambiental, é importante falar de injustiça ambiental. Tem a ver com o fato de que certas populações são afetadas pelo que o desenvolvimento econômico produz”, esclarece Marcelo Firpo, coordenador da pesquisa do Mapa, ao programa Globo Ecologia. No Brasil, a criação da Rede Brasileira de Justiça Ambiental (RBJA), em 2001, difundiu e consolidou a discussão sobre o conceito, caro à FASE, e influenciando movimentos sociais e organizações.

Vídeo: economia verde em debate

Fátima Mello e Listz Vieira participam de programa no Canal Futura

Travessia, 50 anos agindo com os outros

Este vídeo é ao mesmo tempo uma homenagem à FASE e um resumo de sua longa história. Foi realizado a partir de imagens de arquivo. E com a contribuição – por meio de textos, vozes e elaboração – de pessoas que trabalham hoje na FASE e representaram os numerosos funcionários que em diversas partes do Brasil construíramesta trajetória com muitos outros parceiros.

Veja o depoimento: “Eu apóio o MST”

Neste vídeo, quem argumenta é Jean Pierre Leroy, ambientalista e educador da Fase