Sem igualdade racial não há democracia

Em artigo, Monica Oliveira, educadora do programa da FASE em Pernambuco fala sobre as manifestações cada vez mais explícitas de ódio racial e de classe que vem se multiplicando no Brasil e que a afirmação da consciência negra carrega o significado maior da luta por dignidade, por equidade

There is no democracy without racial equality

An article by Monica Oliveira, FASE’s program educator in Pernambuco, discusses the ever-more frequent and explicit expressions of racial and class hate in Brazil and how the affirmation of black awareness is marked by struggles for dignity and equity.

20 anos da Constituição: o novo ciclo político

Algo mudou na estrutura da vida política brasileira, tornando mais legítimo o conflito e a demanda social. Refletir sobre o estado dos direitos no Brasil e avaliar sua relação com a Constituição de 1988 são duas faces da mesma moeda

O avesso dos direitos

A ação policial contra as vans piratas no Rio de Janeiro revela a conexão entre poder paralelo e violência. O taco de beisebol apreendido pelos agentes policiais, a exemplo das provocações nazi-fascistas, trazia escrito em tintas brancas: direitos humanos

A Inteligência Coletiva e a Força Transformadora da Periferia

O Grupo Cultural AfroReggae (GCAR) se lança em mais uma empreitada de fortalecimento das redes sociais e produtivas que partem das periferias, com a inauguração do Centro de Inteligência Coletiva Lorenzo Zanetti

Saúde e Defesa de Direitos: Uma Cartografia dos Territórios Populares do Rio de Janeiro (2023)

A Cartografia dos Territórios Populares do Rio de Janeiro traça iniciativas de promoção de saúde e Direitos Humanos em bairros populares, favelas e núcleos urbanos informais no estado do Rio de Janeiro. Com os temas saúde, questão agrária, racismo, educação, moradia, cultura, fome, desaparecimentos forçados e transfobia, a publicação, “iniciada” em dos períodos mais sombrios da história da política brasileira”, é também um manifesto anticapitalista em promoção de saúde mental nos territórios violados pelo Estado opressor.

Protocolo de Consulta Livre, Prévia e Informada do Território Quilombola Sítio Conceição

Este Protocolo de Consulta foi construído pelos moradores e moradoras do Território Quilombola indígena Sítio Conceição e aprovado em Assembleia Geral realizada no dia 22 de outubro de 2022.

Protocolo de Consulta Comunidade Tradicional Acuí

Este é o Protocolo de Consulta Prévia, Livre e Informada da Comunidade Tradicional do Acuí. Somos a comunidade tradicional do Acuí e exigimos que os nossos direitos de sermos informados, consultados, ouvidos e respeitados sejam garantidos. Exigimos que todas as pessoas da nossa comunidade sejam consultadas antes de implantar ou definir qualquer projeto ou legislação que pode impactar na nossa comunidade, conforme rege a Convenção 769.

Declaração do X FOSPA/2022

A Declaração deste 10º Fórum Social Pan-Amazônico (FOSPA) traz um breve panorama da situação que se vive na Amazônia, e apresenta 15 propostas políticas e 16 ações concretas a serem realizadas.
O FOSPA é um evento de alcance global que surgiu há 20 anos, no âmbito do Fórum Social Mundial, para lutar pela vida, a Amazônia e os povos da região. É um espaço de articulação dos sujeitos e movimentos sociais para a incidência e a resistência política e cultural frente ao modelo de desenvolvimento neoliberal, neocolonial, extrativista, discriminador, racista e patriarcal.

Experiência de formação e pesquisa com jovens moradores de favelas

O presente documento é resultado do processo de formação e de pesquisa sobre segurança pública, violência e racismo no Brasil, através de conversas, reflexões e relatos dos jovens moradores de favelas da cidade do Rio de Janeiro. Esse estudo se deu através do projeto “Se Liga no Território!”, uma parceria entre a FASE RJ e os movimentos sociais Fórum Social de Manguinhos e Mães de Manguinhos, e conta também com o apoio da Fundação Rosa Luxemburgo.

Com o principal objetivo de realizar processos de formação política, produção de metodologias participativas e pesquisa com jovens de favelas, o projeto “Se Liga no Território” teve a duração de 2 anos (2020 e 2021) e atuou nos territórios da favela de Manguinhos, do complexo de favelas da Maré, de Acari e da Ladeira dos Tabajaras.

Através de reflexões sobre a violência dos agentes armados do Estado nas favelas e as consequências na vida dos jovens, o presente documento busca apresentar novas análises sobre a violência urbana, assim como novas práticas de pesquisa em/para/com favelas, através da narrativa daqueles que são o principal alvo da política de morte do Estado.

COP30 na Amazônia: avanços na participação popular e desafios no financiamento climático

Participação popular, multilateralismo e reconhecimento da importância de
populações afrodescendentes e povos indígenas são marcas da COP30 em Belém

FASE Amazônia lidera debate sobre reforma agrária e gestão comunitária da terra na Cúpula dos Povos

Com o título “A Terra também é nossa”, a Fase Amazônia, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e o Movimento Interestadual das Quebradeiras…

Dicionário de Agroecologia e Educação

Material é lançado pela Fiocruz e conta com o apoio de profissionais da FASE, que escrevem sobre Fome, Agroecologia, Bens Comuns o Bioma Pantanal

FASE promove evento de boas-vindas para parceiros no dia de abertura da COP30, em Belém

A noite de recepção aos parceiros, que ocorreu no dia 10 de novembro na sede da FASE Amazônia, foi aberta pela diretora executiva da FASE,…

A FASE e parceiros realizam debate sobre estratégias de financiamento para fortalecer comunidades tradicionais na agenda Climática

Criar estratégias de financiamentos que atinjam organizações de comunidades tradicionais para se obter justiça climática, foi o foco do debate realizado no mini auditório da…

Fazer (em) Comum: Memórias e Tributos a Jean Pierre Leroy

Textos escritos pelo educador popular e ex-dirigente da FASE Jean Pierre Leroy narram sua vida no Brasil, relacionando as experiências com o fazer educacional da organização.

FASE e parceiros realizam debate sobre justiça climática e direito à cidade na Casa das ONGs em Belém

Plenária reuniu lideranças de diversas organizações e o resultado vai integrar o debate da Declaração dos Povos

Clima, mudanças no uso da terra e o Acordo UE-Mercosul: acelerando o ponto de não retorno

Caso entre em vigor, o acordo UE-Mercosul irá comprometer metas climáticas, vai facilitar cada vez mais a destruição do Cerrado e não irá garantir normas de sustentabilidade na cadeia de produção, permitindo o avanço cada vez maior do agronegócio