FASE Amazônia em parceria com o Projeto Telas em Rede fortalece coletivos negros de Santarém

Projeto que realiza oficinas de comunicação antirracista e formações em comunicação popular para redes sociais está em sua 3ª edição. Desta vez, o objetivo principal é construir as discussões a partir de uma perspectiva afrocentrada.

Primeiro Fórum de Saberes da Bacia Hidrográfica do Itabapoana promove debate sobre rios como sujeitos de direitos

Parceria entre a FASE e a REDI tem se consolidado ao longo dos anos como uma força importante na luta contra a instalação do Porto Central em Presidente Kennedy

O que os dados do Brasil têm a nos dizer sobre a situação da mulher negra?

Mais de trinta anos após a instituição do 25 de julho como Dia Internacional da Mulher Negra, Latino-americana e Caribenha, a luta por justiça e dignidade para essas mulheres se mantém como uma das pautas mais urgentes da nossa sociedade.

Carta ao Conselho da cidade do Recife

Carta assinada pela FASE e outras organizações e movimentos sociais da cidade do Recife exige transparência e abertura do Plano Diretor para o reconhecimento e participação real dos sujeitos que lutam por seu lugar na cidade e por uma cidade que seja de todos os cidadãos e cidadãs. “Recife não pode ser pensada apenas sob a ótica da maximização dos lucros dos setores que a compreendem como mercadoria. É preciso contemplar os diversos olhares, anseios e expectativas que se agregam na defesa por um outro modelo de cidade”.

Organizações pedem revogação de normativa que facilita mineração em áreas de reforma agrária

A nota técnica, intitulada “Direito e prioridade: pode a mineração se impor à reforma agrária? O papel do INCRA na autorização de grandes projetos em áreas de assentamento a partir da Instrução Normativa 112”, foi publicada como parte da série Direito à Terra e ao Território, da FASE

Carta aberta à FAO das comunidades tradicionais do sudoeste do Piauí

Posseiros de comunidades tradicionais do Cerrado piauiense estão sendo diretamente afetados pela expansão acelerada das monoculturas e consequente desmatamento, e suas consequências. Eles estão preocupados com o processo de regularização da terra em curso, que está sendo realizado pela Vara Agrária do Estado do Piauí e pelo governo do estado através do Instituto de Terras do Piaui na região do sul do estado especificamente nos cerrados (no contexto de um projeto financiado pelo Banco Mundial e) com o apoio técnico da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). Até o momento, esse processo não reconhece nem respeita os direitos de posse e limita o acesso e uso de terras e recursos relacionados, em particular florestas, rios, brejos e nascentes, bem como a contaminação das nossas águas.

Atendendo à demanda da comunidade, FASE Bahia realiza oficina de poda e clonagem do cacau

Capacitação surgiu da necessidade apresentada, especialmente pelas mulheres, de gerarem mais renda para suas famílias e terem mais autonomia sobre as técnicas.

Coordenadora da FASE PE analisa alimentação em áreas urbanas em revista

Luiza de Marillac Melo fala sobre a experiência da FASE com agricultura nas cidades e segurança alimentar

Expansão do complexo soja-carne sobre o Cerrado

Diana Aguiar, do Grupo Nacional de Assessoria (GNA) da FASE, e Letícia Tura, diretora da organização, são autoras de um dos artigos de “Cobertura Florestal”, boletim produzido pela Coalición Mundial por los Bosques. “A expansão do complexo soja-carne sobre o Cerrado: uma ameaça sobre os territórios” está em espanhol, assim como toda publicação. Diana e Letícia refletem no texto sobre o tema a partir da inserção internacional do Brasil, fortemente baseada na exportação de matérias primas. “A expansão do monocultivo de soja, principalmente para a produção de alimento para animais, teve um crescimento de 140% em 15 anos, o que contribuiu fundamentalmente para elevar o Brasil ao posto de maior exportador global de soja. O país representa pouco mais de 42% das exportações mundiais”, apontam.

Ação da FASE Bahia promove saúde da mulher

A oficina faz parte do projeto ATER Biomas, o qual é uma Chamada Pública da SDR/Bahiater e tem entre os objetivos promover o desenvolvimento rural sustentável e a produção de alimentos saudáveis.

FASE Amazônia realiza oficina de produção de mudas para agricultoras e agricultores

A ação, que faz parte do Projeto Amazônia Agroecológica, marcou a retomada do Centro de Treinamento e Tecnologias Alternativa – TIPITI em Abaetetuba, no Pará

Carta de Cassurubá

Entre os dias 22 e 23 de novembro de 2017, representantes de diversas organizações sociais, pescadores e pescadoras, marisqueiras, ribeirinhos e pesquisadores e pesquisadoras participaram do I Seminário de Fortalecimento Comunitário da RESEX Cassurubá – I SERFORTE, em Ponta de Areia, Caravelas (BA). O evento foi organizado pela Reserva Extrativista de Cassurubá, em parceria com a AHOMAR. Leia a Carta de Cassurubá produzida pelos participantes ao final do encontro.

FASE Mato Grosso promove intercâmbio entre quebradeiras de coco babaçu do Pantanal e do Maranhão

Ação teve como objetivo fortalecer a articulação e troca de saberes entre mulheres extrativistas do Pantanal e integrantes da Cooperativa Interestadual das Mulheres Quebradeiras de Coco Babaçu (CIMCQB).

Fundo Dema apoia sustentabilidade da Amazônia no XI FOSPA

Educadora relata importância das mulheres e relembra história marcantes de 20 anos do Fundo Dema

Convocatória do IV Encontro Nacional de Agroecologia

O IV ENA ocorrerá entre os dias 31 de maio e 3 de junho de 2018, na cidade de Belo Horizonte (MG). São esperadas 2 mil pessoas para o evento, sendo 70% de agricultores e agricultoras familiares, camponeses, povos indígenas, comunidades quilombolas, pescadores, outros povos e comunidades tradicionais, assentados da reforma agrária e coletivos da agricultura urbana; 50% de mulheres e 30% de jovens que constroem a agroecologia em contraposição ao projeto dominante imposto pelo capital financeiro, industrial e agrário. A convocação é feita pela Articulação Nacional de Agroecologia (ANA), uma rede nacional formada por organizações, redes regionais e movimentos sociais do campo, da floresta, das águas e das cidades.

A água, mãe da vida, não pode ser privatizada!

De diversos movimentos sociais e populares de todos os biomas do Brasil, participantes do seminário “A água da perspectiva do Bem Viver” afirmam que a água é um bem comum e não pode ser privatizada. Dentre outros pontos, o documento destaca que a maior parte dos rios já foi barrada e a maioria dos aquíferos estão rebaixando. “Estima-se que dos 4000 km3 de água doce que circulam pelo ciclo hidrológico, pelo menos 2600 km3 já são usados por atividades humanas, de modo brutalmente desigual. Dados da FAO indicam que 70% vão para a agricultura irrigada, como as monoculturas do agronegócio e outros setores que contribuem com o aquecimento global via desmatamento e emissões de metano, como a pecuária. 19% vão para indústrias hidrointensivas, como usinas nucleares, e grandes emissoras de CO2 como termelétricas, siderúrgicas e refinarias de petróleo”, informa o documento.

Normas sanitárias, culturas alimentares e padronização do gosto

Dois episódios de apreensão e descarte com os queijos artesanais de leite cru e as linguiças, ocorridos em setembro de 2017, deram visibilidade na imprensa para urgência em se adequar as normas sanitárias à produção de alimentos tradicionais, patrimônios da sociobiodiversidade brasileira. Para contribuir com o debate, o Fórum Brasileiro de Soberania de Segurança Alimentar e Nutricional (FBSSAN), do qual a FASE é parte, preparou uma reportagem especial. Oito entrevistados trazem um panorama histórico sobre as mudanças na lei, que vêm sendo pleiteadas há pelos menos 10 anos por diferentes segmentos da sociedade civil.