Carta ao Governo de Transição da Frente contra o Acordo Mercosul-União Europeia

A Frente Brasileira Contra os Acordos Mercosul-UE e Mercosul-EFTA foi formada em setembro de 2020 com o objetivo de retomar o processo de formação da sociedade civil brasileira para atuar na agenda de comércio exterior, além de incidir, nacional e internacionalmente, nos Acordos Mercosul-UE e Mercosul-EFTA. Atualmente, é composta por mais de 120 entidades da sociedade civil organizada, representantes de redes, organizações e movimentos sociais do campo ecumênico, sindical, ambientalista e climático, da cooperação internacional, da luta indígena e quilombola, do movimento feminista e de mulheres, e pela defesa da reforma agrária e soberania alimentar.

SAIU NA MÍDIA: Artigo “Sem justiça territorial, mercado de carbono tem demandado títulos de terra no Brasil e na Colômbia”

O artigo “Sem justiça territorial, mercado de carbono tem demandado títulos de terra no Brasil e na Colômbia”, escrito por Pedro Martins, educador popular da…

Proposições e Desafios para o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional

O documento aponta os avanços do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (SISAN) desde a sua implementação, em 2006; trata do desmonte das políticas públicas promovido pelo atual governo; e apresenta propostas e desafios para a retomada do SISAN, que passam por marcos legais, instâncias de gestão, financiamento, participação e controle social, e política públicas.

Relatório Técnico – Agrotóxicos no Pantanal

O estado de Mato Grosso registrou o uso de 142.738,855 kg de princípios ativos de agrotóxicos e é o estado brasileiro que mais utiliza substâncias tóxicas na agropecuária. Os municípios de Poconé, Cáceres e Mirassol D’Oeste foram afetados com importante quantidade de substâncias que contaminam o solo e principalmente os recursos hídricos levando assim doença e destruição dos bens comuns.

Essas e outras conclusões alarmantes estão reunidas no Relatório Técnico: “Agrotóxicos no Pantanal”, realizado pela educadora da FASE, mestre em Saúde Pública, Fran Paula; com a colaboração da professora Marcia Montanari, do Instituto de Saúde Coletiva da UFMT; Naiara Andreoli Bittencourt, advogada da Terra de Direitos e Lucinéia Freitas do MST e com revisão de Maria Emília Pacheco, assessora do Grupo Nacional da FASE.

Além das Opressões Urbanas

As opressões urbanas vividas cotidianamente pelos cidadãos e cidadãs resultam de um modelo de cidade capitalista e excludente, que ignora as dimensões de raça, classe e gênero. O acesso ao direito à cidade é sempre mais limitado para os cidadãos e cidadãs que vivem nas favelas e nas periferias. Com o objetivo de refletir sobre essas condições urbanas, a cartilha aborda parte dos conteúdos debatidos no ciclo “Além das Opressões Urbanas: raça, classe e gênero como referência para práticas e imaginários de cidade”, que a Fase realizou entre outubro de 2020 e janeiro de 2021, com apoio da Laudes Foundation. Esperamos que o material contribua para análise dos problemas urbanos, bem como para o fortalecimento político dos sujeitos e sujeitas que se organizam coletivamente por outro modelo de cidade.

Experiência de formação e pesquisa com jovens moradores de favelas

O presente documento é resultado do processo de formação e de pesquisa sobre segurança pública, violência e racismo no Brasil, através de conversas, reflexões e relatos dos jovens moradores de favelas da cidade do Rio de Janeiro. Esse estudo se deu através do projeto “Se Liga no Território!”, uma parceria entre a FASE RJ e os movimentos sociais Fórum Social de Manguinhos e Mães de Manguinhos, e conta também com o apoio da Fundação Rosa Luxemburgo.

Com o principal objetivo de realizar processos de formação política, produção de metodologias participativas e pesquisa com jovens de favelas, o projeto “Se Liga no Território” teve a duração de 2 anos (2020 e 2021) e atuou nos territórios da favela de Manguinhos, do complexo de favelas da Maré, de Acari e da Ladeira dos Tabajaras.

Através de reflexões sobre a violência dos agentes armados do Estado nas favelas e as consequências na vida dos jovens, o presente documento busca apresentar novas análises sobre a violência urbana, assim como novas práticas de pesquisa em/para/com favelas, através da narrativa daqueles que são o principal alvo da política de morte do Estado.

Sentença do tribunal Popular da Fome

O Tribunal Popular da Fome aconteceu no dia 27 de setembro de 2021. Nele, o Governo Federal Brasileiro foi acusado e julgado por violações ao Direito Humano à Alimentação e a Nutrição adequadas e ao Direito a Estar Livre da Fome.
Leia o documento na integra,

FASE na Cúpula dos Povos: luta e resistência por justiça climática

A Cúpula dos Povos reuniu mais de 25 mil participantes entre os dias 12 e 16 de novembro, na Universidade Federal do Pará (UFPA), em Belém. A programação da Cúpula foi construída coletivamente para gerar convergências e enlaces entre diversos povos de diferentes territórios e países, através de oficinas, plenárias, feiras, intervenções artísticas, audiências públicas e manifestações promovidas por organizações e movimentos sociais.

COP30 na Amazônia: avanços na participação popular e desafios no financiamento climático

Participação popular, multilateralismo e reconhecimento da importância de
populações afrodescendentes e povos indígenas são marcas da COP30 em Belém

FASE Amazônia lidera debate sobre reforma agrária e gestão comunitária da terra na Cúpula dos Povos

Com o título “A Terra também é nossa”, a Fase Amazônia, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e o Movimento Interestadual das Quebradeiras…

Dicionário de Agroecologia e Educação

Material é lançado pela Fiocruz e conta com o apoio de profissionais da FASE, que escrevem sobre Fome, Agroecologia, Bens Comuns o Bioma Pantanal

O Agro Não é Verde – Como o Agronegócio se Articula para Parecer Sustentável

Esta publicação é parte de um conjunto de estudos e análises sobre o processo de esverdeamento do agronegócio. Apesar de não ser um fenômeno recente, o sequestro da pauta ambiental por atores políticos e econômicos vinculados ao agronegócio cresceu desde 2012, com a conferência Rio+20 e, com maior destaque, a partir da assinatura do Acordo de Paris de 2015.

FASE promove evento de boas-vindas para parceiros no dia de abertura da COP30, em Belém

A noite de recepção aos parceiros, que ocorreu no dia 10 de novembro na sede da FASE Amazônia, foi aberta pela diretora executiva da FASE,…

Amazônia Agroecológica / Nota Técnica VI – Certificação Participativa na Agricultura Familiar

A legislação brasileira prevê três formas de garantir a qualidade orgânica de produtos: Certificação por Auditoria; Sistemas Participativos de Garantia; e Controle Social para Venda Direta. Nesta Nota Técnica (NT), abordaremos a certificação participativa considerada direta, de controle social com critérios mínimos estabelecidos na legislação, adequados e reconstruídos pelas organizações sociais tendo por definição Organização de Controle Social (OCS).

Carta Pública: “Não há outra opção: a opção é cuidar da Mãe Terra”

O Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Socioambiental (FMCJS), do qual a FASE é parte, divulga a Carta Pública “Não há outra opção: a opção é cuidar da Mãe Terra”, resultado do debate coletivo durante o Seminário Nacional 2021, realizado virtualmente em novembro.

Mineradoras no banco dos réus: em júri popular, movimentos sociais condenam empresas por danos à Amazônia e seus povos

Tribunal Popular em Defesa da Amazônia, na COP 30, reúne denúncias de violações, exige reparação e responsabiliza empresas e governos por crimes socioambientais.

Direitos Humanos e Atualidades: Processos de descolonização e práticas libertárias

O livro é uma parceria entre a editora Zume, a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) e o Centro de Referência em Direitos Humanos (CRDH – Cáceres / MT), sob a supervisão da professora Lúcia Gonçalves, e está vinculado à Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT). A obra contou com a contribuição de pesquisadores, entre eles Franciléia de Paula, educadora da FASE no Mato Grosso, contribui com o artigo “A pandemia e a violação do direito humano à alimentação saudável”. Nele, a educadora aborda o agravamento da fome, retrocessos em políticas públicas, proposta de sistemas alimentares agroecológicos e uma nova geografia alimentar.

A FASE e parceiros realizam debate sobre estratégias de financiamento para fortalecer comunidades tradicionais na agenda Climática

Criar estratégias de financiamentos que atinjam organizações de comunidades tradicionais para se obter justiça climática, foi o foco do debate realizado no mini auditório da…

Fazer (em) Comum: Memórias e Tributos a Jean Pierre Leroy

Textos escritos pelo educador popular e ex-dirigente da FASE Jean Pierre Leroy narram sua vida no Brasil, relacionando as experiências com o fazer educacional da organização.