Nota pública – Massacre no Rio de Janeiro: um crime de Estado que afronta o direito à vida e à dignidade humana

FASE manifesta sua profunda indignação diante da operação policial que resultou, até o momento, em mais de 100 mortes no Rio de Janeiro, um crime de Estado que afronta o direito à vida e à dignidade humana.

“Rio de Janeiro – entre distopias e utopias urbanas”

Produzida por educadores e educadoras do programa da FASE no estado, “Rio de Janeiro – entre distopias e utopias urbanas” é uma publicação que fala do aumento das desigualdades sociais no Brasil devido a pandemia de Covid-19. Nesses quase dois anos de crise, as famílias ficaram desamparadas, houve falta de trabalho, comida, moradia e programas de proteção social consistentes e, tanto no campo, como nas cidades, nas florestas e periferias, a pobreza e a miséria aumentaram.

E em meio a um mundo ambivalente, em que coexistem distopias e utopias, a FASE completa 60 anos de existência. Um feito que merece comemoração, ainda que pese a dura realidade.

Inação do governo brasileiro gera explosão voluntária de crédito de carbono

Maureen Santos, coordenadora do Grupo Nacional de Assessoria (GNA), da FASE, participou de uma reportagem publicada no último dia 06 de abril pelo portal Mongabay internacional que falava sobre a explosão voluntária e ainda irregular de créditos de carbono no Brasil. A cientista política e ecologista foi convidada para falar sobre essa política ambiental, que para ela é uma espécie de hipoteca das nossas florestas, uma vez que não há como garantir que as matas conservadas hoje permanecerão ali no futuro por conta da aquisição dos respectivos créditos.

Clima S.A. – Soluções baseadas na natureza e emissões líquidas zero

A FASE lança hoje (10) o relatório “Clima S.A. – Soluções baseadas na natureza e emissões líquidas zero”, uma análise a partir do atual contexto do que vem sendo discutido na COP26, principalmente no Brasil, sobre a proposta de emissões líquidas zero e sua relação com as “Soluções Baseadas na Natureza” (NBS, na sigla em inglês) – ou, como muitas organizações vêm denominando, “Distrações Baseadas na Natureza” ou ainda “Espoliações Baseadas na Natureza” (Action Aid, 2020; WRN, 2021) – e as propostas de criação de um mercado de carbono doméstico.
O texto, elaborado pela pesquisadora Fabrina Furtado, busca ainda identificar os distintos agentes envolvidos no debate, caracterizando as principais construções argumentativas e medidas propostas, discutindo as implicações políticas, socioambientais e culturais dessas novas institucionalidades e práticas.

Caderneta agroecológica: o saber e o fazer das mulheres do campo, das florestas e das águas

Nesta publicação, Maria Emilia Pacheco, assessora da FASE, contribuiu com o artigo “Mulheres construindo a Agroecologia: caminhos para a soberania e segurança alimentar e nutricional”, junto com a nutricionista Vanessa Schottz, integrante do Conselho da FASE, e a consultora Rodica Weitzman. O livro versa sobre mulheres rurais que estão escrevendo uma outra história de suas vidas, a partir do que poderia ser visto como um singelo instrumento – as Cadernetas Agroecológicas – onde anotam a sua produção e o destino que é dado a ela, seja na forma de trocas com vizinhas, parentes e amigas, doações a pessoas em situação de vulnerabilidade, seja pelo uso na alimentação da própria casa, ou mesmo através da venda em diferentes mercados.

Dia Mundial da Alimentação: pelo direito à soberania e segurança alimentar e nutricional

Neste 16 de outubro, Dia Mundial da Alimentação, a FASE, através do trabalho na causa “Promoção da Soberania, da Segurança Alimentar e Nutricional e da Agroecologia”, reafirma seu compromisso histórico com a soberania e a segurança alimentar, apoiando iniciativas que fortalecem a produção agroecológica, a economia solidária e o acesso justo, sustentável e saudável aos alimentos.

Programa Adote um Parque: privatização das áreas protegidas e territórios tradicionais

Esta é uma publicação da FASE e Terra de Direitos, em parceria com o Grupo Carta de Belém (GCB), que mapeou e caracterizou as Unidades de Conservação federais previstas e em processo de adoção na primeira etapa do Programa Adote um Parque, assim como identificou pessoas jurídicas interessadas em aderir ao programa. Para tal, foi lançado estudo documental e bibliográfico, consultas e entrevistas com gestores de UCs federais da Amazônia Legal e funcionários de empresas que aderiram ao Programa Adote um Parque. As consultas e entrevistas foram realizadas entre junho e julho de 2021.

FASE participa da Pré-COP em Brasília e reforça a agenda da justiça climática rumo à COP30

A menos de um mês da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que acontecerá em novembro em Belém, a FASE esteve em Brasília (DF) nesta semana para participar da Pré-COP, evento preparatório que reuniu negociadores de 67 países e ministros de Estado para alinhar discussões sobre a agenda climática global. A FASE foi representada por Maureen Santos, coordenadora do Núcleo de Políticas e Alternativas (NUPA).

Violências de gênero em contextos militarizados

A publicação é resultado do trabalho coletivo de moradoras dos conjuntos de favelas da Maré e de Manguinhos, educadoras e comunicadoras populares, militantes, pesquisadoras e integrantes de coletivas políticas diversas, que se reuniram entre 2016 e 2017 para discutir diferentes impactos da violência de estado. A agenda de atividades e a publicação foram desenvolvidas a partir de uma parceria entre o programa da FASE no Rio de Janeiro, CIDADES (Núcleo de Pesquisas Urbanas da UERJ) e o Núcleo de Estudos de Gênero PAGU/UNICAMP.

Diálogos Amazônicos: FASE participa de preparação da V Cúpula dos Presidentes da Amazônia (OTCA)

A coordenadora da FASE Amazônia, Sara Pereira, integrou mesas de debate sobre transição justa, gênero e balanço dos compromissos da Declaração de Belém (2023), reforçando a importância da sociedade civil nas decisões que afetam o futuro da região.

Mirando na COP 30, pescadoras artesanais do Recife discutem justiça socioambiental

Nos dias 16 e 17 de setembro, pescadoras artesanais e lideranças comunitárias se reuniram no Recife para o “Encontro com Pescadoras: Direitos das Mulheres e…

Revista Cidades em Crise

Esta publicação tenta dar conta de algumas iniciativas criadas no âmbito da Articulação Recife de Luta, do qual a FASE em Pernambuco é parte, visando fortalecer os territórios populares e exigindo respostas institucionais às questões evidenciadas pela pandemia. Essas iniciativas abriram caminhos para questionar escolhas políticas e desenhar novos arranjos sociais para um Recife com mais justiça social e solidariedade.

A Grande Trapaça

Este relatório apresenta evidências de que os planos climáticos “net zero” são a última tentativa das indústrias poluidoras de fugir da responsabilidade de agir para enfrentar as mudanças climáticas.

Agroecologia e Soberania Alimentar no centro do debate: reflexões no Dia Nacional da Agroecologia

O dia 3 de outubro, Dia Nacional da Agroecologia, convoca-nos a refletir sobre denúncias e anúncios, realizar protestos e elaborar  propostas no âmbito dos sistemas…

FASE lança podcast com vozes das comunidades sobre agenda climática no contexto da COP30 e da Cúpula dos Povos

A FASE  lança nesta quinta-feira (2) o podcast “Vozes pela Justiça – as soluções vêm dos territórios”, projeto que tem como objetivo amplificar as vozes…

SAIU NA MÍDIA: André Araripe, educador da FASE Pernambuco, alerta sobre impactos do Programa ProMorar Recife em audiência pública

No dia 24 de setembro, a Câmara do Recife promoveu uma audiência pública para discutir os impactos causados pelo Programa de Requalificação e Resiliência Urbana…

CARTA DA FRENTE DE ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL BRASILEIRA CONTRA O ACORDO MERCOSUL-UE / Versión en español

Las siguientes organizaciones de la sociedad civil brasileña expresan su oposición a la firma del acuerdo de libre comercio entre el Mercosur y la Unión Europea. Pedimos al Parlamento brasileño que promueva un amplio debate con la sociedad sobre los impactos que el acuerdo puede generar en los pueblos, trabajadores y territorios del país.

FASE é selecionada para compor Câmara de Participação Social do CIM sobre Mudança do Clima

A Câmara de Participação Social do Comitê Interministerial sobre Mudança do Clima (CPS‑CIM) foi criada como instância consultiva para garantir que as decisões e ações…

Organizações e movimentos sociais realizam Jornada em Defesa da Amazônia pelo Clima, com Tribunal Popular contra os agrotóxicos e Cortejo das Mulheres Contra a Violência

Santarém (PA) se prepara para uma grande mobilização popular, a ‘Jornada em Defesa da Amazônia, da Vida e Contra os Agrotóxicos’, que reunirá diversas ações…

Dossiê Crítico da Logística da Soja

A destinação de extensões cada vez maiores de terra ao cultivo da soja, em especial na fronteira agrícola da transição Cerrado-Amazônia e no Cerrado do Matopiba, foi o fator determinante para o aumento espetacular da produção da commodity no Brasil nas últimas quatro décadas, causando devastação, grilagem de terras, violência no campo e insegurança alimentar.
O Dossiê expõe como a cadeia monocultural da soja é um instrumento político, uma cadeia que aprisiona nossa capacidade de pensar alternativas e de ter horizontes que nos apontem no sentido de outros caminhos. Analisa ainda como, associado a esse pensamento único, encontramos também um “consenso da logística”: uma ênfase em infraestruturas que viabilizem a extração e o escoamento de commodities (agrícolas e minerais), com a logística da soja estando no centro da agenda “pública” de infraestrutura brasileira nos últimos anos, em detrimento de alternativas de infraestrutura com potencial de dinamizar outras economias e formas de viver e produzir.