Trabalhadores da Plantar querem expulsar os índios

Aproximadamente 1000 trabalhadores com uniformes da Plantar, empresa que presta serviços para a Aracruz Celulose, invadiram o no porto da Aracruz ocupado pelos índios Tupinikim e Guarani

Índios ocupam o porto da Aracruz celulose

cerca de 200 índios Tupinikim e Guarani, do município de Aracruz, no Espírito Santo, ocuparam o porto da empresa

Desesperada, Aracruz parte para difamação racista

Prestes a ser obrigada a sair da extensa faixa de terra do Espírito Santo que tomou de indígenas na década de 1960, a Aracruz Celulose baixou o nível da disputa com os Tupinikim e Guarani

Índios entregam representação contra Aracruz

A Comissão de Caciques Tupinikim e Guarani entregou ao MPF, em Vitória/ES, uma representação contra a empresa Aracruz Celulose, solicitando que o representante do MPF, Dr. André Pimentel, proponha Ação Civil Pública com o propósito de reparação de danos morais e uso indevido da imagem do Tupinikim no site da empresa. Solicitam também Ação Penal pelo crime de preconceito e escárnio de costumes e cultura indígena

Índios repudiam postura da Aracruz

Caciques e lideranças indígenas Tupinikins e Guaranis se defenderam das ações da Aracruz Celulose de agredir a identidade das comunidades numa campanha difamatória

Contra a prática de racismo da Aracruz Celulose

A Rede Alerta contra o Deserto Verde está recolhendo assinaturas contra a campanha racista e de difamação da Aracruz Celulose contra os índios Tupinikim e Guarani

Aracruz apela para o racismo e colhe repúdio

Prestes a perder terras que que agora o Ministério da Justiça vai demarcar como lugar tradicional dos povos Tupinikim e Guarani, multinacional apelou para argumentos racistas

Aracruz tenta jogar opinião pública contra índios

A Aracruz Celulose está jogando pesado contra as comunidades indígenas do Espírito Santo como resposta à ação iniciada semana passada, de cortes de eucalipto na área em processo de demarcação como reserva indígena

Tupinikim e Guaranis continuam ações pela terra

Em mais uma de suas reações no mínimo desrespeitosas a Aracruz reage ao movimento dos Tupinikim e Guaranis do Espírito santo dizendo que “esses índios não são índios”

Índios Tupinikim e Guarani pedem demarcação já!

200 índios Tupinikim e Guarani iniciaram uma derrubada de eucaliptos, próximo ao viveiro de mudas da Aracruz Celulose, na área que lhes pertence tradicionalmente, invadida e explorada pela empresa Aracruz desde os anos 60

Índios fecham estrada estadual ES-010 em Aracruz

Tupinikim e Guarani fecham estrada e exigem libertação de índios presos. A Rede Alerta contra o Deserto Verde divulga e apoia a ação dos povos indígenas e denuncia a empresa Aracruz Celulose, como principal violadora de direitos e causa dos mais graves problemas que os índios enfrentam

Quilombolas do Espírito Santo exigem a devolução de suas terras

As entidades entraram com uma representação na Procuradoria Geral do Estado alegando que essas terras eram habitadas por comunidades remanescentes de quilombos

Sul debate a monocultura do eucalipto

O seminário “Deserto Verde: os impactos da monocultura do eucalipto para os povos” será no dia 16 de agosto, em Porto Alegre. A expectativa é de mil participantes de várias regiões do Rio Grande do Sul

Carta aberta de indígenas Tupinikim e Guarani

Indígenas expõem o que ouviram de representantes dos órgãos públicos e apresentam suas posições

Pedido de Ação sobre operação policial violenta contra os Tupinikim e Guarani

Pedido da Rede Alerta Contra o Deserto Verde sobre operação policial violenta contra os Tupinikim e Guarani

A dureza do capital contra a vida

A Rede Alerta Contra o Deserto Verde envia Carta Aberta de denúncia e pedido de esclarecimentos ao FSC, Aracruz Celulose e IMAFLORA/SMARTWOOD

Carta de Vitória

Texto do Seminário “Os Direitos dos Povos Indígenas e o Avanço do Agronegócio: Questões e Desafios”, realizado em Vitória/ES

Aracruz Celulose e a Copa do Mundo

A Rede alerta contra o Deserto Verde denuncia: a Aracruz Celulose tenta empurrar para o público a idéia de que representa o Brasil no exterior com competência. Mas o que ela busca mesmo é usar essa “boa imagem” para encobrir todas as violações que tem cometido durante os últimos 30 anos contra comunidades indígenas, quilombolas e camponesas, entre outras

Quilombolas vencem dificuldades e se organizam no Espírito Santo

Desconhecidos pela maior parte da população, os quilombolas estão prestes a se tornar uma nova e surpreendente força política no Brasil

Duas novas publicações ajudam a entender o drama causado pelo eucalipto

A FASE Espírito Santo traz, através de duas novas publicações, informações básicas e importantes sobre o impacto social da monocultura de eucalipto no ES e sobre o mercado de carbono, a questão da poluição e da privatização do ar