Nota pública : Sociedade civil organizada, autônoma e atuante é base da democracia!

A Abong irá interpelar administrativamente o governo Bolsonaro para que adeque os termos da MP 870 às normas constitucionais. A entidade destaca que não cabe ao governo supervisionar, coordenar ou mesmo monitorar as ações da organizações da sociedade civil

FASE presta solidariedade à Ocupação Colonial e a Boulos

Tropa de Choque usou bombas de efeito moral, gás de pimenta e jatos d’água contra famílias que ocupavam terreno na cidade de São Paulo. Guilherme Boulos, do MTST, foi preso durante operação

Animação: “Que FASE é essa?”

A animação “Que FASE é essa?” explica o trabalho da organização FASE – Solidariedade e Educação. O título é sugestivo, já que também brinca com a importância de organizações de luta por direitos e pela radicalização da democracia, como é o caso da nossa, em um contexto de crise democrática no Brasil. A produção foi elaborada em novembro de 2016, ano de golpe no país e mês em que a FASE completa 55 anos. Além de explicar quais são as atuais causas da organização, o vídeo destaca seu papel ao longo dos anos.

55 anos de FASE: uma caminhada de lutas

Vídeo elaborado nos 55 anos da FASE com depoimentos de conselheiras e conselheiros da nossa organização. Eles falam sobre a importância de instituições como a FASE ao longo da história e, em especial, no atual momento de ruptura democrática no Brasil. A produção foi dedicada a Jean Pierre Leroy, educador popular e ambientalista que integrou a instituição por mais de 40 anos. Ele faleceu no dia 10 de novembro de 2016, às vésperas do aniversário da FASE.

Inépcia do Estado na relação com as ONGs

Leia o artigo de Jorge Eduardo S. Durão publicado em 16/12 no Valor Econômico

Travessia, 50 anos agindo com os outros

Este vídeo é ao mesmo tempo uma homenagem à FASE e um resumo de sua longa história. Foi realizado a partir de imagens de arquivo. E com a contribuição – por meio de textos, vozes e elaboração – de pessoas que trabalham hoje na FASE e representaram os numerosos funcionários que em diversas partes do Brasil construíramesta trajetória com muitos outros parceiros.

Banalização e conformismo sob o império do medo

A naturalização do binômio economicismo e barbáriem, que estrutura o cotidiano brasileiro, está amparada numa institucionalidade perversa

Papai Noel é bom, pena que ele não existe

Leia o artigo Papai Noel é bom, pena que ele não existe. Ele traz comentários e resultados de pesquisa sobre trabalho infantil na Bahia, realizada em dezembro de 2009 por Egnaldo França, estudante de história, idealizador e fundador do Projeto Encantarte.

G20 e a multipolaridade com sabor de passado

A recente reunião do G20 realizada em Londres revela as contradições entre a necessidade de transformações profundas na ordem internacional para o enfrentamento da crise global e as soluções que apontam para o “mais do mesmo”

Ser brasileiro

O que poderia dificultar a povos como os Macuxi de Raposa Serra do Sol, ou os Xavante da terra Marãwatsede, ou ainda os Cinta Larga, o auto-reconhecimento como brasileiros?

Constituição 88: o que vale do que está escrito?

O aniversário de vinte anos da chamada constituição cidadã pode e deve ser um momento de reflexão, e tem suscitado algumas. No entanto, Cunca Bocayúva acredita que “a Constituição só pode ser cidadã na medida em que ganha vida no processo social e político, através do movimento molecular dos sujeitos sociais, pela arte da conquista de posições pelos atores políticos.”

Paulo Freire: Pedagogia do Oprimido em perspectiva

Dez anos atrás perdemos o grande educador Paulo Freire, que ao longo de sua vida desenvolveu um amplo leque de reflexões e atividades engajadas para transformar o contexto educacional classista e bancarizado do capitalismo tardio

O papel das ONGs: um debate necessário

A instalação da CPI das ONGs no Senado é uma ocasião para refletir sobre o papel e a importância destas entidades na sociedade brasileira

2007: hora de reagrupar pensamento e ação crítica

Cunca Bocayúva faz uma análise da cena política e social no Brasil que sai das urnas em 2006 e entra em 2007 lidando com a violência urbana, a cada vez maior precarização da infra-estrutura social e os problemas econômicos

Carta política – A hora e a vez da justiça ambiental

A Rede Brasileira de Justiça Ambiental (RBJA), diante da relevância do momento político, e como objetivo de contribuir para a construção de uma política socioambiental comprometida com a superação das desigualdades e do racismo ambiental, vem apresentar suas considerações e propostas ao
governo eleito para 2023-2026.

Contribuições do Grupo Carta de Belém ao trabalho do GT Meio Ambiente da transição

A sociedade civil brasileira não tem pensamento hegemônico, ao contrário, é diversa,
tem cores, culturas políticas, parte de processos históricos e experiências e propostas
distintas. Então restaurar e ampliar os meios de participação social na formulação da
política socioambiental brasileira, fortalecendo a participação de povos e
comunidades tradicionais nestes espaços. Somos membros do Conselho de
Participação Social da transição e seguramente esses elementos de transversalidade
serão apontados.

Os povos do Cerrado: sociobiodiversidade e defesa da soberania alimentar

O Cerrado é o coração do Brasil. É o “berço das águas”, onde os rios das três bacias hidrográficas – São Francisco, Tocantins e Prata – tecem a geografia que une várias
regiões. É um grande território de rica diversidade biológica nos domínios dos chapadões, planaltos, tabuleiros, veredas, sertões, campos rupestres, matas de galeria. (Foto: Jaqueline Evangelista Dias)

FASE’s Digital Portfolio

ENGLISH VERSION – The document presents the main projects developed by the organization, numbers achieved and people benefited by our work in the territories where we operate, in addition to describing who we are, where we are, our mission and the causes we work for.

Portfólio Digital da FASE

O documento reúne os principais projetos desenvolvidos pela organização, números alcançados e pessoas impactadas com nosso trabalho nos territórios de atuação, além de descrever quem somos, onde estamos, nossa missão e as causas que trabalhamos.

Acordo UE-Mercosul: Ameaça para a proteção do clima e dos direitos humanos

Em 28 de junho de 2019, uma sexta-feira em que jovens marchavam pelas ruas de várias cidades do mundo em denúncia à crise ambiental e
climática, negociadores da União Europeia (UE) e do Mercosul anunciaram em Bruxelas terem concluído um “acordo em princípio” sobre o escopo do acordo de livre comércio que os dois blocos começaram a debater em 1999. Em síntese, o texto do acordo comercial de 17 capítulos reduz tarifas comerciais, amplia cotas de importação e exportação e elimina barreiras não tarifárias, num prazo de até 15 anos, sobre as principais commodities agrícolas e minerais exportadas pelo Mercosul e sobre produtos industrializados da União Europeia, incluindo carros, máquinas e equipamentos, produtos farmacêuticos e agrícolas. Além disso, inclui também compras governamentais e serviços.