Expansão do complexo soja-carne sobre o Cerrado
Diana Aguiar, do Grupo Nacional de Assessoria (GNA) da FASE, e Letícia Tura, diretora da organização, são autoras de um dos artigos de “Cobertura Florestal”, boletim produzido pela Coalición Mundial por los Bosques. “A expansão do complexo soja-carne sobre o Cerrado: uma ameaça sobre os territórios” está em espanhol, assim como toda publicação. Diana e Letícia refletem no texto sobre o tema a partir da inserção internacional do Brasil, fortemente baseada na exportação de matérias primas. “A expansão do monocultivo de soja, principalmente para a produção de alimento para animais, teve um crescimento de 140% em 15 anos, o que contribuiu fundamentalmente para elevar o Brasil ao posto de maior exportador global de soja. O país representa pouco mais de 42% das exportações mundiais”, apontam.
Carta de Cassurubá
Entre os dias 22 e 23 de novembro de 2017, representantes de diversas organizações sociais, pescadores e pescadoras, marisqueiras, ribeirinhos e pesquisadores e pesquisadoras participaram do I Seminário de Fortalecimento Comunitário da RESEX Cassurubá – I SERFORTE, em Ponta de Areia, Caravelas (BA). O evento foi organizado pela Reserva Extrativista de Cassurubá, em parceria com a AHOMAR. Leia a Carta de Cassurubá produzida pelos participantes ao final do encontro.
Fundo Dema apoia sustentabilidade da Amazônia no XI FOSPA
Educadora relata importância das mulheres e relembra história marcantes de 20 anos do Fundo Dema
A água, mãe da vida, não pode ser privatizada!
De diversos movimentos sociais e populares de todos os biomas do Brasil, participantes do seminário “A água da perspectiva do Bem Viver” afirmam que a água é um bem comum e não pode ser privatizada. Dentre outros pontos, o documento destaca que a maior parte dos rios já foi barrada e a maioria dos aquíferos estão rebaixando. “Estima-se que dos 4000 km3 de água doce que circulam pelo ciclo hidrológico, pelo menos 2600 km3 já são usados por atividades humanas, de modo brutalmente desigual. Dados da FAO indicam que 70% vão para a agricultura irrigada, como as monoculturas do agronegócio e outros setores que contribuem com o aquecimento global via desmatamento e emissões de metano, como a pecuária. 19% vão para indústrias hidrointensivas, como usinas nucleares, e grandes emissoras de CO2 como termelétricas, siderúrgicas e refinarias de petróleo”, informa o documento.
Retrocessos na legislação socioambiental brasileira
Julianna Malerba, do Grupo Nacional de Assessoria (GNA) da FASE, fala em entrevista à Fundação Heinrich Böll sobre os retrocessos na legislação socioambiental brasileira, com foco no setor da mineração, e estabelece a que, ao lado da reorganização do mercado de trabalho, a reestruturação do mercado de terras está no centro dos interesses dos grupos que mantém Michel Temer no poder. Julianna tem visto um preocupante agravamento dos impactos socioambientais de atividades extrativas e os relaciona à flexibilização das legislações ambientais e de direitos territoriais e ao crescimento da violência e da criminalização dos movimentos sociais. Mas é otimista ao verificar a emergência e fortalecimento de várias expressões de resistência anti-mineral a nível nacional.
FASE dá continuidade a formação nacional sobre mudanças climáticas
Segunda parte da formação tratou de Governança Climática no Brasil, uso da terra e legislação brasileira
Assessora do NuPA discute segurança hídrica no Brasil em comissão na Câmara
O evento reuniu o GT Água da Frente Parlamentar Ambientalista para debater sobre os instrumentos de gestão das águas, a política nacional de recursos hídricos e a situação das bacias hidrográficas no país
FASE Espírito Santo se une a movimentos sociais em protesto contra “farsa de sustentabilidade”
Manifestantes levaram cartazes, fizeram ações de protesto a fim de sensibilizar sobre o tema
Fundo Dema divulga resultado do edital Cidades Amazônicas II: Categoria Constituição
Foram recebidos 18 projetos nesta categoria, vindos de todas as regiões abrangidas pelo Edital, sendo 10 aprovados pelo Comitê Gestor do Fundo Dema
FASE reforça o papel da sociedade civil na defesa da Amazônia no XI FOSPA
Representantes também participaram do lançamento da campanha: “A fome não espera: Amazônia com Soberania, Segurança Alimentar e Água”
Saiu na Mídia: FASE denuncia Agro e falta de políticas públicas por incêndios no Pantanal
A FASE, que atua no Mato Grosso, já há muitos anos denuncia o desmatamento e o envenenamento do solo no Pantanal e outros biomas do estado que causam tragédias como a que estamos vendo agora
Declaração da RECOMA no Dia Internacional de Luta contra as Monoculturas de Árvores
Em declaração, a Rede Latino-Americana contra as Monoculturas de Árvores (Recoma), juntamente com organizações camponesas, indígenas, negras e de jovens, ambientalistas e acadêmicos, se manifestam no Dia Internacional de Luta contra as Monoculturas de Árvores (21 de setembro) e exigem a expulsão das monoculturas de árvores de nossos territórios e sanções às empresas florestais que enfraqueceram as relações sociais, econômicas e ecológicas das regiões onde foram implantadas como parte do modelo de espoliação camponesa. O documento ressalta que a monocultura acaba com a diversidade, as águas, a soberania alimentar e a vida.
Mineração e biodiversidade: fronteiras entre destruir e conservar são retóricas
Artigo de Julianna Malerba, do Grupo Nacional de Assessoria (GNA) da FASE, critica as estratégias das grandes mineradoras para ampliar a fronteira de expansão de suas atividades no Brasil: flexibilizar a proteção constitucional ao meio ambiente e os direitos territoriais; desregular estruturas que limitam o acesso a áreas de interesse mineral; e criar mecanismos compensatórios que alterem a imagem negativa do setor extrativo. Entre outras questões, ela chama atenção para o leilão de fronteiras, reservas e terras de populações tradicionais ao grande capital. O texto também destaca como a questão era abordada antes a após o golpe que levou Michel Temer ao poder. Por meio de três medidas provisórias (MP 789, 790 e 791), novas propostas de mudanças ao Código Mineral vão ao encontro das demandas liberalizantes da bancada mineral.
FASE Espirito Santo e FASE Amazônia iniciam primeiro Curso de Ativismo Antipetroleiro
Curso contará com seis módulos, com encontros presenciais e remotos.
Manifesto do FAMA 2018
O Fórum Alternativo Mundial da Água – FAMA 2018 acontecerá nos dias 17, 18 e 19 de março de 2018 em Brasília. É um evento internacional, democrático e que pretende reunir mundialmente organizações e movimentos sociais que lutam em defesa da água como direito elementar à vida. Este evento se contrapõe ao autodenominado “Fórum Mundial da Água”, que é promovido por grandes grupos econômicos que defendem a privatização de fontes naturais e de serviços públicos de água. Em manifesto, o FAMA 2018 convida a sociedade a debater temas centrais na luta contra a privatização da água, apresentando sua visão política a partir do lema “Água é direito, não mercadoria”.
Saiu na Mídia: Educador da FASE Pernambuco denuncia violação de direitos na luta por Justiça Socioambiental
André Araripe participou de um artigo publicado pelo Le Monde Diplomatique Brasil.
Organização denuncia impactos da indústria petroleira em visita promovida pela FASE ES
“Esperamos que ao alertar mais pessoas sobre a corajosa resistência dos pescadores na Baía de Guanabara, possamos protegê-los e seus meios de subsistência”, disse representante da organização holandesa
Saiu na Mídia: Assessora da FASE participa de programa com a temática Justiça Ambiental
Maiana Maia dialogou a respeito do racismo ambiental e reforçou conceitos importantes da causa. O programa foi ao ar dia 30/05
Comitê repudia novo programa mineral
Mais de 70 organizações e movimentos sociais brasileiros, 17 organizações internacionais e mais de uma dezena de pesquisadores assinam nota contra “programa de revitalização da indústria mineral”. “Tratar a mineração como se fosse apenas um setor comercial capaz de aumentar a participação no Produto Interno Bruto (PIB), que segundo anúncio subiria de 4 para 6%, aumenta ainda mais a fragilidade de fiscalização do Estado e coloca ainda mais em risco às populações ao redor das minas, as comunidades no entorno de sua logística e o meio ambiente”, afirma nota.
FASE Rio realiza intercâmbio de experiências agroecológicas
O encontro agroecológico faz parte do projeto “Construindo Territórios Saudáveis”
