Organizações e movimentos sociais se manifestam contra o chamado “livre comércio”

Organizações e movimentos sociais de direitos humanos, territoriais, estudantis, de mulheres, políticas, campesinas e ambientais convocam os povos do mundo a apoiarem, no marco da XI Reunião Ministerial da OMC, que será na Argentina, em dezembro de 2017, a articulação da resistência contra o chamado “livre comércio” – que promove políticas de exploração e espoliação de nosso povo e da natureza – e que possa visibilizar e discutir alternativas a este sistema produtivo e comercial.

Segurança e Soberania Alimentar na Amazônia são temas do XI FOSPA

O Fórum também proporcionou aos participantes um intercâmbio de experiências locais com visitas a comunidades

FASE reforça o papel da sociedade civil na defesa da Amazônia no XI FOSPA

Representantes também participaram do lançamento da campanha: “A fome não espera: Amazônia com Soberania, Segurança Alimentar e Água”

“FASE Entrevista”: Cadastro Ambiental Rural

Esta edição da série “FASE Entrevista” conversou com o mestre em Agricultura Familiar e Desenvolvimento Sustentável pela UFPA, Tarcísio Feitosa Silva, sobre o Cadastro Ambiental Rural (CAR), uma ferramenta destinada a apoiar a gestão com o monitoramento de imóveis rurais, mas que no Brasil se converte, na prática, em um instrumento de legalização da grilagem e é usado como mecanismo para garantir os interesses dos que expropriam as populações tradicionais da Amazônia de suas terras.

Saiu na Mídia: FASE denuncia Agro e falta de políticas públicas por incêndios no Pantanal

A FASE, que atua no Mato Grosso, já há muitos anos denuncia o desmatamento e o envenenamento do solo no Pantanal e outros biomas do estado que causam tragédias como a que estamos vendo agora

Pão de cada dia: Curso de panificação fortalece comunidades da Bahia

Educadores da FASE promovem capacitação e fortalecimento comunitário

História e políticas de habitação na Baixada Fluminense são tema de formação da FASE Rio

Ao todo serão seis encontros, oferecidos gratuitamente para a população, que abordarão desde administração pública até as raízes históricas e políticas das injustiças sociais na região.

Nota de solidariedade à Naoko Watanabe

Em documento, a Campanha Não ao ProSavana, da qual da FASE é parte, solidariza-se com a companheira Naoko Watanabe, especialista do Centro de Voluntariado Internacional do Japão (JVC, em inglês), cujo pedido de visto para entrada em Moçambique, com vista à sua participação no encontro da Conferência Internacional de Tóquio sobre Desenvolvimento Africano (TICAD), foi recusado sem explicação. Lamentamos a infundada decisão do governo, na medida em que representa um sinal sério da limitação da efetiva participação da sociedade civil no TICAD, particularmente nos processos de tomada de decisão sobre modelos de desenvolvimento que devem ser tratados de forma inclusiva e aberta”, diz trecho do documento.

Assessora da FASE colabora em Atlas de Sistemas Alimentares na América do Sul

Além do diagnóstico da crise alimentar na região, o livro apresenta práticas e alternativas que apontam para outras formas de uso da terra, de produção e circulação de alimentos

Jornal Aldeia (agosto 2017)

Esta edição do jornal Aldeia é dedicada ao “Encontro dos Movimentos Sociais do Oeste do Pará: tecendo resistências para o enfrentamento ao capital”, que acontece em setembro de 2017, em Santarém, no Pará. Na publicação, a FASE 13 textos com a contribuição de atores de várias frentes, todos refletindo em torno de um objetivo: fortalecer a resistência no Oeste do Pará.

Ferrovia Paraense: arbitrariedades contra povos tradicionais

Organizações da sociedade civil denunciam em nota as arbitrariedades do governo de Simão Jatene (PSDB) contra povos indígenas e comunidades tradicionais visando a construção da Ferrovia Paraense, que pretende cortar 23 municípios do Pará. “O governo do Pará decidiu, à revelia dos povos indígenas, quilombolas, camponeses e demais comunidades tradicionais, efetivar a construção da Ferrovia Paraense, um empreendimento que cortará o estado de norte a sul – desde Santana do Araguaia a Barcarena – em cerca de 1312 quilômetros, tudo para favorecer o agronegócio e as transnacionais da mineração no seu intento de atender às demandas dos grandes mercados da Europa, Estados Unidos, China e Japão, entre outros”, destaca o documento.

Organização denuncia impactos da indústria petroleira em visita promovida pela FASE ES

“Esperamos que ao alertar mais pessoas sobre a corajosa resistência dos pescadores na Baía de Guanabara, possamos protegê-los e seus meios de subsistência”, disse representante da organização holandesa

Tratado internacional dos povos

Diana Aguiar, do Grupo Nacional de Assessoria (GNA) da FASE, apresenta a publicação “O Tratado Internacional dos Povos para o controle das Empresas Transnacionais”, lançada pelo Observatório de las Multinacionales en América Latina (OMAL). A análise que nos é presenteada por Juan Hernández Zubizarreta ilumina a compreensão de um processo no qual forças sociais de base popular se mobilizaram para a construção de um documento, o Tratado dos Povos, que é, ao mesmo tempo, espelho e instrumento de lutas de resistência e de construção de alternativas frente ao poder e a impunidade das empresas transnacionais.

FASE Rio realiza intercâmbio de experiências agroecológicas

O encontro agroecológico faz parte do projeto “Construindo Territórios Saudáveis”

13ª EDIÇÃO DO BOLETIM FÓRUM SUAPE

Este boletim, publicado em de julho, traz as seguintes informações: “Novos casos de violência e criminalização contra lideranças comunitárias em Suape”; “Fórum apresenta o caso de Suape em seminário da FUNDAJ”; “O exemplo de luta de uma comunidade”; “Fórum Suape reúne lideranças religiosas” e; “Mais uma tentativa de diálogo com a presidência da Suape”. O informativo mensal é editado pelo Fórum Suape Espaço Socioambiental, articulação da qual o programa da FASE em Pernambuco faz parte.

Agricultores familiares e FASE BA juntos pela preservação das águas

Moradores de comunidades rurais da região do baixo-sul da Bahia iniciaram plantio de vegetação nativa para recuperação de nascentes e rios, parte do projeto “Água para quê e para quem?”