Como o mercado regulado de carbono vai impactar povos e comunidades tradicionais?

Nova lei cria o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões e prevê porcentagem mínima de pagamento para projetos de carbono em territórios tradicionais.

FASE Amazônia promove distribuição de mudas no PAE Lago Grande

O encontro teve como objetivo criar um espaço rico de troca de saberes e construção de conhecimentos entre os participantes

Fundo Amazônia: uma conquista em risco

A Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais (Abong), que representa mais de 200 organizações, dentre elas a FASE, defende o Fundo Amazônia, resultado do Acordo de Cooperação com o Governo da Noruega e gerenciado pelo BNDES. Principalmente porque a doação que gerou o Fundo é um reconhecimento do sucesso das ações de conservação ambiental. Reitera ainda a importância da participação da sociedade civil organizada e sua legitimidade para participar e executar projetos na Amazônia. Rechaçamos qualquer iniciativa de criminalizar os povos indígenas, as comunidades tradicionais e as organizações da sociedade civil que lutam para a conservação da floresta.

Saiu na Mídia: Educador da FASE Amazônia publica artigo sobre regularização fundiária na Amazônia

Pedro Martins assinou o artigo junto a Fabio Pacheco, engenheiro agrônomo e secretário executivo da secretário executivo da Articulação de Agroecologia da Amazônia

Violências de gênero são tema de seminários em todos programas regionais da FASE

Mulheres de seis estados brasileiros se reuniram para refletir sobre violações nos seus cotidianos e como encontrar caminhos para o enfrentamento

Fase Amazônia lança relatório sobre avanços e retrocessos na destinação de terra para a reforma agrária

Além de apontar os problemas, o relatório é uma contribuição para a análise da questão fundiária no Oeste do Pará de 2019 a 2024

NOTA DE REPÚDIO

A FASE repudia a decisão da Câmara de Vereadores e do Prefeito de Santarém (PA) que viola o princípio constitucional da gestão democrática das cidades no processo de Revisão do Plano Diretor, ao entregarem o Lago do Maicá ao agronegócio, contrariando a deliberação popular. O Lago do Maicá é patrimônio ambiental e socioeconômico de Santarém. É um berçário natural de peixes de onde sai boa parte do pescado comercializado, sendo a principal fonte de sustento de centenas de famílias pescadoras. Suas adjacências são tomadas por áreas produtoras de horticultura e árvores frutíferas cuja comercialização contribui significativamente para a renda de muitas famílias agricultoras. Comunidades indígenas e ribeirinhas tiram seu sustento da biodiversidade dessa região. Além disso, no perímetro urbano está localizado um quilombo, no bairro Pérola do Maicá. Com toda essa diversidade de povos e seu rico ecossistema, o Lago do Maicá é bem comum de Santarém e de todo o planeta.

Ato denuncia impactos da soja no Rio Tapajós e pede cancelamento da Ferrogrão

Programação organizada por povos indígenas e movimentos sociais é realizada entre os dias 15 e 17 de novembro em Santarém (PA)

Carta Política IV Encontro Regional de Agroecologia da Amazônia

Entre os dias 05 e 09 de novembro de 2018 realizamos o IV Encontro Regional de Agroecologia da Amazônia – Por Territórios Livres e Soberania Popular na Amazônia, que é o o maior evento de Agroecologia da Pan Amazônia, que teve, nesse momento, o papel de refletir sobre os desafios do movimento agroecológico na Amazônia brasileira. O evento foi marcado por uma maioria de mulheres, que representou 56% do público, tendo também uma presença marcante da juventude. No encontro realizou-se um qualificado debate sobre a conjuntura na óptica dos movimentos sociais da Amazônia, como também proporcionou-se aos participantes uma rica imersão nos territórios, possibilitando diversas e valorosas trocas de experiências.

FASE Amazônia discute efeitos do agronegócio nas cidades em evento na Colômbia

O educador Yuri Rodrigues participou do II Simpósio Internacional de Cidades pela Vida na Amazônia e contribuiu sobre o tema com o caso de Santarém, no oeste do Pará

Boletim Informativo – Baixo Amazonas nº1

O Boletim do Baixo Amazonas é uma realização do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Santarém, da Federação das Associações de Moradores e Comunidades do Assentamento Agroextrativista da Gleba Lago Grande (FEAGLE) e Federação dos Trabalhadores em Agricultura Familiar (Fetragui – Amazônia). É um instrumento de mobilização e divulgação das ações dos projeto “Todos os olhos na Amazônia”. Vai abordar os conflitos socioambientais que ocorrem nos territórios, formular denúncias e apresentar as soluções que estão sendo construídas pelos movimentos sociais e as organizações. O projeto é fruto da parceria entre o programa da FASE na Amazônia, o Conselho Indigenista Missionário (CIMI), a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB), a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB), o Greenpeace e a Artigo 19, entre outras organizações, e tem ação ação territorial no PAE Lago Grande, em Santarém (PA).

Nota sobre a situação de Anapu (PA)

Nota sobre as informações passadas pela imprensa, fazendeiros e da Polícia Civil, pelo assassinato de Luciano Albano Fernandes, no último dia 19 de maio em Anapu (PA), tentando ligar a morte do mesmo com a prisão do Padre Amaro Lopes em consequência dos conflitos agrários naquele município, com a tentativa de colocar a opinião pública contra o Padre e à favor dos pecuaristas. Por conta do nível das acusações, as entidades que assinam este documento, incluindo o programa da FASE na Amazônia, acompanham a situação em Anapu e trazem a público esclarecimentos.

Carta do I Conversatório de Mulheres do Oeste do Pará

No I Conversatório de Mulheres do Oeste do Pará, participantes se reuniram para debater sobre suas vidas e terras, que encontram-se ameaçadas pela expansão de projetos desenvolvimentistas em sua região. Esses empreendimentos têm expropriado e violado territórios e direitos. Estiveram presentes agricultoras familiares, agroextrativistas, ribeirinhas, indígenas, pescadoras, quilombolas e trabalhadoras urbanas, que são organizadas e articuladas em associações, redes e fóruns, desde o nível local até o internacional. Elas firmaram o compromisso de seguir na luta convocando mulheres do Pará, da Pan-Amazônia, do Brasil e do mundo inteiro a estabelecer uma profunda e radical aliança em prol do Bem Viver, da liberdade dos seus corpos e dos territórios.

Está no ar o podcast “FALA AMAZÔNIA”

Programa é fruto do Projeto Amazônia Agroecológica e foi produzido pela web rádio Banzeiro, uma parceria entre a FASE e o Tapajós de Fato.

Comunidades tradicionais aplicam ‘economia feminista’ para manter floresta em pé

Maria Emília Pacheco autora de estudo inédito sobre o bioma Amazônia conviveu com povos da floresta do Mato Grosso e do Pará

Ministro britânico visita comunidade do projeto Amazônia Agroecológica

Equipe da FASE e do Fundo Amazônia acompanharam a comitiva do ministro de estado de Segurança Energética e Descarbonização do Reino Unido ao Quilombo Ramal do Bacuri

Educador da FASE Amazônia critica portaria que proíbe prática tradicional na agricultura

A Portaria nº 31/2024 da SEMMA não faz exclusões para agricultura familiar, ameaçando práticas tradicionais e gerando indignação entre trabalhadores rurais de Santarém.

FASE Amazônia em parceria com o Projeto Telas em Rede fortalece coletivos negros de Santarém

Projeto que realiza oficinas de comunicação antirracista e formações em comunicação popular para redes sociais está em sua 3ª edição. Desta vez, o objetivo principal é construir as discussões a partir de uma perspectiva afrocentrada.