FASE BA correaliza oficina macroterritorial sobre agroecologia, bioma e clima
Evento foi organizado com instituições executoras do projeto ATER Biomas de diferentes territórios.
Produção sob contrato – Boa para quem?
A agricultura sob contrato vem ganhando espaço em Moçambique e tem sido aplicada há anos em alguns países de língua portuguesa, tais como o Brasil. Este tipo de agricultura tem sido matéria de debate nesse país africano por causa da entrada de investimentos diretos direcionados para a prática de uma agricultura em larga escala, tal como o ProSavana, o projeto de Desenvolvimento do Rio Lurio, Fundo Nacala, entre outros. Sem uma estrutura capaz de monitorar, a agricultura sob contrato pode beneficiar as empresas, detentoras de capacidade financeira, e prejudicar camponeses, que correm o risco de empobrecer, como demonstram os casos no Brasil apresentados nessa publicação.
FASE Bahia participa de oficinas dedicadas às mulheres no mês de março
Atividades fecharam a programação do mês das mulheres.
Negociação e acordo ambiental – O TAC como forma de tratamento dos conflitos ambientais
O livro “Negociação e acordo ambiental – O Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) como forma de tratamento dos conflitos ambientais” busca entender como os TACs são desenvolvidos na prática, ou seja, suas contradições, especificidades e os papeis dos atores envolvidos, como órgãos do Estado, corporações e os diretamente afetados por práticas empresariais ambientalmente agressivas e violadoras. O estudo qualitativo mapeia esses atores, abordando suas justificativas, cenários políticos e os debates dentro do campo do Direito brasileiro. Trata-se de uma publicação da Fundação Heinrich Böll Brasil, em parceria com a FASE e pesquisadores do Laboratório Estado, Trabalho, Território e Natureza (ETTERN), do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional (IPPUR) da UFRJ. Dois casos no Rio de Janeiro foram objetos de análise: a Refinaria de Duque de Caxias da Petrobras (REDUC) e a ThyssenKrupp Companhia Siderúrgica do Atlântico (TKCSA).
Dia Mundial da Água: FASE participa de ações em defesa das águas em diversos territórios
Semana das Águas é marcada por manifestações e lançamento de documentário.
Diversas formas de dizer não
O livro “Diferentes formas de dizer não – Experiências internacionais de resistência, restrição e proibição ao extrativismo mineral” reúne informações sobre o tema de seis distintos países: Argentina, Peru, Costa Rica, Equador, Estados Unidos e Filipinas. A publicação retrata impactos da mineração que privam comunidades tradicionais de suas terras, geram contaminação, devastação e desigualdade. Ao mesmo tempo, destaca que as disputas em torno da legitimidade dada à prioridade das atividades minerais têm ocorrido e alçado à esfera pública novos valores, dando visibilidade a formas de produção e reprodução social que demonstram que há alternativas à extração insustentável de recursos naturais. A publicação documenta formas de luta no exterior para que elas possam servir de inspiração para organizações, movimentos sociais e comunidades afetadas pela mineração no Brasil.
FASE BA realiza oficina de escalda-pés para celebrar o Dia da Mulher
Temas como autocuidado e acolhimento marcaram o dia de atividades
Saiu na Mídia: Coordenadora da FASE Amazônia alerta sobre os riscos socioambientais que a exploração do petróleo pode trazer para a região
Para Sara Pereira, essa atividade representa uma nova ameaça para os povos da Amazônia
Os avanços do saneamento em relação ao PIB
O Observatório Nacional dos Direitos à Água e ao Saneamento (ONDAS) apresenta estudo que mostra que o setor de saneamento cresceu mais do que o Produto Interno Bruto (PIB) no período de 2007 a 2017. A pesquisa ganha relevância sobretudo nesse momento em que tramitam no Congresso Nacional propostas que visam alterar o marco legal, principalmente a Lei 11.445/2007, que definiu as diretrizes nacionais para o setor. O estudo mostra que, diferentemente do que tem se divulgado com a intenção de justificar as mudanças na legislação, as políticas públicas de saneamento têm sido pujantes, ou seja, não há estagnação como determinados setores querem fazer crer. A FASE integra o ONDAS.
Saiu na mídia: Coordenadora do NuPA comenta sobre Cúpula dos Povos rumo à COP30
Maureen Santos foi uma das entrevistadas para matéria do portal da CNN.
Saiu na mídia: Lançamento de curta-documentário é pauta do jornal Meia Hora
“Caminho das Águas: das nascentes às torneiras” foi lançado no Dia Mundial da Água
Pantanal por inteiro, não pela metade
Irrigado pelas bacias dos rios Paraguai e Paraná, o Pantanal é sistema de áreas úmidas que se localiza no centro da América do Sul. É um patrimônio ambiental único, por sua complexidade e singularidade. Cumpre funções como regular o regime dos rios, reduzindo o impacto de inundações e secas, manter áreas naturais de criadouros de peixes, além de prover e purificar grandes volumes de água doce. Este caderno mostra como o monocultivo da soja tem prejudicado esse bioma e suas populações, dando foco a municípios do MT e do MS. Além disso, aborda outras ameaças à integridade do Pantanal e do seu entorno, como a mineração e a construção de uma hidrovia. Esta é uma publicação da Ecosystem Alliance, em parceira com a FASE.
Educadores da FASE BA promovem encontro sobre saúde das aves para agricultoras e agricultores da comunidade de Gentio
Ao longo da visita, que serviu para trocar saberes sobre avicultura, os participantes tiveram a oportunidade de observar o que poderia melhorar no manejo das aves, citando alguns tipos de alimentos que podem ser aproveitados e estão disponíveis nos quintais.
FASE Amazônia promove encontro de lançamento do projeto Quintais Agroecológicos das Mulheres da Amazônia
Encontro de planejamento e lançamento do PROJETO QUINTAIS AGROECOLÓGICOS DAS MULHERES DA AMAZÔNIA
Visões alternativas ao Pagamento por Serviços Ambientais – Caderno 2
Este caderno tem como material de referência os debates da segunda oficina “Visões alternativas ao Pagamento por Serviços Ambientais (PSA)”, realizada pela FASE e pelo Grupo Carta de Belém. Em diferentes perspectivas, a publicação apresenta críticas ao crescente processo de mercantilização da natureza, expressas em falsas soluções propostas para os atuais problemas socioambientais.
8 de março: podcast Vozes do Pirocaba lança episódio sobre mulheres no enfrentamento às mudanças climáticas
O terceiro episódio do podcast Vozes do Pirocaba, produzido pelas mulheres da Associação dos Agroextrativistas, Pescadores e Artesãos de Pirocaba, está no ar no contexto…
FASE no 8M e a defesa das mulheres como sujeitos de direitos
Na FASE, defendemos a causa das mulheres com ações em diferentes territórios de atuação, seja nas cidades, nas florestas, no campo e nas águas, visando apoiar e incentivar a organização de mulheres através da formação política e da construção da autonomia econômica.
Cartografia social urbana: transformações e resistências na região portuária do Rio de Janeiro
A região portuária traz na sua história e na memória de seus habitantes a marca do trabalho, dos portos, dos grandes projetos e da domesticação das encostas, enseadas e rios em to o tramo meridional da Baía de Guanabara. Zona de mangues, praias, encostas verdejantes, a região teve sua paisagem completamente transformada pelo desenvolvimento das atividades comerciais, que influenciaram profundamente a formação dos territórios da Maré, Caju e Previdência. Esse caderno foi produzido a partir de oficinas realizadas em 2013 com 100 moradores da região portuária que vivenciaram as transformações lá ocorridas.
Visitas do Centro Tipiti fortalecem diálogos com organizações do Baixo Tocantins
O Centro Tipiti foi concebido no final da década de 80 a partir da mobilização de trabalhadores e trabalhadoras rurais, com o apoio de organizações não governamentais e da cooperação internacional.
Saiu na Mídia: Coordenadora do NUPA comenta impactos da onda de calor no Brasil, consequência das mudanças climáticas
Para Maureen Santos, a exploração do petróleo na Amazônia é um retrocesso diante das políticas climáticas do país
