Indústria da Carne: poucos campeões, muitos perdedores

Este artigo, de Sérgio Schlesinger, aborda a concentração e internacionalização da indústria brasileira de carnes. Em uma ponta estão criadores de animais, dos mais empobrecidos aos altamente capitalizados. Na outra, a chamada indústria frigorífica, responsável pelo abate de animais e processamento de carnes. Essa cadeia produtiva situa-se entre as maiores do mundo. O Brasil é o segundo maior produtor e exportador de carne bovina, o segundo maior produtor e o maior exportador de carne de frango. Ocupa a quinta posição na produção de carne suína e a quarta nas exportações. Nesta pesquisa, o consultor da FASE, traz dados que revelam que o setor gera poucos campeões e muitos perdedores. O estudo foi comissionado pela Coalizão Global de Florestas como parte do relatório “O verdadeiro custo da carne”.

FASE Amazônia e Frente de Defesa dos Territórios se unem contra agronegócio

Seminário teve como objetivo traçar metas da luta contra os avanços das grandes corporações na região

Projeto ‘Água para quê e para quem?’ avança com Mutirões para Recuperação de Nascentes

Todo processo de escolha e demarcação das áreas de plantio é feito em conjunto com as comunidades e a FASE Bahia

Experiência do Fundo Dema e agenda climática pautam último dia de Seminário Nacional Amazônia Agroecológica

A capacidade de gestão do Fundo Dema foi destacada por instituições apoiadoras e organizações parceiras e um referencial de apoio a projetos de povos e comunidades tradicionais

Seminário destaca comercialização de produtos e preservação da Amazônia

Diálogos e mostras sobre biodiversidade e modos de produção sustentável ganharam destaque

FASE Bahia realiza entrega de alimentos do PAA para beneficiários

As famílias agricultoras das comunidades Água Vermelha e Capelinha de São José foram os contemplados na comercialização desses produtos

Quintais se tornam produtivos graças a projeto da FASE Mato Grosso

Educadores visitam assentamento e promovem mutirão na roça agroflorestal de uma das 15 agricultoras beneficiadas pela iniciativa

Tekoha: Direitos dos Povos Guarani e Kaiowá

Relatório da visita da comitiva do Consea ao Cone Sul do Mato Grosso do Sul entre os dias 28 de agosto e 2 de setembro de 2016, constatou um quadro de violência com mortes por assassinato, manifestações de preconceitos e violação de direitos humanos, em especial o Direito Humano à Alimentação Adequada (DHAA). A expansão do agronegócio, com um alto nível de degradação ambiental e contaminação por agrotóxicos do solo e dos mananciais, e o verdadeiro confinamento a que estão submetidos esses povos estão a exigir dos poderes públicos o enfrentamento da raiz dos problemas com a resposta da demarcação e titulação de terra, a garantia do Direito Humano à Alimentação e o acesso a políticas públicas, em conformidade com as cláusulas de nossa Constituição cidadã.

Metodologia ignora efeitos da exposição à agrotóxicos

Neste documento, o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) recomenda que a Agencia de Vigilância Sanitária (Anvisa) revise o Relatório do Programa sobre Resíduos de Agrotóxicos nos Alimentos (PARA). O programa modificou sua metodologia de análise, ignorando os efeitos da exposição crônica que pode ocasionar má formação, desregulação hormonal, câncer entre outros males.

Carta aberta em defesa do cerrado

Camponeses(as), Agricultores(as) Familiares, Povos Indígenas, Quilombolas, Geraizeiros(as), Fundos e Fechos de Pasto, Pescadores(as), Quebradeiras de Coco, pastorais sociais, entidades da sociedade civil, incluindo a FASE, apoiadores da Campanha Nacional em Defesa do Cerrado, representantes de comunidades camponesas de Moçambique, ativista ambiental do Japão e organizações brasileiras que participam da Campanha Não ao ProSavana, após debater sobre a destruição do Cerrado e as consequências e impactos para os Povos que aqui vivem, por meio desta carta, manifestam seu repúdio ao PDA MATOPIBA e ao ProSavana, e afirmam o posicionamento em defesa dos Povos do Cerrado brasileiro e das comunidades camponesas do Corredor de Nacala em Moçambique.

Combate à fome: FASE é destaque no lançamento da Missão Josué de Castro

A intenção é garantir a segurança alimentar de 5 milhões de pessoas, a partir de sistemas alimentares de base familiar

FASE Mato Grosso promove módulo do projeto “Algodão Agroecológico”

A formação teve como foco o diálogo das primeiras impressões do plantio do algodão nos sistemas produtivos realizado pelos agricultores de assentamentos

Seminários de Avaliação do Projeto Amazônia Agroecológica revelam avanços e inovações

Agricultores e agricultoras familiares e agroextrativistas do Mato Grosso e Pará refletiram sobre o projeto realizado em cinco anos nos territórios

FASE Bahia realiza ações de planejamento e avaliação com agricultoras e agricultores

As atividades fazem parte do projeto Ater Biomas com financiamento do Governo da Bahia, em municípios do sul do estado

Consea pede veto à pulverização aérea

A preocupação do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) com o aumento do uso de agrotóxicos cresce à medida em que mais estudos e pesquisas vão apontando para suas graves consequências. Por isso, o Conselho solicita o veto ao Art. 1º, § 3º, inciso IV, do Projeto de Lei de Conversão nº 9, de 2016, que permite a incorporação de mecanismos de controle vetorial por meio de dispersão por aeronaves mediante aprovação das autoridades sanitárias e da comprovação científica da eficácia da medida.

No Dia Mundial de Combate à Poluição por Agrotóxicos, educadora analisa veto de Lula

Pacote do Veneno teve 14 vetos do Presidente, mas não é o suficiente para segurança alimentar e ambiental, segundo Fran Paula

Relatório da 5ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional

A 5ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (CNSAN), realizada em novembro de 2015, constituiu em processo amplo e participativo que envolveu milhares de pessoas reunidas em conferências municipais, territoriais, regionais, estaduais em todo o país. Com o lema “Comida de verdade no campo e na cidade: por direitos e soberania alimentar”, o objetivo foi chamar atenção da sociedade, ampliar a participação da juventude e democratizar os conceitos de soberania e segurança alimentar e nutricional em suas várias dimensões – social, econômica, política, ambiental e cultural.