Retrocessos na legislação socioambiental brasileira

Julianna Malerba, do Grupo Nacional de Assessoria (GNA) da FASE, fala em entrevista à Fundação Heinrich Böll sobre os retrocessos na legislação socioambiental brasileira, com foco no setor da mineração, e estabelece a que, ao lado da reorganização do mercado de trabalho, a reestruturação do mercado de terras está no centro dos interesses dos grupos que mantém Michel Temer no poder. Julianna tem visto um preocupante agravamento dos impactos socioambientais de atividades extrativas e os relaciona à flexibilização das legislações ambientais e de direitos territoriais e ao crescimento da violência e da criminalização dos movimentos sociais. Mas é otimista ao verificar a emergência e fortalecimento de várias expressões de resistência anti-mineral a nível nacional.

Assessora do NuPA discute segurança hídrica no Brasil em comissão na Câmara

O evento reuniu o GT Água da Frente Parlamentar Ambientalista para debater sobre os instrumentos de gestão das águas, a política nacional de recursos hídricos e a situação das bacias hidrográficas no país

Assessora do NuPA destaca a importância da agroecologia na alimentação escolar

Maria Emilia Pacheco discutiu a política de aquisição de alimentos da Agricultura Familiar, que prevê 30% de prioridade para esses produtos

Fundo Dema divulga resultado do edital Cidades Amazônicas II: Categoria Constituição

Foram recebidos 18 projetos nesta categoria, vindos de todas as regiões abrangidas pelo Edital, sendo 10 aprovados pelo Comitê Gestor do Fundo Dema

Segurança e Soberania Alimentar na Amazônia são temas do XI FOSPA

O Fórum também proporcionou aos participantes um intercâmbio de experiências locais com visitas a comunidades

Carta Agroecológica do Cerrado – X CBA

Em carta, a Associação Brasileira de Agroecologia (ABA) sintetiza discussões e expressões de resistência e luta no campo agroecológico e faz um alerta à sociedade para as graves ameaças que hoje comprometem a garantia da soberania e segurança alimentar e os demais direitos da humanidade, dos demais seres vivos e os bens comuns, incluindo a terra, a água e a biodiversidade. Inspirado no tema “Agroecologia na Transformação dos Sistemas Agroalimentares na América Latina: Memórias, Saberes e Caminhos para o Bem Viver”, o documento foi publicado no marco do VI Congresso Latino-Americano de Agroecologia, do X Congresso Brasileiro de Agroecologia e do V Seminário do Distrito Federal e entorno, promovidos em Brasília de 12 a 15 de setembro de 2017.

FASE reforça o papel da sociedade civil na defesa da Amazônia no XI FOSPA

Representantes também participaram do lançamento da campanha: “A fome não espera: Amazônia com Soberania, Segurança Alimentar e Água”

Saiu na Mídia: FASE denuncia Agro e falta de políticas públicas por incêndios no Pantanal

A FASE, que atua no Mato Grosso, já há muitos anos denuncia o desmatamento e o envenenamento do solo no Pantanal e outros biomas do estado que causam tragédias como a que estamos vendo agora

Pão de cada dia: Curso de panificação fortalece comunidades da Bahia

Educadores da FASE promovem capacitação e fortalecimento comunitário

Declaração da RECOMA no Dia Internacional de Luta contra as Monoculturas de Árvores

Em declaração, a Rede Latino-Americana contra as Monoculturas de Árvores (Recoma), juntamente com organizações camponesas, indígenas, negras e de jovens, ambientalistas e acadêmicos, se manifestam no Dia Internacional de Luta contra as Monoculturas de Árvores (21 de setembro) e exigem a expulsão das monoculturas de árvores de nossos territórios e sanções às empresas florestais que enfraqueceram as relações sociais, econômicas e ecológicas das regiões onde foram implantadas como parte do modelo de espoliação camponesa. O documento ressalta que a monocultura acaba com a diversidade, as águas, a soberania alimentar e a vida.

História e políticas de habitação na Baixada Fluminense são tema de formação da FASE Rio

Ao todo serão seis encontros, oferecidos gratuitamente para a população, que abordarão desde administração pública até as raízes históricas e políticas das injustiças sociais na região.

Mineração e biodiversidade: fronteiras entre destruir e conservar são retóricas

Artigo de Julianna Malerba, do Grupo Nacional de Assessoria (GNA) da FASE, critica as estratégias das grandes mineradoras para ampliar a fronteira de expansão de suas atividades no Brasil: flexibilizar a proteção constitucional ao meio ambiente e os direitos territoriais; desregular estruturas que limitam o acesso a áreas de interesse mineral; e criar mecanismos compensatórios que alterem a imagem negativa do setor extrativo. Entre outras questões, ela chama atenção para o leilão de fronteiras, reservas e terras de populações tradicionais ao grande capital. O texto também destaca como a questão era abordada antes a após o golpe que levou Michel Temer ao poder. Por meio de três medidas provisórias (MP 789, 790 e 791), novas propostas de mudanças ao Código Mineral vão ao encontro das demandas liberalizantes da bancada mineral.

Assessora da FASE colabora em Atlas de Sistemas Alimentares na América do Sul

Além do diagnóstico da crise alimentar na região, o livro apresenta práticas e alternativas que apontam para outras formas de uso da terra, de produção e circulação de alimentos

Saiu na Mídia: Assessora da FASE defende agroecologia e soberania alimentar em artigo

Maria Emília Pacheco, assessora do Núcleo de Alternativas e Políticas (NuPA) da FASE, foi entrevistada para a revista “Em Pauta” da Faculdade de Serviço Social da UERJ e do Programa de Pós-Graduação em Serviço Social.

Manifesto do FAMA 2018

O Fórum Alternativo Mundial da Água – FAMA 2018 acontecerá nos dias 17, 18 e 19 de março de 2018 em Brasília. É um evento internacional, democrático e que pretende reunir mundialmente organizações e movimentos sociais que lutam em defesa da água como direito elementar à vida. Este evento se contrapõe ao autodenominado “Fórum Mundial da Água”, que é promovido por grandes grupos econômicos que defendem a privatização de fontes naturais e de serviços públicos de água. Em manifesto, o FAMA 2018 convida a sociedade a debater temas centrais na luta contra a privatização da água, apresentando sua visão política a partir do lema “Água é direito, não mercadoria”.