Revista Juventudes nas Cidades

A publicação é fruto das reflexões de jovens que participam do projeto “Juventudes nas Cidades” no Distrito Federal e, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo. Essa é uma ação realizada pela Oxfam Brasil em conjunto com Ação Educativa, Criola, FASE, Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase), Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) e Instituto Pólis, com intuito de contribuir para o enfrentamento das desigualdades no contexto urbano, promovendo os direitos das juventudes e o aprofundamento da democracia. O projeto nasce no âmbito do programa o programa “Desigualdade nas Cidades: Juventudes, Gênero e Raça” enquanto uma estratégia de ação coletiva, visando o fortalecimento de jovens e coletivos de periferias e favelas urbanas no exercício do direito à cidade e na busca pela inclusão econômica.

FASE Rio participa de roda de conversa com debate sobre COP30 e lutas socioambientais

No dia 08 de agosto, a FASE Rio esteve presente na 5ª Roda de Conversa realizada pelo Fórum de Mudanças Climáticas e Justiça Socioambiental – Núcleo Rio em parceria com outras organizações e movimentos sociais como a Cúpula dos Povos Rumo à COP30, a campanha Rio Capital do Caô Climático, a Coalizão pelo Clima, o Plante Rio e a Fundição Progresso.

FASE Amazônia recebe homenagem da Assembleia Legislativa do Estado do Pará por sua atuação junto às juventudes amazônicas

No último 11 de agosto, a Assembleia Legislativa do Estado do Pará (ALEPA) foi palco da Sessão Especial do Dia Internacional da Juventude, que este…

Relatório Utilidade Privada, Despossessão Pública

O relatório “Utilidade Privada, Despossessão Pública”, analisa o uso das figuras de Utilidade Pública e conceitos análogos relacionados às atividades de mineração e energia na Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Honduras, México e Peru. O estudo aborda o contexto das reformas neoliberais que intensificaram a entrada de capital estrangeiro para mineração e exploração de energia na América Latina. A pesquisa foi realizada pelo Grupo de Utilidade Pública na América Latina as organizações que reúne organizações como a FASE, o Centro de Documentación e Información de Bolivia (CEDIB), o Observatório Latinoamericano de Conflictos Ambientales (OLCA), o Grupo Semillas, a Acción Ecológica, a Equipo de Reflexión, Investigación y Comunicación (ERIC), o Proyecto de Derechos Económicos, Sociales y Culturales (ProDESC) e o Grupo de Formação e intervención para el Desarrollo Sostenible (GRUFIDES).

Agrotóxicos perigosos

O Brasil, África do Sul e demais países do Sul Global estão na mira de gigantes agroquímicas, como as alemãs Bayer e BASF, que encontram territórios mais permissivos para venda de agrotóxicos já banidos da União Europeia. Nestes destinos, mortes, intoxicações agudas, dentre outras violações de direitos humanos, são alguns dos rastros de destruição provocados na vida de agricultores e povos indígenas. O relatório “Agrotóxicos perigosos: Bayer e BASF – um negócio global com dois pesos e duas medidas” traz dados alarmantes sobre a realidade do Brasil e da África do Sul. O estudo é uma produção da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos, a rede INKOTA, a Fundação Rosa Luxemburgo, a MISEREOR e a organização sul-africana Khanyisa.

FASE chega a Fortaleza para o Seminário da Cúpula dos Povos Nordeste Rumo à COP30

Entre os dias 21 e 23 de agosto, ocorrerá o II Seminário da Cúpula dos Povos Nordeste Rumo à COP30, em Fortaleza, no Ceará. O…

Desigualdade e Jovens Mulheres Negras

Esta publicação foi elaborada por Criola e Oxfam Brasil em parceira com Ação Educativa, FASE, Ibase, Inesc e Instituto Pólis, bem como com um conjunto de jovens mulheres negras, articuladas nos denominados Hubs das Pretas, e ciberativistas, que participaram da Rede Ciberativista. Os Hubs das Pretas e a Rede Ciberativista foram constituídos no âmbito do projeto Mulheres Negras Fortalecidas na Luta contra o Machismo e o Sexismo. Os artigos apresentados resultam de experiências compartilhadas por e com mulheres negras sobre suas vivências a partir de diferentes esferas e realidades que, de alguma forma, atravessaram o projeto. Em busca de enriquecimento teórico e metodológico, relatamos também reflexões das organizações parceiras sobre a importância dessa iniciativa e questões que envolvem a luta antirracista e antissexista no campo das organizações da sociedade civil brasileira.

FASE marca presença no 2º Encontro Nacional de Agricultura Urbana em Recife

De 30 de julho a 2 de agosto, Recife, Pernambuco, foi palco do 2º Encontro Nacional de Agricultura Urbana (ENAU), um espaço de reflexão, articulação…

Fortaleza sedia Seminário da Cúpula dos Povos Nordeste rumo à COP 30

Evento acontece de 21 a 23 de agosto na UFC e reúne movimentos sociais, pesquisadores e comunidades em defesa da justiça climática

Mais proprietários e menos assentados

Encarte organizado por Julianna Malerba, do Grupo Nacional de Assessoria da FASE, inaugura a série “Direito à terra e ao território” onde serão analisados os efeitos da atual política fundiária sobre os assentamentos de reforma agrária. A publicação também traz como e por que a aprovação da lei n°13.465/17 e a produção de novas normativas deverão liberar ao mercado de terras um montante significativo de terras públicas destinadas à reforma agrária por meio da entrega de títulos de propriedade. Um processo que se anuncia não apenas nos assentamentos convencionais, onde essa entrega dependia de condições que foram flexibilizadas, quanto nos assentamentos ambientalmente diferenciados, onde, a rigor, é prevista a titulação coletiva dessas terras e vedada sua venda.

SAIU NA MÍDIA: Diretora Executiva da FASE participa de encontro sobre mercantilização da natureza com organizações da América Latina e Caribe

Leticia Tura, Diretora Executiva da FASE, participou do Encontro sobre Mercados da Natureza, realizado pela GRAIN e Coordinadora Latinoamericana de Organizaciones del Campo (CLOC)/Vía Campesina.

FASE Amazônia e Fundo Dema participam da Etapa Brasileira de Diálogos Amazônicos

Evento realizado na UFPA reuniu representantes de movimentos sociais, organizações e lideranças para contribuir com propostas que serão levadas à V Cúpula da Amazônia, em agosto, na Colômbia

As queimadas são culpa do agronegócio!

Mais de 90 movimentos e organizações da sociedade civil divulgam nota pública denunciando a destruição de biomas brasileiros pelo fogo criminoso e marcam oposição ao pronunciamento de Jair Bolsonaro. Junto à indignação da sociedade brasileira diante da hecatombe ambiental e das mentiras do presidente do Brasil sobre a devastação dos biomas, os movimentos, organizações e pastorais sociais do campo; redes, articulações e campanhas; e redes e grupos de pesquisa brasileiros que assinam essa Carta onde afirmam o compromisso com a memória, a verdade e a justiça. “Não nos calamos diante de velhos estratagemas autoritários reeditados, que incitam o ódio e o racismo e sustentam farsas e crimes contra os direitos dos povos”. O documento apresenta cinco pontos que unificam as denúncias e resgatam a memória e a sabedoria ancestral dos povos e comunidades tradicionais.

SAIU NA MÍDIA: Artigo da FASE sobre mercado de carbono é publicado em iniciativa de instituições jornalísticas sobre desafios do clima na América Latina

O artigo “O que vem acontecendo com o mercado de carbono que talvez você não saiba”, escrito por Pedro Martins, educador da FASE Amazônia, e…

Por sistemas alimentares saudáveis e sustentáveis em nossas cidades

Organizações, coletivos e movimentos que integram a Comissão Organizadora da Conferência Nacional Popular por Direitos, Democracia, Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional vem por meio desta carta pedir o compromisso dos partidos políticos, candidatos(as) e eleitores(as) para que a soberania e segurança alimentar e nutricional ocupem um lugar central nas eleições municipais, nas plataformas políticas e programas de governo. A experiência brasileira comprova que as administrações municipais, apoiadas em efetiva participação social, têm a possibilidade de desempenhar um papel relevante em praticamente todos os aspectos que afetam a condição alimentar e nutricional de suas populações, promovendo o acesso a uma alimentação adequada e saudável em articulação com o estímulo à agricultura de base familiar, diversificada e agroecológica. São inúmeras as experiências nacionais de renovação, ampliação da democracia e das formas de fazer política pública que nasceram em municípios. Esta Carta tem o propósito de contribuir para que este potencial se renove e fortaleça nas eleições de 2020.

FASE Amazônia reafirma Centro TIPITI como referência em educação socioambiental em congresso internacional

O VIII Congresso Internacional de Educação Ambiental dos Países e Comunidades de Língua Portuguesa aconteceu entre os dias 21 e 25 de julho de 2025,…

Carta Política – Pandemia e Injustiça Ambiental

A Rede Brasileira de Justiça Ambiental (RBJA), articulação da qual a FASE é parte, lança carta aberta sobre os caminhos sociais pós-crise sanitária. “Nos posicionamos para ampliar denúncias às estruturas de injustiça e racismo ambientais, as quais agravam a pandemia da Covid-19. Compreendemos a delicadeza do momento e, por isso, manifestamos apoio às famílias que vivenciam a perda de entes queridos. Registramos também nossa gratidão a profissionais de saúde na linha de frente do cuidado a pessoas adoecidas. Respondemos com solidariedade e urgência aos desafios do hoje, mas não abrimos mão da lucidez: estamos na disputa por outro futuro possível, reconstruindo as bases de um mundo para o qual valerá a pena voltar”.

Lucros altamente perigosos

Pesquisa da organização Public Eye, da Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida e da FASE reúne dados detalhados sobre como a Syngenta ganha bilhões vendendo venenos em países empobrecidos. Dos 120 ingredientes ativos de agrotóxicos produzidos pela empresa, 51 não estão autorizados em seu país de origem, a Suíça; 16 deles foram banidos devido ao impacto à saúde humana e ao meio ambiente. Mas a empresa continua a vendê-los em países onde as normas costumam ser mais fracas ou menos rigorosamente aplicadas, como é o caso do Brasil. A Organização das Nações Unidas para Alimentação (FAO) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) estão entre as instituições que recomendam que os agrotóxicos considerados “altamente tóxicos” sejam eliminados gradualmente e substituídos por alternativas mais seguras.

A mineração vem aí. E agora?

A atividade mineral vem crescendo aceleradamente nas últimas décadas no Brasil. Muito se fala sobre os benefícios que a mineração traz para o país, mas muito se cala sobre os impactos negativos dessa atividade sobre o meio ambiente, as comunidades urbanas, rurais e os trabalhadores da mineração. Na rota da expansão mineral, a voracidade por novos territórios pressiona comunidades e municípios. No âmbito local, estratégias empresariais burlam os direitos da população à informação e à decisão, comprometendo a possibilidade de um debate democrático nos processos decisórios que determinam os sentidos, usos e vocações de cada lugar. Nessa cartilha, buscamos trazer à tona e sistematizar algumas informações colhidas ao longo do trabalho desenvolvido por organizações, movimentos e redes que vêm nos últimos anos formulando propostas para que o modelo mineral brasileiro seja profundamente revisto. É a esses atores que essa publicação se destina, primordialmente. Que essa cartilha possa colaborar em suas atividades de educação popular e de fortalecimento das resistências que se multiplicam no país em favor da garantia de direitos, da soberania popular, da conservação da sociobiodiversidade e da proteção dos bens comuns.

SAIU NA MÍDIA: Coordenadora do NUPA participa de terceira reunião do Grupo de Trabalho Técnico da Secretaria-Geral da Presidência da República sobre participação social na COP30

Maureen Santos participa de terceira reunião do Grupo de Trabalho Técnico da Secretaria-Geral da Presidência da República sobre participação social na COP30, no Palácio do Planalto.