Em defesa do Bem Viver
Ao final da I Caravana Agroecológica do Oeste do Pará, os participantes produziram uma carta em defesa do Bem Viver, resultado das reflexões coletivas feitas durante as experiências vivenciadas. Além de denunciar a pressão do capital sobre os povos e comunidades tradicionais, a violação de direitos e a exploração dos recursos existentes na Amazônia, o documento apresenta propostas a serem consideradas na luta em defesa da Amazônia e de seus povos.
Filme conta história de símbolo de resistência de quilombo na Amazônia
“O que o rio me falou”, produzido junto com a FASE, fala da vida da cantora Cleide Vasconcelos, do Quilombo Arapemã, em Santarém
Módulo II da formação Mulheres e Agroecologia discute saúde e combate à violência
As atividades fazem parte do projeto Amazônia Agroecológica que está sendo desenvolvido de forma conjunta pela FASE Mato Grosso e Amazônia
FASE Amazônia realiza capacitação para protocolo de consulta no Pará
O processo de construção do protocolo de consulta vem sendo realizado em diversas comunidades do PAE Lago Grande para que esse documento seja uma ferramenta de defesa do território contra grandes empreendimentos como mineradoras e madeireiras.
Nota de repúdio ao PL que altera a Lei a de parcelamento, uso e ocupação do solo de Santarém
Organizações da sociedade civil e movimentos sociais repudiam o PL 1621/2017, de autoria do vereador Antônio Rocha, que altera dispositivos da Lei de parcelamento, uso e ocupação do solo de Santarém (LPUOS) que flexibiliza a regulamentação do uso do solo urbano e diminui a proteção aos mananciais hídricos; contribui para a verticalização da cidade ao permitir a construção de prédios de até 27 metros na orla de Santarém; da mesma forma, permite construções de prédios de até 19 metros em Alter-do-Chão, Ponta de Pedras, Tapari, Caraparanari e Pajuçara; amplia a Área Portuária II de Santarém, que passa a iniciar na Av. Borges Leal, seguindo pela margem do Rio Tapajós e Rio Amazonas até o Rio Ituqui, adentrando assim na APA do Maicá; permite atividade extrativa e mineral na Zona de Preservação Ambiental (ZEPA); entre outras arbitrariedades. Sem dialogo com a sociedade, o PL está tramitando de forma acelerada na câmara dos vereadores.
“FASE Entrevista”: Cadastro Ambiental Rural
Esta edição da série “FASE Entrevista” conversou com o mestre em Agricultura Familiar e Desenvolvimento Sustentável pela UFPA, Tarcísio Feitosa Silva, sobre o Cadastro Ambiental Rural (CAR), uma ferramenta destinada a apoiar a gestão com o monitoramento de imóveis rurais, mas que no Brasil se converte, na prática, em um instrumento de legalização da grilagem e é usado como mecanismo para garantir os interesses dos que expropriam as populações tradicionais da Amazônia de suas terras.
Jornal Aldeia (agosto 2017)
Esta edição do jornal Aldeia é dedicada ao “Encontro dos Movimentos Sociais do Oeste do Pará: tecendo resistências para o enfrentamento ao capital”, que acontece em setembro de 2017, em Santarém, no Pará. Na publicação, a FASE 13 textos com a contribuição de atores de várias frentes, todos refletindo em torno de um objetivo: fortalecer a resistência no Oeste do Pará.
Ferrovia Paraense: arbitrariedades contra povos tradicionais
Organizações da sociedade civil denunciam em nota as arbitrariedades do governo de Simão Jatene (PSDB) contra povos indígenas e comunidades tradicionais visando a construção da Ferrovia Paraense, que pretende cortar 23 municípios do Pará. “O governo do Pará decidiu, à revelia dos povos indígenas, quilombolas, camponeses e demais comunidades tradicionais, efetivar a construção da Ferrovia Paraense, um empreendimento que cortará o estado de norte a sul – desde Santana do Araguaia a Barcarena – em cerca de 1312 quilômetros, tudo para favorecer o agronegócio e as transnacionais da mineração no seu intento de atender às demandas dos grandes mercados da Europa, Estados Unidos, China e Japão, entre outros”, destaca o documento.
FASE realiza oficina sobre mapeamento de riscos em Barcarena
O objetivo é iniciar a construção do mapa de riscos de desastres
Apenas 4% do esgoto de Santarém é coletado; debate reforça papel de empresa pública
FASE participou do I Seminário de Meio Ambiente e Saneamento no Baixo Amazonas, organizado pelo Conselho Municipal de Saneamento da cidade
Sínteses dos Eixos Políticos do VIII FOSPA
Durante a realização do VIII Fórum Social Panamazônico em Tarapoto, no Peru, entre os dias 28 de abril e 1º de maio, os participantes puderam contribuir em debates, atividades autogestionadas, na marcha, na feira, no tribunal popular crítico à violência contra as mulheres e nas plenárias a partir de nove eixos políticos específicos: megaprojetos e extrativismo; mudanças climáticas; mulheres; juventudes; educação comunitária intercultural; comunicação para a vida; e cidades para viver na Panamazônia. Todos esses enfoques seguiram dois eixos temáticos comuns: territorialidade e povos amazônicos e andinos; e cuidado com os bens da natureza.
Carta de Tarapoto
O VIII Fórum Social Panamazônico, realizado entre 28 de abril e 1 de maio em Tarapoto, no Peru, produziu, como fruto de suas reflexões e debates coletivos, protagonizados por diversas organizações, movimentos e redes da Panamazônia participantes, assim como por todo o processo prévio de quase um ano e meio de trabalho, a Carta de Tarapoto. Este documento se constitui como um guia com orientações para lutas de resistência, propostas e mudanças a fim de preservar a região no marco de uma nova ordem civilizatória. A carta está em espanhol.
FASE Amazônia promove encontros de preparação pré-FOSPA
Dos dias 28 a 31 de julho acontece a décima edição do FOSPA – Fórum Social Panamazônico que surgiu como desdobramento do Fórum Econômico Mundial de Davos.
FASE AMAZÔNIA realiza Módulo do Programa de Formação Multiplicadores e Multiplicadoras em Agroecologia
O II Módulo do Programa de Formação Multiplicadores e Multiplicadoras em Agroecologia foi realizado no Projeto de Assentamento Agroextrativista PAE Lago Grande, na comunidade Terra Preta dos Viana, Santarém Pará.
Live do “Telas em Rede” fecha ciclo de ações de comunicação no Baixo Tapajós
Iniciativa recebe o apoio da FASE Amazônia e conta com atividades voltadas para democratização das mídias
PA: Moradores denunciam crimes ambientais de mineradora após incêndio
Caso aconteceu em um dos depósitos de produtos químicos e moradores de Vila do Conde relatam problemas de saúde e contaminação do rio Dendê
“Há uma concentração de poderes no Brasil afim de lucrar com o desmatamento”
Em entrevista ao Faixa Livre, Guilherme Carvalho, da FASE na Amazônia, fala sobre política e justiça ambiental
Comunidades do Pará sofrem com entressafra do açaí e Caravana Agroecológica apresenta alternativas
Objetivo é gerar renda e garantir segurança alimentar para os povos das ilhas do município de Igarapé-Miri com base nos conhecimentos tradicionais da região
Programa Café Regional: nas ondas da Amazônia 25
Toya Manchineri, da COICA e Wal Munduruku, do povo do Baixo Tapajós, falam sobre a participação indígena na COP26, uma das maiores de todas
Transacionais, Estado e o “desenvolvimento” na Pan Amazônica
O modelo de “desenvolvimento” promovido na Pan Amazônia nas últimas décadas tem como base o planejamento e implementação de Grandes Projetos de Investimento (GPI) que viabilizem a privatização dos bens comuns da natureza, propiciando a extração e exportação para os mercados mundiais na forma de commodities. Os poderes públicos, em diferentes escalas, têm tido papel central no avanço desses projetos. Entretanto, tais dinâmicas refletem crescentemente interesse de poderes privados, integrados nos circuitos globais de acumulação de capital: as empresas transnacionais. E, para entender um pouco mais sobre essa relação entre o poder público e os interesses privados de grandes corporações instaladas neste território, a sexta edição da Série de Entrevistas sobre a Amazônia¹ conversa com Diana Aguiar², integrante do Grupo Nacional de Assessoria da FASE.